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Chile

Região

Valle Central

Produtor

Joseph Drouhin

Uma das maiores proprietárias de terras na Borgonha, a maison Joseph Drouhin permanece nas mãos da mesma família dede a sua fundação, em 1880. Seus 80 hectares de vinhedos são classificados em sua maioria como Premier e Grand Crus e cultivados de maneira biodinâmica e orgânica. Distribuem-se por todas as denominações e principais apelações da mais celebrada região vinícola da França, incluindo as famosas Clos des Mouches, Montrachet Marquis de Laguiche, Musigny, Clos de Vougeot e Corton-Charlemagne. Produtor de inquestionável prestígio, Joseph Drouhin elabora vinhos tintos e brancos guiado por um ideal de elegância e perfeição. Uma inspiração convertida em tradição em 140 anos de . O estilo da maison une harmonia, equilíbrio e finesse, além de uma distinta pureza e um evidente sentido de origem, ou terroir.


A abordagem nos vinhedos é regida pelo respeito à natureza. O plantio das videiras em alta densidade e os rendimentos baixos criam as condições para que os frutos expressem profundamente seu terroir, originando vinhos autênticos, capazes de proporcionar um prazer infinito. Quando jovens são sutis e frescos, muito atraentes; alguns exemplares evoluem magicamente, envelhecendo por 40 anos ou mais, tornando-se verdadeiras obras-primas de harmonia, complexidade e aromas.


Hoje, são os irmãos Fréderic, Philippe, Laurent e Véronique, bisnetos do fundador, os responsáveis pelo gerenciamento da vinícola, no campo, no escritório e na adega. Graduada em enologia na Universidade de Dijon com especialização na uva Pinot Noir (a icônica variedade tinta da Borgonha), Véronique trabalhou por quase três décadas com Laurence Jobard, a primeira enóloga mulher da Borgonha, antes de assumir a produção dos vinhos na maison da família, inicialmente junto com o pai, Robert Drouhin. Em 1988, Véronique e Robert vinificaram o primeiro vintage do Domaine Drouhin no estado americano do Oregon, onde a família Drouhin foi pioneira no plantio da Chardonnay e da Pinot Noir. Hoje como enóloga-chefe, ela divide seu tempo entre os vinhedos da Borgonha e do Oregon. Na opinião dos maiores especialistas, Drouhin produz premiados e os mais finos e elegantes vinhos de acento borgonhês fora da França, a exemplo do Roserock Chardonnnay. Elaborado a partir de um vinhedo muito especial de solos vulcânicos bastante antigos, conquistou com a safra 2016 uma posição entre os 100 melhores vinhos do mundo de 2018 da Wine Spectator.


Na Borgonha, Drouhin elabora tesouros como o Clos de Mouches tinto e branco na apelação de Beaunne, a partir de 14 hectares de vinhedos divididos entre o cultivo da Chardonnay e da Pinot Noir. Tanto o tinto quanto o branco arrematam sempre notas maravilhosas da crítica especializada. Outro vinho deslumbrante é o Montrache Marquis de Laguiche, um Grand Cru que permanece nas mãos da família Laguiche desde 1363 e cujo cultivo e vinificação está sob responsabilidade de Drouhin. Em 2017, James Suckling, crítico americano de vinhos do momento, avaliou a safra 2014 deste soberbo branco com 99 pontos e declarou: “perfeito agora, mas perfeito depois também.

Joseph Drouhin também produz Borgonhas encantadores por um preço que cabe no bolso. Seu Côte de Beaune tinto costuma ser comparado a um Premier Cru por sua alta qualidade, e o Pouilly-Vinzelles branco ou o Gervrey-Chambertin tinto são deliciosas expressões de suas denominações.

Produtor

Domaine Dugat-Py

Com a melhor coleção de vinhas velhas plantadas em Grands Crus e Premier Crus da Côte de Nuits, o Domaine Dugat-Py está no mais alto pódio dos vinhos da Borgonha. Os Dugat-Py elaboram alguns dos melhores Pinot Noir do mundo há 13 gerações, respeitando até hoje o estilo potente, refinado e elegante dos vinhos, que demandam vários anos para começarem a mostrar suas qualidades. As vinhas do Domaine, com idade média de 65 anos, são todas manejadas por seleção massal de plantas centenárias. A combinação dos melhores terroirs de Gevrey-Chambertin, vinhas muito antigas e rendimentos minúsculos – abaixo de 20Hl/hectare – resulta em alguns dos mais profundos e complexos vinhos da Borgonha. Provar um dos vinhos do Domaine Dugat-Py é uma das mais gloriosas maneiras de descobrir os encantos dos melhores e mais tradicionais vinhos da Borgonha.

Os vinhos são envelhecidos na cave histórica construída pela abadia de Saint-Bénigne, que já envelheceu mais de 900 safras de grandes vinhos. Segundo a Wine Spectator, “provar os vinhos do Domaine Dugat-Py nas caves milenares da vinícola é uma experiência transcendental.” As uvas são colhidas rapidamente e particularmente cedo, para garantir uma boa acidez e evitar o caráter sobremaduro que poderia mascarar o privilegiado terroir. Os vinhedos são de cultivo orgânico há quase 20 anos os vinhos são vinificados com mínima intervenção.

A região de Gevrey-Chambertin é famosa por seus vinhos potentes, com taninos abundantes e um toque terroso que combina perfeitamente com as notas de frutas do bosque que os tintos mostram enquanto jovens. Dugat-Py mostra como ninguém este caráter robusto dos vinhos de Gevrey-Chambertin, sempre acompanhado de grande elegância e complexidade.

Elaborados sempre em minúsculas quantidades, os vinhos do Domaine são disputados por amantes dos vinhos da Borgonha em todo o mundo. A produção do lendário Grand Cru Chambertin, por exemplo, é tão pequena, que a tanoaria François Frères precisou fazer uma barrica sob medida para comportar as pouco mais de 200 garrafas produzidas a cada ano.

Os vinhos “Villages” do Domaine Dugat-Py são incrivelmente concentrados e complexos, demandando mais de 5 anos para começarem a mostrar todas suas qualidades. São vinhos que competem facilmente com os Premier Crus da grande maioria dos produtores da Borgonha. O Gevrey Chambertin Vieilles Vignes é o vinho do produtor mais encontrado nos melhores restaurantes do mundo. Denso, concentrado, com aromas florais de frutas silvestres, é “realmente delicioso” para a Burghound, que sempre concede o cobiçado “Coup de Coeur” ao tinto. O Gevrey-Chambertin Les Evocelles é elaborado com uvas de vinhas muito antigas até para os padrões do Domaine Dugat-Py, sendo ainda mais denso, complexo e concentrado. O Gevrey-Chambertin Les Evocelles, por sua vez, é produzido com uvas de vinhas de até 100 anos de idade dos “lieux-dits” Epointures, Combe du Dessus, Jouise, e Les Marchais, mostrando um estilo sofisticado, austero e longevo. O Pommard La Levriere é firme e terroso, com um interessante toque salino. É um livro-texto dos vinhos desta denominação.

Trouxemos pequenas quantidades dos disputados Premier Cru de Gevrey-Chambertin do domaine. São vinhos tão complexos e profundos que demandam mais de 10 anos para mostrarem toda a complexidade que são capazes. O Petite Chapelle, elaborado com uvas de uma parcela de 0,32 hectare é “simplesmente fantástico” nas palavras da Burghound, que sempre coloca o tinto na lista de vinhos “imperdíveis”. O Champeaux é vizinho do famoso Les Cazetières, combinando como talvez nenhum outros 1er Cru graça e potência. A parcela de apenas 0,33 hectares rende poucas garrafas por ano. O Les Corbeaux, produzido com uvas de uma parcela de 0,08 hectare é uma verdadeira raridade. As notas de frutas negras escondem os abundantes taninos, que garantem uma evolução em garrafa por décadas.

Os Grands Crus do Domaine Dugat-Py estão entre os vinhos mais disputados por colecionadores em todo mundo. São verdadeiros exemplos de como os vinhos feitos com a uva Pinot Noir pode envelhecer – e melhorar – por décadas. O espetacular Mazoyeres Chambertin é elaborado com 70% de engaço, combinando a potência deste Grand Cru com uma finesse admirável. O Charmes Chambertin inclui parcelas centenárias, que conferem uma complexidade impar ao vinho.

Todos os vinhos  do Domaine Dugat-Py são grandiosos, potentes e muito complexos, mostrando um pouco da mágica que têm os melhores vinhos da Borgonha.

 

Produtor

La Vieille Ferme

La Vieille Ferme, os melhores best buys do Velho Mundo.

Com mais de 45 anos de sucesso, La Vieille Ferme provavelmente produz os vinhos franceses de melhor relação qualidade/preço de todos os tempos. A ideia da tradicional Famille Perrin foi a de usar as castas do vinho mais icônico da família – o lendário Château de Beaucastel – e o conhecimento dos Perrin, os maiores especialistas no sul do Rhône, para criar vinhos suculentos, cheios de fruta, elegantes e, ao mesmo tempo, fáceis de gostar.

Desde a primeira safra comercializada os vinhos foram um grande sucesso, sendo apontados pelos críticos especializados e pelo público consumidor como compras de excepcional relação qualidade/preço. Desde o início, nos anos 1970, a filosofia da vinícola foi a de apostar no cultivo orgânico e biodinâmico, conseguindo assim, uvas naturalmente saborosas e concentradas, capazes de originar vinhos suculentos, cheios de notas de frutas maduras e muito equilibrados, sem qualquer sinal de intervencionismos ou manipulação na cantina. É por isso que a qualidade dos vinhos da La Vieille Ferme aparece na taça: é possível provar a essência do sul do Rhône: um vinho apetitoso e convidativo, com um inegável caráter regional. O nome – “A Velha Fazenda” – em francês traduz os vinhos frescos, com origem e verdadeiros, elaborados direto da fazenda para sua mesa.

A linha La Vieille Ferme é composta por um branco – aromático e elegante – um rosado – fresco e convidativo – e um suculento e saboroso tinto. Todos estão disponíveis também em garrafas magnum (1.500ml) e meia garrafa (375ml). São vinhos deliciosos e versáteis, para ter sempre na adega.

Produtor

Marziano Abbona

Sobre Marziano Abbona, o Gambero Rosso cita textualmente: "Está nascendo uma nova estrela no firmamento do vinho doglianese". Abbona é um especialista em Dolcetto di Dogliani, sendo que o seu estupendo Papà Celso é elaborado de velhas videiras com até 60 anos de idade. Também são ótimos os seus Barolo, Barbaresco, Langhe, Barbera e os brancos, inclusive com um raríssimo Viognier italiano.

Localizada na aldeia de San Luigi e banhada por um grande lago artificial, a vinícola de Marziano Abbona é uma ode às colinas de Dogliani. Foi inaugurada em 2006 e se ergueu sobre as fundações de uma antiga quinta chamada Cascina Valle dell'Olmo" em honra da árvore majestosa Elm (Olmo) que cresceu no curral.

Os vinhedos de Abbona se estendem por uma superfície total de 52 hectares sobre os Dogliani, Monforte d'Alba e Novello e visam seguir a gestão de vinha sustentável, utilizando o mínimo de tratamentos sintéticos como pesticidas e herbicidas.

As vinhas são cultivadas e colhidas manualmente seguindo métodos transmitidos por gerações, sendo que algumas videiras cultivadas chegam a 60 anos de idade. Entre as produções da vinícola piemonteza, podemos destacar o Papà Celso, vinho italiano emblemático e dedicado à memória de Celso Abbona, pai de Marziano, que plantou cada videira na vinha Doriolo. O vinho é produzido exclusivamente com uvas desta vinha, as mais velhas da localidade, e resultam em uma bebida agradável, que une elegância, poder e harmonia. 

Outro ponto forte de Abbona, o San Luigi é Feito a partir de uvas cultivadas em vinhedos localizados na região de mesmo nome, que trazem ao vinho um toque frutado e aromático. Surpreendente, a bebida  mantém o excelente corpo e elegância de um importante vinho tinto. Já entre os vinhos brancos, um dos produtos mais marcantes é o Valle dell’Olmo, aromático e cativante, que se distingue pelo aroma floral e frescor, preservados pelo envelhecimento exclusivo em aço inoxidável. Agradavelmente seco na boca, é fácil de harmonizar e vai bem com aperitivos à base de vegetais, peixe e carnes brancas. 

Produtor

Saladini Pilastri

A história de Saladini Pilastri remonta ao início dos anos 1000, quando uma nobre família de Ascoli Piceno, da região do Marche, composta por líderes locais e sacerdotes iniciam sua tradição secular ligada à vinicultura e aos valores da terra. Seu legado: saborosos vinhos tintos italianos de excelente relação entre qualidade e preço.

Há cerca de mais de 300 anos, nos anos de 1700, a família do conde Saladini Pilastri assumiu completamente o controle da fazenda. Antes disso, a propriedade era meada com outros produtores, que lá envelheciam seus vinhos em barris de carvalho.

Já no século passado, na década de 1970, foi construída a adega atual, ao lado da antiga, a fim de centralizar toda a produção de seus vinhos. A partir daí a propriedade passou a combinar sabedoria e tradição com as mais avançadas tecnologias.

Seus vinhos nascidos nesse pequeno pedaço de “terra marchigiana” são distribuídos por toda a Europa e exportados para a América e Ásia. O sabor de seus vinhos traz os perfumes e cores de sua terra natal e são produzidos de maneira única, elaborados com uvas de videiras antigas, denotando grande equilíbrio.

Saladini Pilastri Villa fica a dois quilômetros de Spinetoli, uma linda cidade medieval cujas origens remontam ao século V, cujo nome deriva de uma colina chamada "Spineola", rica em espinhos de rosas. Os castelos antigos que caracterizam a região aparentemente datam do século XIII e tem vista para o vale do rio Toronto, dominando uma das muitas colinas que caracterizam a paisagem.

A cantina fica no coração de uma bela quinta do século XV, enterrada sob um antigo alpendre, na parte de trás do Villa Saladini Pilastri. Vizinho a este local de sonho é importante destacar a atenção dada às instalações da adega, modernizada com o decorrer dos últimos anos de acordo com os mais recentes sistemas tecnológicos, aliando a beleza natural da terra com tecnologia avançada.

Um dos exemplares da casa que demonstra bem esta combinação de tradição e inovação é o Rosso Piceno 2014, um saboroso vinho tinto italiano, elaborado com uvas de videiras antigas, cultivadas organicamente. Marcante e envolvente, é um belo achado em nosso catálogo, em um estilo fácil de beber, que combina muito bem com comida.

Produtor

Montevetrano

A Azienda Agricola Montevetrano é um produtor de vinho situado no Parque Regional Monti Picentini na região da Campania, no sul da Itália. A propriedade, formada por 26 hectares, foi estabelecida em meados da década de 1980 e hoje faz vinhos de uma mistura da uva local Aglianico e variedades internacionais, como Cabernet Sauvignon e Merlot.

Com a incrível marca de 14 avaliações “tre bicchieri” do guia Gambero Rosso, o vinho tinto que leva o mesmo nome da propriedade é o mais cultuado exemplar do sul da Itália elaborado com castas internacionais e um dos mais premiados do país. Robert Parker destaca a complexidade de cair o queixo que o vinho apresenta, concedendo 95 pontos para a safra de 2007. Para a Wine Spectator, que classificou a safra de 2004 com 95 pontos, “trata-se de um vinho maravilhosamente equilibrado, com taninos super sedosos”.

Outro excelente vinho da propriedade é o Colli di Salerno IGT, essencialmente uma versão campana de um supertoscano. Toda a qualidade deste rótulo vem de um vinhedo de 5 hectares que fica localizado nas encostas dos Apeninos Campanos, em um vale protegido por grandes montanhas. A Montevetrano produz cerca de 30.000 garrafas por ano deste vinho, que foi lançado pela primeira vez em 1989.

O segundo rótulo da Montevetrano, o Core, inclui um vinho tinto e um vinho branco elaborados sob as regras e padrões IGT da Campania. Este vinho tinto também é feito a partir da casta Aglianico, enquanto o vinho branco é uma mistura de Greco Bianco e Fiano, uma das mais marcantes uvas brancas da Itália.

Produtor

Bodega Lanzaga (Telmo Rodriguez)

Lanzaga é simplesmente a mais premiada vinícola da Rioja dos últimos anos. Os prêmios incluem as cobiçadas notas 100 de Robert Parker e James Suckling para o cultuado Las Beatas, além de dezenas de notas superiores a 95 pontos. Com a Bodega Lanzaga, Telmo Rodriguez resgatou os vinhos da Rioja que expressam o terroir de cada parcela, nos mesmos moldes dos vinhos da Borgonha. Puros e precisos, os Riojas de Lanzaga combinam uma grande pureza, profundidade de fruta com um estilo elegante e fácil de gostar. Além dos raríssimos e cultuados vinhos de parcela, a vinícola também elabora alguns dos vinhos de melhor relação qualidade/preço do Velho Mundo.

Telmo Rodriguez retornou à Rioja em 1998 decidido a elaborar vinhos na Rioja que resgatassem os vinhos produzidos na região no séc. XVIII. A ideia era de produzir vinhos com diversas castas diferentes, que expressassem cada pequena parcela do rico terroir desta região e que fossem companhias perfeitas para uma refeição. Quando a filoxera atacou os vinhedos de Bordeaux no final do séc. XIX, a Rioja estruturou suas vinícolas no mesmo modelo dos grandes châteaux de Bordeaux, combinando uvas de diversas áreas para fazer vinhos que mostrassem o estilo das vinícolas e que fossem capazes de suprir a demanda internacional por vinhos de qualidade. O sucesso do novo modelo de vinhos da Rioja foi tão grande que os vinhos de parcela praticamente desapareceram da região. No final do séc. XX, surgiram vinhos de vinhedos únicos, mas o estilo muito concentrado, que estava em moda na época, não permitia aos vinhos que mostrassem a “assinatura” de cada micro-região. Telmo estudou minuciosamente seus vinhedos em Lanciego e dividiu as pequenas parcelas, mostrando assim uma Rioja que havia ficado esquecida no tempo. Além dos vinhos de parcela, foram criados vinhos leves e gastronômicos, que ficam ainda mais deliciosos quando acompanhados por comida.

Os vinhos Corriente, LZ e Lanzaga estão entre os maiores achados do vinho espanhol. Elaborados com técnicas tradicionais, como a fermentação em tanques de concreto e maturados em barricas de carvalho de diversos tamanhos, mostram um pouco da riqueza da região de Lanziego de Álava. A agricultura orgânica e a mínima intervenção na vinificação resultam em vinhos limpos, frescos e deliciosos, com ótima complexidade.

Os vinhos de parcela de Lanzaga são verdadeiras raridades, se esgotando em poucos meses na Europa e nos Estados Unidos. O Las Beatas é um vinhedo de 1,9 hectare em Labastida, no extremo nordeste de Rioja Alavesa. O solo é arenoso, com blocos de calcário argiloso (marga). O íngreme vinhedo está distribuído em 10 terraços, de diferentes orientações, plantados com 9 castas diferentes, com predominância da Tempranillo. Tabuérniga é uma parcela de 2,7 hectares em Labastida que origina vinhos austeros, profundos e elegantes. La Estrada é uma minúscula parcela de 0,67 hectare em Lanziego plantada nos anos 1940. O vinho é incrivelmente elegante e equilibrado, lembrando o estilo de um vinho da Borgonha segundo o editor da Wine Spectator Matt Kramer.

A Bodega Lanzaga elabora uma coleção de vinhos simplesmente imperdível para qualquer enófilo que deseja descobrir um pouco mais sobre a mágica região da Rioja.

Produtor

Alvaro Palacios

O produtor Alvaro Palacios é considerado um dos "monstros sagrados" da Espanha, integrante da lista dos melhores e mais talentosos enólogos do país. Um dos vinhos mais conhecidos produzidos por Alvaro Palacios é o vinho tinto L’Ermita, um dos vinhos mais disputados e comentados do mundo.

Os vinhos Finca Dofí têm grande classe, profundidade e concentração, e estão sempre em todas as listas dos melhores vinhos espanhóis. Já o O Les Terrasses é um verdadeiro achado, um tinto incrivelmente saboroso, cheio de charme e fruta madura, uma das melhores opções nesta faixa de preço em nosso catálogo.

Herdeiro de uma tradicional família de produtores de vinho do Rioja, Alvaro Palacios estudou enologia em Bordeaux e assumiu, na década 1980, os vinhedos de uma antiga propriedade vinícola em Priorato, abandonada desde a crise da filoxera. O talento do enólogo junto ao terroir, às colinas íngremes e terraços do da propriedade, que fica a 600 milhas de Barcelona, resultou na produção de vinhos de grande sucesso e repercussão em toda a Espanha e no mundo.

Alvaro Palacios adquiriu o vinhedo de Finca Dofí, em 1990, localizado na região do Priorato. Após alguns anos, adquiriu um vinhedo de Garnacha, cultivado em solo de xisto bem drenado e que teve seu plantio iniciado entre os anos de 1900 e 1940. Palacios renomeou este vinhedo como “L’Ermita” em referência a uma pequena capela localizada nas redondezas. Anos mais tarde, Alvaro Palacios decidiu avançar seus negócios, adquirindo outro vinhedo na região de Bierzo, em conjunto com seu primo Ricardo Pérez, dando origem a vinícola Descendientes de J. Palacios.

Dentre os vinhos Alvaro Palacios, o vinho L’Ermita é considerado uma lenda, o mais importante vinho espanhol. A sua composição contém 80% de Garnacha, 15% de uva Cabernet Sauvignon, e 5% de Carineña. O vinho é amadurecido por 20 meses em barris franceses e engarrafado sem filtro, marcado pela concentração intensa e grande profundidade, resultando em um vinho tinto complexo e apreciado pelos mais diferentes paladares ao redor do mundo.

Produtor

Vasse Felix

Vasse Felix é o grande pioneiro de Margaret River, a região australiana que, segundo Jancis Robinson, "é, sem sombra de dúvida, uma das pouquíssimas regiões do mundo que a Cabernet Sauvignon realmente se sente em casa". Classificada com as máximas 5 estrelas do premiado escritor e crítico de vinhos australiano James Halliday, Vasse Felix elabora pequenas quantidades de vinhos incrivelmente elegantes e complexos. Segundo a revista Decanter, "sob o comando de uma mulher muito talentosa" -- a premiada enóloga Virginia Willcock -- "a vinícola está no mais alto ponto de qualidade da região". Para a publicação inglesa, o estilo dos vinhos "potentes e elegantes" de Vasse Felix é "simplesmente estonteante". Os vinhos da vinícola estão sempre entre os rótulos mais premiados da Austrália. O Heytesbury Chardonnay 2018, "Best of the Best" para James Halliday, recebeu 98 pontos, enquanto o Chardonnay arrematou 96 pontos. Para a revista Decanter, "é difícil encontrar uma compra que seja melhor que o Vasse Felix Chardonnay", enquanto o Sauvignon Blanc/Semillon é "uma pedida inteligente, por um preço convidativo". A linha Filius é um dos maiores achados do país, recebendo sempre recomendações dos especialistas australianos. O fantástico Tom Cullity, por sua vez, é simplesmente um dos melhores vinhos da Austrália. O corte de Cabernet Sauvignon, Malbec e um toque de Petit Verdot, com eram os grandes vinhos de Bordeaux antes da filoxera, recebeu 97 pontos de James Halliday na safra 2016, sendo coroado o melhor vinho do país baseado na casta Cabernet Sauvignon. São todos vinhos imperdíveis, com fruta exuberante e uma irretocável elegância. 

Produtor

Boekenhoutskloof

Localizado no canto mais distante da charmosa região de Franschhoek, de origem francesa, Boekenhoutskloof foi criada em 1776 e produz alguns dos mais fantásticos e estilosos vinhos da África do Sul. O nome é inspirado em uma árvore nativa, muito valorizada por conta da fabricação de móveis com sua madeira. 

Em 1993, a fazenda foi comprada e restaurada. Um novo programa de plantio de vinha foi estabelecido e entre as novas inclusões no cultivo destacam-se a as uvas Syrah, Cabernet Sauvignon , Cabernet Franc, Grenache, Semillon e Viognier.

Para Robert Parker, a Boekenhoutskloof é a melhor produtora do país, já que concedeu sua maior nota (93 pontos) para o Boekenhoutskloof Syrah, também um dos preferidos de Jancis Robinson. Ele é um “cruzamento entre o foco e precisão dos Côte-Rôtie e o poder e profundidade dos Hermitage. 

Surpremamente elegante e altamente expressivo”. Seu Cabernet Sauvignon também é excelente, “profundo, complexo, extraordinário, lembrando um St. Julien de uma grande safra. Um dos mais finos na África do Sul”, segundo Parker. Marc Kent é o principal produtor e força motriz por trás da fazenda, cuja característica principal é a elegância na elaboração dos vinhos. Com espírito independente, Marc não tem medo de experimentar processos não convencionais, porém o seu principal compromisso é com a qualidade em todos os níveis e em todos os detalhes. 

O fino The Chocolate Block é bastante expressivo, e o nome diz tudo sobre os aromas e sabores a descobrir. Os vinhos da linha Porcupine Ridge são grandes achados e apresentam uma fantástica relação qualidade/preço, com uma finesse raramente encontrada nesta categoria. O Sauvignon Blanc e o Syrah são especialmente recomendados. 

O Cabernet Sauvignon também é excelente, cheio de complexidades e com sabor profundo, lembrando um St. Julien de uma grande safra. Um dos mais finos na África do Sul, segundo Parker.

Produtor

Ridge Vineyards

“Há muito tempo uma das maiores referências do vinho californiano”, segundo Robert Parker, Ridge Vineyards é simplesmente um dos melhores produtores de todo o mundo para o crítico, que aponta seus vinhos como “candidatos aos vinhos mais longevos da Califórnia”.

Para a Wine Spectator, Ridge “desbravou o caminho para o surgimento dos ‘cult wines’ californianos”, “inspirando mais pessoas talvez do que qualquer outra vinícola no mundo”. Segundo Jancis Robinson, “Ridge é uma notável exceção às vinícolas californianas que produzem vinhos alcoólicos, doces e macios, que mais se parecem com chocolate do que com Cabernet Sauvignon”.

Sob a batuta do incansável enólogo Paul Draper — um dos mais importantes de todos os tempos na Califórnia — Ridge criou vinhos lendários, lançando na região, ainda nos anos 1960, o conceito de vinhos de terroir, elaborados com uvas de um único vinhedo. Segundo Robert Mondavi, “Paul Draper foi um dos visionários pioneiros que insistiu em elaborar vinhos de forma extremamente natural, muito antes dos recentes modismos”.

O grandioso Monte Bello, inspirado no Châteu Latour, “está entre os maiores e mais admirados vinhos de todo o mundo” segundo a Wine Spectator. Incrivelmente longevo, o tinto da safra de 1971 foi o grande vencedor isolado da segunda edição da famosa Prova de Paris, desbancando os melhores vinhos tintos de Bordeaux e da Califórnia, tanto na degustação realizada na Europa, com críticos europeus, quanto na realizada nos Estados Unidos.

Na prova original, em 1976, o mesmo vinho já havia assombrado o mundo, arrematando a segunda posição e ficando atrás apenas do Cabernet Sauvignon de Stag’s Leap Wine Cellar. Jancis Robinson recomenda “todas” as safras do “estonteante” tinto, enquanto Robert Parker classifica o tinto como “realmente excepcional”.

Elaborado com um corte de Cabernet Sauvignon e uma pequena parcela de Merlot e Petit Verdot, é rico, complexo e elegante, podendo evoluir por mais de 20 anos em garrafa. O grande perfeccionismo na seleção das uvas que são destinadas ao Monte Bello faz com que menos de 40% dos bagos sejam selecionados para o “grand vin”, originando um espetacular segundo vinho, o Santa Cruz Mountains Estate, chamado por Jancis Robinson de “uma verdadeira pechincha”, por sua alta qualidade. A safra de 2006 do tinto “longo, rico e encorpado”recebeu 91 pontos de Robert Parker.

O Geyserville e o Lytton Springs são elaborados com base na uva Zinfandel, mas com mais finesse e menor teor alcoólico do que a grande maioria dos vinhos elaborados com esta variedade, mostrando uma impressionante riqueza de nuances e aromas. A versão 2007 do Lytton Springs foi classificada com 92 pontos por Parker, enquanto o “elegante e classudo” Geyserville arrematou 91 pontos da Wine Spectator.

Entre os brancos, o “maravilhosamente perfumado” Chardonnay Monte Bello — um dos grandes vinhos californianos elaborados com esta casta — mereceu nada menos que 95 pontos da Wine Spectator na safra de 2006, enquanto o “Altamente Recomendado” Santa Cruz Mountains Estate Chardonnay recebeu a impressionante nota 93 da revista.

São todos vinhos realmente impressionantes, que somados a nomes como Caymus, Stag’s Leap Wine Cellar, Paul Hobbs, Spottswoode e Seghesio fazem da seleção de vinhos californianos da Mistral a melhor e a mais completa do Brasil.

Produtor

Catena Zapata

É possível definir Catena Zapata em apenas uma frase. O melhor produtor da Argentina. Quem afirma são os críticos. Para Jancis Robinson, trata-se do "maior e mais confiável nome da Argentina"; na opinião de Robert Parker, "Catena representa o máximo em vinhos da América do Sul"; a Wine Spectator considera a bodega "líder inquestionável em qualidade na Argentina (...) praticamente todos os melhores vinhos argentinos são produzidos pela Catena Zapata". São muitos os feitos da Catena. O produtor foi o grande pioneiro de qualidade em seu país, ao elaborar na década de 1990 os primeiros vinhos argentinos em pé de igualdade com os melhores vinhos do mundo. Os consagrados Catena Alta, Catena Zapata, Malbec Argentino e Nicolás Catena Zapata são exemplos dessa época e verdadeiras obras-primas na atualidade. Catena também foi o responsável pelo ressurgimento da Malbec. Ao realizar a primeira grande seleção clonal da uva, deu uma nova dimensão a essa variedade, que cultivada nos vinhedos de altitude da família passou a produzir tintos de Malbec absolutamente fantásticos, incrivelmente aromáticos e com taninos sedosos, em um estilo que serviu de inspiração a outros produtores, inclusive na França, berço da variedade. Em 2020, Catena recebeu da Drinks International Magazine o título de "A marca de vinho mais admirada do mundo", coroando a trajetória meteórica da mais premiada vinícola da América do Sul.

 

Com a fundação do Catena Institute of Wine, em 1995, a vinícola deu início a um extenso e profundo estudo do vinhedo Adrianna, a menina dos olhos do produtor. Situado no Valle de Uco, a 1.500 metros de altitude, nos sopés dos Andes, o vinhedo é fonte dos primeiros grands crus da América do Sul, e originou os primeiros vinhos do continente a conquistar em 2018 os 100 pontos de Robert Parker - o Catena Zapata Malbec Adrianna River Stones 2016. O Vinhedo Adrianna já rendeu também 4 notas 100 de James Suckling, com um desempenho realmente impressionante. 

 

Eleita 12 vezes pela Wine&Spirits uma das 100 melhores vinícolas do mundo e com mais de 50 vinhos com nota igual ou maior a 95 pontos de Robert Parker, Catena Zapata também foi a vinícola argentina campeã do primeiro Extraordinary Winery Awards, em 2017, organizado por Parker em parceria com o influente guia Michelin de restaurantes.


Produtor

El Enemigo

Fundado em 2007, El Enemigo é o projeto pessoal de Alejandro Vigil, enólogo chefe de Catena Zapata, e de Adrianna Catena, filha mais nova de Nicolás Catena.

Tendo à sua disposição uma ampla gama dos melhores vinhedos da região de Mendoza — pertencentes à família Catena — Alejandro Vigil selecionou parcelas específicas das uvas que pudessem dar origem a vinhos argentinos com uma personalidade distinta dos talhados por ele em Catena Zapata. São vinhos tintos com bastante nervo, taninos abundantes e um caráter deliciosamente selvagem.

A linha “El Enemigo” da vinícola é formada pelos maravilhosos vinhos argentinos Malbec, Cabernet Franc, Bonarda, Syrah/Viognier e Chardonnay. Logo o primeiro vinho lançado, El Enemigo Malbec, já foi apontado como “outstanding” por Robert Parker. O mais novo cult wine da família Catena Zapata, El Enemigo Malbec é talhado para ser um dos mais cativantes exemplares da vinícola, extremamente profundo, saboroso e com grande personalidade.

O vinho El Enemigo Chardonnay confere uma nova dimensão aos vinhos brancos elaborados em Mendoza, nascendo como um dos grandes destaques da Argentina. Trata-se de um exemplar sério e persistente, além de apresentar notas cítricas e aromas minerais.

O El Enemigo Cabernet Franc caracteriza-se por ser um vinho tinto argentino encorpado e elegante, com grande profundidade de fruta. A safra de 2011 recebeu nada menos do que 92 pontos do crítico Robert Parker. Já o vinho tinto El Enemigo Syrah/Viognier é produzido a partir de uvas selecionadas dos melhores vinhedos de Mendoza, além de possuir ótima acidez e sabor persistente.

 


Produtor

Maison de Montille

Produtor

Garcés Silva Family Vineyards - Amayna Boya

Fundada em 1999 pelo empresário José Antonio Garcés e seus filhos, a Viñas Garcés Silva é, desde o início, um projeto único que traz verdadeiras preciosidades de minúscula produção às mesas do mundo todo.

São vinhos elegantes, produzidos na região fria e marítima de San Antonio-Leyda, como vinhos brancos excelentes e refinados, cheios de classe e personalidade e um fantástico e profundo Pinot Noir, que combina potência e elegância, com um final de boca e textura macia e aveludada.

Desde então, a família Garcés Silva tem obtido reconhecimento mundial e, com o passar dos anos, demonstra cada vez mais a sua paixão pela produção vinícola de alta qualidade e repleta de inovações, como a arquitetura de sua adega, construída de forma bela, funcional e harmoniosa em relação ao meio ambiente.

Inspirada nas montanhas e no mar, a adega respeita a paisagem local e aproveita o terreno em seu favor. Embora possua tecnologia de ponta, seus níveis internos, por exemplo, permitem uma manipulação suave das uvas e mostos e a decantação natural, utilizando somente a força da gravidade. Este processo preserva os aromas e características dos vinhos, já que em nenhum momento são utilizadas bombas, garantindo maior elegância, menor adstringência e baixa deterioração de sumos e vinhos.

Em fevereiro de 2015, Jancis Robinson destacou alguns vinhos da Viña Garcés Silva e atribuiu boas notas, como 17 (numa escala de 1 a 20) para o Sauvignon Blanc Barrel Fermented 2010 e 16.5 para o Sauvignon Blanc 2014.

A região de San Antonio-Leyda foi, por muito tempo, conhecida apenas pela produção de trigo e cevada, mas ganhando rapidamente boa reputação pela viticultura de alta qualidade, solo e clima que favorecem a produção de uvas tintas e brancas que preferem o frio e a brisa do pacífico para crescer lentamente e sem perder a acidez, como a Chardonnay, Sauvignon Blanc, Syrah e Pinot Noir.  

Produtor

Quinta do Côtto

A Quinta do Côtto é um dos melhores e mais tradicionais produtores da região do Douro, tendo sido o grande pioneiro na criação do conceito dos "Vinhos de Quinta", a exemplo dos melhores châteaux de Bordeaux.

A Quinta produz dois vinhos tintos que certamente estão entre os mais famosos do Douro: o lendário Quinta do Côtto Grande Escolha -- um dos maiores vinhos portugueses, elaborado apenas em safras excepcionais -- e o delicioso Quinta do Côtto tinto, verdadeiro clássico. O Vinha do Dote é elaborado apenas com uvas de um vinhedo plantado há mais de 90 anos, que foi dado como dote no casamento da "Avó Rosa", que fundou junto de seu marido Antônio Montez Champalimaud a empresa em 1922.  O Sousão é a mais recente adição ao portfólio da Quinta do Cotto, mostrando as qualidades desta interessante uva autóctone.

Localizada no coração da mais antiga e tradicional região vinícola demarcada de Portugal, a Quinta do Côtto possui 70 hectares de vinhedos mencionados já desde os primeiros documentos relacionados com a implementação de vinhas no Vale do Douro.

Na região dos Vinhos Verdes são produzidos os deliciosos brancos de Paço do Teixeiró. O Avesso, elaborado com a uva de mesmo nome, é uma deliciosa surpresa: encorpado e profundo, com um sabor seco e marcante. O Paço do Teixeró branco, por sua vez, é muito saboroso, refrescante e aromático, um dos melhores exemplos de brancos sérios da região de Vinhos Verdes.

Durante vários séculos, a propriedade da Quinta do Côtto centrou-se quase que exclusivamente na produção dos tradicionais vinhos do Porto. Algumas pequenas quantidades de vinhos tintos e brancos também foram feitas, mas apenas para o próprio consumo da família.

Em 1932, após o ataque da praga filoxera, a vinícola e os vinhedos da Quinta do Côtto foram modernizados a fim de produzir também vinhos brancos e tintos, além dos fortificados vinhos do Porto, com base nas castas tradicionais e com os recentes métodos de vinificação. 

Miguel Montez Champalimaud, da 5a geração da família, assumiu a Quinta do Côtto recentemente, implementando mudanças estratégicas para melhorar ainda mais a qualidade dos vinhos.

Para muitos críticos e especialistas de vinhos europeus, um vinho da Quinta do Côtto representa, atualmente, um vinho produzido e engarrafado em um determinado terroir, com uvas selecionadas com muito cuidado pelos enólogos e com uma garantia de qualidade, personalidade e autenticidade - características indispensáveis para a produção de bons vinhos.

 


Produtor

Baron de Ladoucette & Comte Lafond

A mais famosa e aristocrática propriedade de Pouilly-Fumé, no Loire, está nas mãos dos Condes Lafond e da família Ladoucette desde 1787. Baron de Ladoucette é um dos maiores e mais lendários nomes do vinho francês -- grande estrela de Pouilly-Fumé, responsável por elevar os clássicos Pouilly-Fumé, Sancerre e Vouvray a padrões de qualidade nunca antes vistos. Ladoucette criou uma gama de vinhos incrivelmente finos, repletos de mineralidade e notas aromáticas, com um notável acento regional. Foi seu pioneirismo que tornou possível o surgimento dos grandes brancos hoje elaborados no Loire. O lendário "Baron de L" é um dos maiores brancos da França e uma das mais fantásticas expressões da casta Sauvignon Blanc -- referência absoluta no Loire. O Pouilly Fumé De Ladoucette também mostra grande classe, "sempre uma soberba combinação de uma textura rica com fruta madura, toques de ervas e refrescantes notas cítricas", nas palavras de Robert Parker. O Sancerre Blanc traz grande tipicidade, é "longo e cremoso", segundo a Wine Spectator. O rosado é fresco e rico, repleto de saborosas notas de frutas vermelhas. O Sancerre rouge, por sua vez, é uma das melhores interpretações da casta Pinot Noir do Loire, com complexas notas terrosas e uma refrescante acidez que limpa o palato. Sem dúvida, são alguns dos vinhos de maior prestígio em toda a França.

Produtor

Quinta do Monte d’Oiro

A Quinta do Monte d’Oiro está localizada em Lisboa e sua história remonta ao século XVII, época em que já produzia vinhos notáveis. Em 1986, foi adquirida pelo conaisseur gastronómico José Bento dos Santos, responsável pelo replantio das melhores parcelas do vinhedo, visando o cultivo de castas que dão origem aos melhores vinhos do mundo, no estilo europeu. Para isso, dedicou-se por vários anos a estudar as condições climáticas e outras características da área, entendendo quais variedades melhor se adaptariam para esse propósito.

A premissa de José Bento é elaborar vinhos requintados e gastronômicos, que tivessem o perfil ideal para harmonizar com pratos da culinária regional, cozinha clássica e alta cozinha. Para garantir a alta qualidade e riqueza enológica dos vinhos elaborados, a adega optou por uma produção de baixos rendimentos, em que se tem o controle total desde o cultivo até o envasamento.

A adega conta com 42 hectares e apenas 15 foram replantados com as variedades Sirah, Viognier e Petit Verdot, originárias de suas regiões originais na França, além das castas nacionais Touriga e Tinta Roriz.

Após consolidar-se como uma vinícola consistente, com vinhos grandiosos, a Quinta do Monte d’Oiro passou a incorporar a agricultura biológica em meados de 2006, entrando em uma nova fase de sua bem-sucedida história.

Seu melhor vinho, o “Homenagem a Antônio Carquejeiro”, foi o grande campeão de uma série de degustações com os melhores vinhos tintos ibéricos, organizadas em Portugal e na Espanha, reunindo os melhores e mais famosos vinhos da península.

O Quinta do Monte Reserva 2000 tem um elegante estilo que lembra os ótimos Côte-Rôtie, do Rhône, uma vez que usa um corte de Syrah (96%) e Viognier (4%). O delicioso Vinha da Nora Reserva é o caçula da família, um concentrado corte de Syrah (95%) e Cinsault (5%).

Com seus maravilhosos vinhos tintos e seus grandes sucessos em degustações, a Quinta do Monte d’Oiro conseguiu se consagrar em pouco tempo como um dos grandes nomes de Portugal, façanha nada pequena. É mais uma novidade que a Mistral traz para você em primeira mão.

Produtor

Quinta do Vale Meão

A Quinta do Vale Meão é um fantástico produtor que, em pouco tempo, se tornou um dos maiores nomes de Portugal. Chamado de “Barca Nova”, pois é produzido com uvas dos mesmos ótimos vinhedos que produziam o Barca Velha.

Recentemente, foi considerado pela Revista de Vinhos como o melhor vinho tinto de Portugal, em uma prova na qual participaram 27 dos maiores tintos lusitanos. Quinta do Vale Meão também merece as mais altas notas da Wine Spectator para vinhos portugueses como os 97 pontos para a safra 2004 e os 95 pontos para 2003, entre as mais altas notas para vinhos tintos do mundo. Raro e disputadíssimo, é um ícone de minúscula produção.

O profundo e intenso Meandro é grande destaque do produtor português, de classe e estirpe inacreditáveis para sua faixa de preço. Recebeu nada menos que 92 pontos da revista Wine Spectator, que definiu o exemplar como “refinado e poderoso”.

Em 1971 a Quinta do Vale Meão usou os decursos da desapropriação da Barragem da Valeira para o plantio de uvas autóctones, privilegiando a Touriga Nacional, que não época havia sido quase abandonada na região do Douro devido à sua baixa produtividade. Hoje, a Touriga Nacional é uma das castas mais emblemáticas de Portugal e as vinhas já antigas da Quinta do Vale Meão são um patrimônio invejável para produção de grandes vinhos. 

A diversidade do solo nos vinhedos da Quinta do Vale Meão proporciona elevada variabilidade de terroirs, garantindo complexidade aos vinhos portugueses elaborados com uvas que são cultivadas em xisto, granito e aluvião.

Revitalizando a Adega dos Novos e a Adega da Barca velha, a Quinta do Vale Meão foi capaz de unir as novas técnicas de produção aos modelos tradicionais da vitivinicultura. A Adega da Barca Velha, por exemplo, ganhou novos equipamentos, mas permanece como a casa dedicada ao armazenamento dos reputados Vinhos do Porto.

A Quinta do Vale Meão elabora 3 tipos de vinhos tintos, os vinhos de corte Meandro Tinto e Quinta do Vale Meão e o vinho varietal “Monte Meão - Touriga Nacional”. Além disso o produtor elabora também o vinho de corte Meandro Branco, que é produzido com as uvas Arinto e Rabigato, em iguais proporções.

O vinho do porto desse produtor é o “Quinta do Vale Meão Porto Vintage”, que leva pelo menos 5 tipos de uva em sua composição. Esse vinho é colorido e intenso, com bom envelhecimento apresentará notas de frutas frescas.  

Produtor

Aristos - Liger-Belair Massoc Pedro Parra

Aristos, a mais comentada vinícola boutique chilena da atualidade, nasceu da união de Louis-Michel Liger-Belair com o premiado enólogo chileno François Massoc e o especialista em terroirs Pedro Parra.

Seus vinhos extremamente elegantes e de personalidade borgonhesa marcam um novo patamar para o vinho chileno. As quantidades são realmente baixíssimas e os vinhos são feitos com uvas de pequenos vinhedos excepcionais, escolhidos a dedo.

O Duquesa D’A Chardonnay é um vinho tão exclusivo que não ultrapassou o volume de duas barricas na safra em que foi lançado. O Master of Wine Peter Richards, ao prova-lo, não se conteve, descrevendo o vinho como “sensacional, brilhante”. A safra de 2008 recebeu nota máxima – 20/20 pontos da Decanter – um feito histórico para os vinhos brancos chileno. Segundo a revista, trata-se de um Chardonnay que “reflete o estilo e a qualidade de um Borgonha Grand Cru de um ano quente e rico”.

A Aristos também elabora minúsculas quantidades de dois vinhos tintos bastante exclusivos: o Baron D’A, um blend das uvas Cabernet Sauvignon, Petite Sirah, Syrah e Merlot que esbanja frutas vermelhas, boa acidez e excelente estrutura; e o Duque D’A Cabernet Sauvignon, um vinho tinto de grande finesse, inspirado nos grandes vinhos de Medóc. O Master of Wine Tim Atkin afirmas que “os vinhos de Aristos têm o potencial para serem os melhores de todo o Hemisfério Sul”.

“Aristos” significa “excelente” ou “nobre” no dialeto grego antigo. Trata-se de um projeto que nasceu há alguns anos atrás, movido pela paixão de três pessoas com excelente bagagem para produzir alguns dos melhores vinhos chilenos.

A ideia principal da vinícola é encontrar o melhor terroir para cada variedade de uva, produzindo “Grands Vins” do Chile. Ou seja, os vinhos Aristos são exemplares frescos e não muito alcoólicos. Pedro Parra já encontrou dois terroirs para duas variedades da propriedade, Chardonnay e Cabernet Sauvignon. Ambas são cultivadas na região de Cachapoal, no sopé dos Andes, onde a Chardonnay é plantada em uma altitude de 1.100 metros e a Cabernet a 900 metros.

Produtor

Macán (Vega Sicilia & Rothschild)

O que se pode esperar de um empreendimento conjunto entre a família Rothschild e Vega Sicília, duas das mais extraordinárias vinícolas de todo o mundo? Quando inaugurada, Macán foi apontada como "o projeto mais aguardado dos últimos anos" pelo crítico Robert Parker e sua revista The Wine Advocate. 

Após mais de uma década de pesquisa desde que, no início de 2000, decidiram formar esta joint venture, estas duas veneráveis vinícolas finalmente fundaram em 2009 a Bodega Benjamin de Rothschild & Vega Sicília. Os maravilhosos vinhos resgatam a elegância dos Rioja das décadas de 1960 e 1970, conservando sua pureza e precisão, mas sem a opulência encontrada nos Rioja mais modernos.

Com a ajuda do expert Fernando Remírez de Ganuza, os parceiros compraram vinhedos de excelente localização, com plantas antigas e de baixos rendimentos -- incluindo alguns plantados em 1920! Quatro safras experimentais foram vinificadas e o vinho foi lançado ao mercado somente após ter maturado mais de três anos em garrafa -- quando estava, enfim, pronto para ser vendido, bem ao estilo de Vega Sicília.

Resultado entre uma parceria de duas grandes vinícolas, entre Pablo Alvarez e Benjamin de Rothschild em 2003. Naquela época, Benjamin estava à procura de ajuda para investir e produzir vinhos na Espanha, então, Pablo concordou em tornar-se um parceiro no novo empreendimento.

A região escolhida foi Rioja, onde ambos reconheceram o grande potencial da área, admirando muitos dos vinhos produzidos lá. Após alguns anos, os dois compraram vinhas nos melhores locais de Rioja, produzindo dois vinhos ícones da casa, no estilo clássico de Bordeaux - Macán e Macán Clásico.

A filosofia de Macán é produzir vinhos que reflitam as particularidades do lugar. O Macán , segundo Jancis Robinson, "mostra a pureza e a elegância que encontramos nos vinhos 'viciantes'". Trata-se de um vinho tinto elaborado com a uva Tempranillo que, logo na primeira safra, recebeu notas impressionantes de toda crítica especializada. O Macán Clássico, elaborado para ser bebido mais cedo, é indiscutivelmente uma das melhores compras dos vinhos espanhóis.


Produtor

Tokaj Oremus (Vega Sicilia)

A história deste vinhedo localizado em Sátoraljaújhely remonta ao século 13, quando a Ordem Católica Romana dos Paulinos se estabeleceu nesta cidade da Hungria. O próprio nome "Oremus" sugere que os Paulinos desenvolveram a vinha nesse período. Durante o início de 1500, a terra foi confiscada e tornou-se propriedade da nobreza do país.

Segundo a lenda, o primeiro vinho feito com uvas Aszú botritizadas foi produzido a partir desta vinha, em torno de 1620. Na época, Zsuzsanna Lorantffy, a esposa do príncipe George Rákóczi I, possuía um grande vinhedo na Oremus sob a direção do pregador calvinista László Szepsi Maté, que é hoje considerado o inventor dos vinhos aszú. Relatos demonstram que, por causa da guerra com os turcos otomanos, as uvas tiveram de permanecer na videira mais tempo do que o habitual e, portanto, foram atingidas pela “pela podridão nobre”.

Szepsi então não se desfez da grande safra e usou as uvas botritizadas criando, talvez sem querer, um novo tipo de vinho, que conhecemos hoje como Aszú. No entanto, Szepsi só serviu sua criação à princesa Zsuzsanna depois de 10 anos, na comemoração da Páscoa de 1631.

Os vinhedos de Tokaj-Hegyalja foram os primeiros a ser formalmente classificados - mais de um século e meio antes da classificação de Bordeaux. Já no século XVII, a família Rákóczi introduziu a 1ª, 2ª e 3ª classes (ou cru) de classificação da qualidade. Há também registros de que tal método não sobreviveu e o segundo esforço oficial sobre a classificação foi concluída em 1772.

Em 1993, a família Alvarez, da Espanha, adquiriu a propriedade na Hungria e fundou a Tokaj-Oremos Viñedos y Bodegas, construindo, três anos depois, uma moderna adega para a vinificação que aproveitou os porões e labirintos do século XIII que lá se encontravam, unindo tradição e modernidade.

Um dos exemplares que refletem este trabalho, o Tokaji Aszú 6 Puttonyos de Oremus é incrivelmente doce e denso, um verdadeiro néctar, de grande complexidade e presença de boca. É um vinho simplesmente sublime, de muita elegância e refinamento, sem nem uma sombra do caráter oxidativo de alguns Tokaji mais rústicos. Sem dúvida entre os maiores vinhos de sobremesa do mundo. 

Produtor

Viña Carmen

Viña Carmen é um dos melhores e mais reputados produtores chilenos, elaborando vinhos tintos e brancos que são considerados entre os melhores da América do Sul.

Trata-se simplesmente da mais antiga e tradicional vinícola do Chile, fundada em 1850. Indicada simplesmente oito vezes nos últimos dez anos como “Vinícola do Ano” pela Wine&Spirits, ela também foi indicada como a “Value Brand of the Year” (‘marca de melhor relação qualidade e preço do ano’) pela revista.

Em todas as faixas de preço, seus vinhos chilenos estão indiscutivelmente entre os melhores do país, recebendo inúmeros prêmios e elogios da imprensa e crítica especializada. Seu reputado vinho Winemaker’s Reserve Red foi eleito como o “Melhor Blend Tinto do Chile” pela Wine&Spirits e um dos “Melhores Vinhos do Ano” pela revista, com 93 pontos.

Seu cultuado Gold Reserve já foi eleito o melhor tinto do Chile em 2003 pelo principal guia de vinhos chileno, o Guía Descorchados, com 94 pontos, e é um dos vinhos chilenos mais bem pontuados pela Wine Spectator, com 92 pontos nas últimas duas safras avaliadas. A revista o indica como um dos “Top Wines” no país.

Viña Carmen é a terceira maior vinícola do Chile e a primeira a cultivar uvas de modo orgânico. No Brasil, seus vinhos foram recebidos e apreciados com grande apelo, fazendo do país o terceiro maior mercado da adega, atrás apenas da Irlanda e do Canadá.

Foi nas terras de Viña Carmen, no ano de 1994, que ocorreu o 'renascimento' da uva Carmenère, originária de Bordeaux e reconhecida pelo ampelógrafo francês Jean-Michel Boursiquot na região chilena. Desconfiado do tempo de amadurecimento de algumas uvas consideradas Merlot, o especialista realizou testes em laboratório para lavrar então a certidão de “renascimento” da uva Carmenère, notícia que ganhou o mundo.

A cada ano, as vinícolas chilenas investem com maior sucesso na melhoria de seus rótulos, com inovações e tecnologia para produzir vinhos que competem com os melhores do Novo Mundo.

Produtor

Viña Montes

Viña Montes é um dos maiores nomes do Chile, elaborando fantásticos vinhos tintos e brancos, de muita personalidade e imbatível relação qualidade e preço.

Sua reputação no Brasil e afora é enorme e seus vinhos estão sempre entre os melhores da América do Sul. O produtor foi o pioneiro dos vinhos de alta qualidade no Chile, mais de três décadas atrás. Seu vinho mais emblemático, o Montes Alpha Cabernet Sauvignon, foi o primeiro grande vinho tinto chileno, recebendo enorme reconhecimento internacional. Concentrado e elegante, ele foi inspirado nos grandes tintos de Médoc e costuma merecer sempre ótimos prêmios.

Os Montes Alpha Cabernet Sauvignon e Merlot foram recentemente eleitos como “os melhores ‘Bordeaux’ do Chile” pela revista Decanter, para quem são “muito estilosos, o Chile em seu aspecto mais clássico”. A mesma inspiração deu origem ao excelente Montes Alpha “M”, um dos grandes vinhos da América do Sul e o primeiro “superpremium” do país.

O inovador Folly, um Syrah ao nível dos melhores do mundo, é outro de seus vinhos chilenos que já nasceram célebres, assim como o Purple Angel, um super Carmenère. Os vinhos da linha Montes, entre os mais acessíveis da bodega, são ricos e saborosos, verdadeiros achados, de qualidade impressionante pelo preço. E o delicioso Cherub, um super-rosé de Syrah, é elaborado com uvas plantadas especialmente para a elaboração do vinho. 

Fruto da sociedade entre os amigos Douglas Murray e Aurélio Montes — um dos maiores enólogos chilenos — a Viña Montes é uma verdadeira colecionadora de prêmios e altas notas. Em seu guia de vinhos, Hugh Johnson se desmancha em elogios à vinícola e afirma: “the best in Chile”.

Considerado um dos ícones da atividade vinícola, o enólogo Aurélio Montes diz que “80% de um bom vinho vêm dos vinhedos e apenas 20% vêm das adegas”. Dessa maneira, o cuidado com os vinhedos é primordial, permitindo-os produzir vinhos chilenos de classe mundial.

Viña Montes foi não só a precursora dos vinhos de alta qualidade no Chile, servindo como um divisor de águas na história da viticultura chilena, como também inaugurou uma profunda transição da 'quantidade' para a 'qualidade' em todo o cenário vinícola do país. Uma curiosidade da vinícola chilena: na sala de barricas, seus vinhos descansam ao som de cantos gregorianos.

Produtor

Viñedos del Contino

Um dos raros produtores a receber cinco estrelas de Parker. Um vinho fino, de rico bouquet e grande classe. Um dos três tintos espanhóis recomendados por Hugh Johnson para 1997 (os outros foram Remelluri e Viña Pedrosa).

Produtor

Bodegas Caro (Catena & Rothschild)

Foi em 1999 que a ideia de uma parceria entre dois dos maiores nomes do vinho – Domaines Barons de Rothschild (Lafite) e da família Catena – se consolidou como a bem-sucedida Bodegas Caro. O entusiasmo nascido dessa ideia se materializou rapidamente no projeto para atingir um único vinho da aliança de duas culturas, francesa e argentina, com dois varietais – Malbec e Cabernet Sauvignon – e a experiência das duas casas.

A família Catena, a grande referência do vinho argentino desde 1902, tem aproveitado seu profundo conhecimento de vinhedos de altitude em Mendoza e a paixão pela uva Malbec para localizar os melhores terroirs e produzir as melhores uvas da Argentina. A Domaine Barons Rothschild (Lafite) trouxe a sua experiência ao longo de um século de Cabernet Sauvignon e a arte de elaborar grandes vinhos através da combinação de diferentes varietais.

Intercâmbios e trabalhos de seleção foram realizados desde 1999 para produzir, em 2000, a primeira safra da Caro. O sucesso das primeiras safras em 2003 os levou a projetar outro Amancaya que, como seu antecessor, oferece um equilíbrio harmonioso de identidade argentina e do estilo de Bordeaux. A gestão técnica da propriedade e vinificação são realizadas por Fernando Buscema. Enquanto Olivier Tregoat, diretor técnico de propriedades da DBR (Lafite), fornece supervisão técnica.

Desde sua primeira safra tem recebido incríveis elogios da imprensa especializada internacional, consolidando-se como um dos grandes ícones do vinho na América do Sul. O melhor vinho da casa argentina é o Caro, um maravilhoso corte de Cabernet Sauvignon (70%) e Malbec (30%). Seu estilo é bem francês, mais elegante e aristocrático, cheio de nuances e com um excelente final de boca, trazendo toda a classe dos Rothschild.

Com a mesma estirpe do Caro, o “deuxième vin” da bodega é o delicioso Amancaya, de fantástica relação entre qualidade e preço. Ele mereceu nada menos do que 92 pontos da revista Wine Enthusiast e foi indicado como “Editor’s Choice” pela revista — resultado realmente impressionante para um vinho desta faixa de preço!

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