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Portugal

Região

Produtor

Herdade de Coelheiros

Uma propriedade histórica, com um legado que remonta ao séc. XV, a Herdade de Coelheiros é um dos melhores produtores do Alentejo e de Portugal. Seus vinhos grandiosos sempre foram presença obrigatória nas adegas dos enófilos da península ibérica, sendo uma verdadeira referência entre os vinhos do Alentejo. 

Em 2015, esta prestigiosa vinícola alentejana - considerada pelo crítico João Paulo Martins uma das melhores do país, foi adquirida pelo brasileiro Alberto Weisser. Com a ajuda do enólogo Luís Patrão, o novo proprietário remodelou a linha de vinhos, concentrando esforços no ambicioso projeto de elaborar os mais reputados vinhos do Alentejo e de Portugal. Para tanto, passou a focar exclusivamente na produção de tintos e brancos de alta gama, em quantidades limitadas e foco absoluto na qualidade. São vinhos que competem com os melhores da região e do país.

A Herdade de Coelheiros está engajada com a questão ambiental e a produção sustentável de vinhos, e que agora elabora seus tintos e brancos alentejanos com a chancela do Programa de Sustentabilidade dos Vinhos do Alentejo. A Herdade de Coelheiros aderiu ao PSVA em 2016, recebeu o selo em 2020. Para obter a certificação do PSVA, é preciso atender a mais de 150 critérios de avaliação que devem ser seguidos nos vinhedos e na adega. As medidas vão desde a redução do consumo de energia e água e do peso das garrafas até a construção de ninhos para morcegos (aliados no combate de pragas) e a utilização de barricas e rolhas com o selo FSC. Com cerca de 800 hectares, dos quais 50h são dedicados ao plantio de vinhas em parcelas selecionadas, a propriedade encontra-se numa paisagem de grande biodiversidade, composta por um pomar de 40 hectares de nogueiras e uma vasta área de montado. 

 A nova linha Coelheiros é produzida com castas típicas portuguesas em um estilo rico e elegante, com um destacado acento regional. O Tapada de Coelheiros - um sofisticado corte de Cabernet Sauvignon e Alicante Bouchet - permanece o carro-chefe da vinícola, com a produção ainda mais limitada e o rótulo redesenhado. A versão branca do Tapada de Coelheiros, um longevo corte de Arinto e Roupeiro, também ganhou nova etiqueta. O Vinha do Taco é um tinto grandioso, elaborado com base na Petit Verdot apenas em safras excepcionais. 

O impressionante Tapada de Coelheiros Garrafeira é um dos maiores tintos de Portugal. Complexo, encorpado e profundo, mereceu em uma grande prova no final de 2019, 96 pontos de Robert Parker para a safra 2009, a segunda nota mais alta já concedida a um vinho do Alentejo na história da The Wine Advocate. São todos vinhos de grande classe e tipicidade, que certamente estão entre os mais interessantes de Portugal.

 

Produtor

Luis Pato

Luis Pato é uma verdadeira lenda em Portugal, o "revolucionário da Bairrada", que domesticou a casta Baga e transformou os vinhos da região em alguns dos melhores, mais finos, estruturados e complexos exemplares do país.

Seu Luis Pato tinto é ótimo, saboroso e estruturado, enquanto seus Bairrada de Vinhedo – Vinha Pan, Vinha Barrosa e Quinta do Moinho – são grandes vinhos e de muita personalidade. O Vinhas Velhas é macio e complexo, enquanto o Vinha Formal é um dos grandes brancos portugueses.

O lendário e raro Quinta do Ribeirinho Pé Franco é o melhor tinto de Portugal, para Robert Parker. Verdadeiro símbolo do vinho português, tal exemplar é um dos excelentes e mais singulares vinhos do mundo todo. As vinhas da Baga são plantadas em pé franco, sem enxerto, como o próprio nome diz e seus rendimentos são pequenos, tornando a ínfima produção disputadíssima. Pé Franco é um vinho tinto português poderoso e concentrado, dono de uma profundidade incomum, mas ao mesmo tempo, clássico e muito elegante, durando por décadas.

João Pato, em 1970, começou a engarrafar os exemplares produzidos a partir de suas vinhas, tornando-se o pioneiro a engarrafar e produzir vinhos na região da Bairrada após sua demarcação. Seu filho, Luis Pato, herdou seu amor pela vinicultura e produziu seu primeiro exemplar em 1980: um monovarietal da uva Baga, com uma qualidade excepcional e raridade absoluta, procurado ainda hoje por apreciadores que o consideram como um verdadeiro tesouro.

A uva Baga, famosa na Bairrada, pode gerar vinhos portugueses adstringentes e herbáceos. Entretanto, nas mãos de brilhantes produtores como Luis Pato, considerado o “domador da Baga”, é capaz de produzir vinhos expressivos, com grande complexidade e capacidade de guarda.

Os maiores mercados consumidores dos vinhos portugueses elaborados por Luis Pato são os Estados Unidos, a China (Macau, mais precisamente), a Noruega e por fim, o Brasil. Nos 60 hectares de vinha encontram-se cultivadas as uvas tintas Baga e Tinto Cão. Dentre as variedades brancas ocorre o plantio das uvas Maria Gomes, Cercial da Bairrada, Bical e Sercialinho.

Produtor

Altano / Symington

O produtor Altano elabora um saboroso vinho tinto, produzido com uvas de vinhedos do mítico Vale da Vilariça, pertencentes à casa Symington (a mesma do famoso Porto Graham’s). São vinhos realmente deliciosos, que figuram sempre nas listas das melhores compras de Portugal de praticamente toda a imprensa especializada.

A família Symington acumula conhecimento no mundo do vinho ao longo de vários anos, cultivando suas vinhas na região do Douro Superior e em outras áreas de Portugal. Esta coleção de vinhas é extremamente fina e elegante, distribuídas ao longo do comprimento do Vale do Douro, fornecendo a base que sustenta a qualidade dos vinhos do Porto.

Symington é uma empresa totalmente familiar e gerida por alguns dos principais enólogos e produtores do vinho do Porto, onde a vinícola é responsável pela produção de, aproximadamente, 32% de todas as categorias do Porto premium.

Trata-se do único produtor da região do Douro a ter elaborado um vinho do Porto no século XXI que mereceu os perfeitos 100 pontos da Wine Spectator, com o vinho Porto Vintage da Dow na safra de 2007. A dedicação da família ainda foi reconhecida pela Wine Spectator que classificou também o mesmo vinho Porto Vintage Dow na safra de 2011 como o vinho número 1 do ano em 2014.

A família Symington é proprietária também da vinícola Altano, uma das principais na região do Douro. O vinho branco Altano é marcado por uma coloração de palha brilhante, com deliciosos aromas cítricos e de frutas tropicais, bem como um paladar exuberante e um final refrescante. Trata-se de um exemplar ideal para noites quentes de verão.

Já o vinho tinto Altano apresenta um aroma frutado característico e floral, com uma coloração vermelha-escura. É um exemplar bastante equilibrado, dono de taninos doces, corpo médio e um acabamento harmonioso bem suave.

A casa oferece ainda um vinho tinto orgânico, com um corpo médio, extremamente equilibrado e com um final persistente. Além disso, trata-se de um exemplar com coloração rubi, notáveis aromas de frutos maduros vermelhos, especiarias e florais.

Produtor

Soalheiro

Localizada em Melgaço, ao norte de Portugal, a Quinta de Soalheiro está entre um conjunto de montanhas que oferecem as condições ideais de temperatura, níveis pluviométricos e exposição ao sol necessárias à excelente maturação da uva Alvarinho.

Todas essas características geográficas, além de um microclima bastante particular dessa região, levou João Antônio Cerdeira a plantar sua primeira vinha de Alvarinho. Em 1982, criou sua primeira marca: Alvarinho de Melgaço – Soalheiro e, atualmente, encontra-se entre os melhores produtos portugueses.

Toda a propriedade apresenta um modo de produção biológico, promovendo e respeitando a biodiversidade da flora e fauna do local. As uvas Alvarinho utilizadas no Soalheiro, vinho clássico da casa, são provenientes das pequenas vinhas plantadas em solo granítico, situadas entre 100 e 200 metros de altitude. A boa exposição solar – soalheiro – serviu como inspiração para batizar os vinhos portugueses produzidos na propriedade.

João Antônio procurou constantemente melhorar a qualidade na produção de seus vinhos portugueses, o que resultou em inúmeras mudanças e evoluções na adega da Quinta de Soalheiro ao longo dos anos. Atualmente, a propriedade conta com equipamentos modernos que possibilitam um controle minucioso tanto da vinificação quanto do envase, respeitando as particularidades das uvas vinificadas.

A adega da propriedade está dívida em diversas seções: recepção de uvas, prensagem, vinificação em inox, vinificação em barris de carvalho, envase e armazenamento (para espumantes e vinhos). Em todas as etapas realiza-se um criterioso controle de qualidade, respeitando a tradição nos métodos produtivos.

O vinhos produzidos pela Quinta de Soalheiro são, simplesmente, os melhores e mais premiados Alvarinho da atualidade, considerado por Jancis Robinson como o melhor vinho verde (exemplares produzidos na região demarcada dos Vinhos Verdes, em Portugal). Também obteve o primeiro lugar no mais recente painel de Alvarinhos realizado pela Revista de Vinhos, distinção que costuma obter consistentemente, considerado um exemplar com excelente frescura, finesse e aromas, bem como muita personalidade.

Produtor

Madeira Wine Company

Produtor

Morgadio Da Calcada (dirk Niep

Produtor

Monte Do Alamo

Produtor

Quinta Do Mondego (munda)

Produtor

Invencível

Produtor

Quinta da Fonte Souto (Symington)

Quinta da Fonte Souto é a nova e aguardada vinícola alentejana da família Symington. A propriedade foi escolhida a dedo por seu terroir único, na serra de São Mamede. Os vinhedos são plantados a mais de 500 metros de altitude em uma área de grande biodiversidade, incluindo uma reserva florestal repleta de castanheiras e sobreiros. Os solos são de xisto e granito. Esta paisagem bastante particular proporciona baixos rendimentos das vinhas, que originam vinhos com um equilíbrio e frescor difíceis de serem encontrados na região do Alentejo. Os vinhos são vinificados de maneira pouco intervencionista, de modo a evidenciar o terroir tão distinta e especial da serra de São Mamede.

 

Produtor

Chryseia / Prats & Symington

A família Symington, proprietária do lendário Porto Graham’s, vem elaborando alguns fantásticos vinhos tintos com uvas de seus ótimos vinhedos no Douro. Atualmente, é proprietária de duas produtoras na região, Quinta de Perdiz e Quinta de Roriz, do qual nasceu o projeto Chryseia.

Iniciado em 1998, Chryseia foi projetado quando a família Symington fez parceria com o antigo proprietário do Château Cos-d'Estournel, Bruno Prats, para produzir um vinho de mesa de alta qualidade na região.

Ambas as Quintas se encontram na Freguesia de São João de Pesqueira, perto da aldeia de Ervedosa. Os diferentes microclimas de cada uma delas produzem resultados muito singulares, assim como solos com características distintas.

Roriz tem vestígios de estanho misturado no solo de xisto das antigas instalações mineiras no ponto mais alto da propriedade, o que dá uma forte características de mineralidade aos vinhos. Sua localização junto ao Douro, virada para o norte, garante noites mais frias durante a época de amadurecimento, o que, por sua vez, resulta em fortes qualidades aromáticas, reconhecíveis nos seus vinhos.

Perdiz, por sua vez, encontra-se num declive íngreme do outro lado da mesma montanha no Vale do Rio Torto, que corre a noroeste para o Vale do Douro, perto do Pinhão. Produz vinhos maduros, macios e aveludados no clima mais quente – característico da região.

Entre as joias desse produtor, está o Post-Scriptum 2012, produzido segundo os mesmos princípios dos “deuxème vins” de Bordeaux, é um dos vinhos grandiosos de Chryseia. Robusto, elegante e concentrado, pode ser bebido jovem e apreciado em todo seu frescor.

Já o fabuloso Chryseia já nasce como um dos grandes vinhos de Portugal, sendo um projeto conjunto da família com Bruno Prats, do Château Cos d’Estournel. Trata-se de um dos vinhos mais disputados e comentados do país, uma verdadeira preciosidade. É o único vinho tinto português a ser indicado para a lista dos "100 Melhores Vinhos do Mundo" da Wine Spectator, desde sempre! Um grande vinho.

Produtor

Quinta da Ponte Pedrinha

Quinta da Ponte Pedrinha é uma pequena e admirável propriedade do Dão, proprietária de alguns excelentes vinhedos, que produz alguns vinhos tintos muito saborosos e tradicionais, extremamente bem elaborados, com bastante caráter e excelente relação entre qualidade e preço.

Um surpreendente produtor que representa incrivelmente uma das regiões mais tradicionais de Portugal. Os vinhos produzidos por Maria de Lourdes Mendes Oliva Nunes Osório são o Dão em seu mais puro estado. Com mais de 30 anos, a propriedade conta com um terroir privilegiado que garante um nível elevadíssimo aos seus rótulos.

A quinta já pertence à família de Maria de Lourdes há quatro séculos e faz questão de manter a tradição, em perfeita comunhão com a natureza, aliando tecnologia ao modo antigo e rústico de se fazer vinhos. Os solos são graníticos e se encontram na sub-região da Serra da Estrela, de onde também vem o famoso queijo português. São apenas 50 hectares de vinhas replantadas e mais 7 plenos de vinhas antigas, com mais de 400 anos de existência.

Na Quinta da Ponte das Pedrinhas, paciência é a palavra-chave. Os ritmos, tempos e processos naturais – essenciais para a elaboração de ótimos vinhos – são respeitados e levados muita à sério. Nenhuma etapa é acelerada ou descartada e a diversidade de castas é também uma constante.

As brancas Encruzado, Cercial, Malvasia Fina, Bical e Verdelho estão sempre presentes, dando origem a vinhos brancos complexos, aromáticos e frutados e cheios de frescor, assim como as tintas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Jaén e Alfrocheiro, dando origem a vinhos muito encorpados e palatáveis, complexos e de grande potencial para envelhecimento, graças aos bons taninos que apresentam.

O Quinta da Ponte Pedrinha é delicioso, um verdadeiro achado, enquanto o Reserva é ainda mais concentrado e profundo. Trata-se de um corte de Touriga Nacional, Alfrocheiro Preto e Jaén. Segundo João Paulo Maritns, “daqueles vinhos consensuais, que é bom saber que ainda existem”.

Produtor

Quinta da Lagoalva de Cima

A Quinta da Lagoalva de Cima é um dos pioneiros e um dos melhores produtores da emergente região do Tejo. O produtor vem mostrando alguns excelentes rótulos, inclusive um dos melhores vinhos de Portugal elaborados com a uva Syrah, que obteve inúmeros prêmios no país e afora, e é produzido apenas nas melhores safras.

Esse ótimo vinho tinto de Portugal, o Lagoalva de Cima Syrah, foi considerado o melhor vinho do Tejo em uma prova organizada pela Revista de Vinhos, que reuniu os melhores exemplares da região. Recentemente o produtor também resgatou o tipo de uva Alfrocheiro, elaborando um vinho tinto excelente e singular, que mostra o potencial da casta. Esse exemplar envelhece por 12 meses em barris de carvalho e, quando é liberado para consumo, apresenta notas de especiarias, tabaco e frutas pretas. Com bons taninos, o vinho harmoniza de forma excelente com pratos de forno e queijos curados.

Esse exemplar foi indicado como um dos melhores vinhos tintos de Portugal pela revista Decanter. Os vinhos tintos e brancos que levam o nome da Quinta da Lagoalva de Cima são excelentes, muito saborosos, finos e concentrados.

Ricos e envolventes, os Quinta da Lagoalva Castelão/Touriga Nacional e Tinta Roriz/Touriga Nacional são ambos belos achados, com excelente relação entre qualidade e preço, assim como o rótulo mais recente do produtor, o Monte da Casta.

A Quinta de Lagoalva de Cima produz alguns ótimos vinhos de corte brancos, com as uvas Arinto e Chardonnay, bem como um delicioso rosé, o Monte de Casta Rosé, um exemplar equilibrado e fresco, que apresenta notas de morango e, acompanhado de mariscos, carnes magras ou saladas, proporciona experiências únicas.

Com 45 hectares de vinhas plantadas, a Quinta da Lagoalva de Cima cultiva diversas uvas, entre as quais, estão a Verdelho, Sauvignon Blanc, Tinta-Roriz, Cabernet Sauvignon, entre outras.

Entre seus exemplares, o produtor apresenta um imponente vinho branco, o Quinta da Lagoalva de Cima Late Harvest. Esse exemplar é elaborado com uvas colhidas tardiamente das vinhas, dessa forma a uva desenvolve elevada concentração de açúcar, que dá origem – após fermentação em cuba por 6 semanas – a vinhos elegantes de aromas intensos, que harmoniza bem com queijos de pasta mole e sobremesas.

Produtor

Quinta da Pellada

Quinta da Pellada é atualmente o maior nome do Dão e um dos melhores produtores de Portugal, que vem recebendo uma avalanche de merecidos prêmios. Trata-se do "Produtor do Ano" para José Salvador, para quem "é o mais moderno e inovador produtor de vinhos em Portugal".

O Estágio Prolongado é considerado o melhor vinho tinto do Dão pela Revista de Vinhos. Os varietais estão sem dúvida entre os melhores do país, merecedores de inúmeros prêmios. O Quinta de Saes é "excepcionalmente rico, macio, bastante frutado, de ótima acidez e muito charmoso", na opinião de Jancis Robinson, que o escolheu como "de longe o melhor best buy".

As primeiras referências conhecidas sobre a Quinta da Pellada datam de 1570, aproximadamente. Em 1980, o engenheiro Álvaro de Castro herdou a propriedade e, dedicando-se exclusivamente a ela, restabeleceu a tradição familiar quebrada a duas gerações graças às suas referências e lembranças da juventude. Em 1989, então, produz seu primeiro vinho.

Estabelecida na região do Dão, Quinta da Pellada é enquadrada por três maciços montanhosos – Buçaco, Caramulo e Serra da Estrela – que a preservam dos ventos atlânticos e lhe atribuem condições climáticas bastante específica.

A adega é responsável por abrigar as vinícolas Quinta de Saes, com suas origens remotas (cujas referências datam 1258), e a Outeiro, uma vinha mais próxima da adega, primeiramente alugada e depois anexada à Casa da Passarela (2002) que depois originou o vinho PAPE (PA-Passarela e PE-Pellada).

As vinhas, que apresentam idades entre 3 e 65 anos, estão localizadas a uma altitude média de 550 metros. A área total da propriedade é de aproximadamente 60 hectares, onde estão plantadas, em solo de base de granito, areia e argila, as castas originárias da região: Encruzado, Cercial, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Jaen, Alfrocheiro e Baga. Uma Vinha Velha, com mais de 30 castas diferentes, também está entre a área cultivada da produtora.

Produtor

Blandy’s

Blandy’s é o melhor produtor de vinhos da Madeira. Esta seleção representa o máximo nível atingido por tipo de vinho.

O Sercial é seco e o Verdelho é meio seco, enquanto o Bual é meio doce e o Malmsey é doce (rich). Já o raríssimo Terrantez tem um estilo entre o Verdelho e o Bual. O Bual 10 anos arrematou a excelente nota 17,5/20, sendo descrito como “incrivelmente prazeroso” por Jancis Robinson.

O 15 Years Old Malmsey ganhou "Gold Medal" no International Wine Challenge 98, em Londres. Em uma recente prova, Jancis Robinson concedeu sua nota máxima a um Malmsey da safra de 1880 que, mesmo com 130 anos de idade, ainda estava “jovem” segundo a jornalista, sendo capaz de evoluir por mais pelo menos 30 anos.

A família Blandy ainda é responsável por gerir toda a adega, tornando-se únicos no setor. Ao longo da história, a família desempenhou um papel de destaque no desenvolvimento do fortificado vinho Madeira e, nos dias de hoje, continuam a habitar a ilha, dando continuidade a uma longa tradição familiar que data desde o início de 1800. Ou seja, cerca de dois séculos quase que exclusivamente destinados à produção dos vinhos da Madeira.

A ilha da Madeira, umas das regiões vinícolas mais famosas de Portugal, de origens vulcânicas é privilegiada pela sua localização geográfica no Atlântico, potencializando de forma inequívoca a expansão vinícola. O relevo da ilha é montanhoso e íngreme, recortada em dois por uma cordilheira que atinge 1.862 metros de altitude, resultando em sete diferentes microclimas, que desempenham um efeito determinante na localização dos vinhedos.

Desde o século XVII, os vinhos da Madeira são reconhecidos como um dos grandes vinhos do mundo. O Madeira manteve suas características e qualidades únicas devido ao trabalho incansável das gerações da família Blandy e aos terroirs encontrados na ilha. Os vinhos produzidos por Blandy’s possuem um estilo particularmente complexo, longo e rico, com uma fina acidez – típica dos vinhos da Madeira.

Produtor

Quinta do Côtto

A Quinta do Côtto é um dos melhores e mais tradicionais produtores da região do Douro, tendo sido o grande pioneiro na criação do conceito dos "Vinhos de Quinta", a exemplo dos melhores châteaux de Bordeaux.

A Quinta produz dois vinhos tintos que certamente estão entre os mais famosos do Douro: o lendário Quinta do Côtto Grande Escolha -- um dos maiores vinhos portugueses, elaborado apenas em safras excepcionais -- e o delicioso Quinta do Côtto tinto, verdadeiro clássico. O Vinha do Dote é elaborado apenas com uvas de um vinhedo plantado há mais de 90 anos, que foi dado como dote no casamento da "Avó Rosa", que fundou junto de seu marido Antônio Montez Champalimaud a empresa em 1922.  O Sousão é a mais recente adição ao portfólio da Quinta do Cotto, mostrando as qualidades desta interessante uva autóctone.

Localizada no coração da mais antiga e tradicional região vinícola demarcada de Portugal, a Quinta do Côtto possui 70 hectares de vinhedos mencionados já desde os primeiros documentos relacionados com a implementação de vinhas no Vale do Douro.

Na região dos Vinhos Verdes são produzidos os deliciosos brancos de Paço do Teixeiró. O Avesso, elaborado com a uva de mesmo nome, é uma deliciosa surpresa: encorpado e profundo, com um sabor seco e marcante. O Paço do Teixeró branco, por sua vez, é muito saboroso, refrescante e aromático, um dos melhores exemplos de brancos sérios da região de Vinhos Verdes.

Durante vários séculos, a propriedade da Quinta do Côtto centrou-se quase que exclusivamente na produção dos tradicionais vinhos do Porto. Algumas pequenas quantidades de vinhos tintos e brancos também foram feitas, mas apenas para o próprio consumo da família.

Em 1932, após o ataque da praga filoxera, a vinícola e os vinhedos da Quinta do Côtto foram modernizados a fim de produzir também vinhos brancos e tintos, além dos fortificados vinhos do Porto, com base nas castas tradicionais e com os recentes métodos de vinificação. 

Miguel Montez Champalimaud, da 5a geração da família, assumiu a Quinta do Côtto recentemente, implementando mudanças estratégicas para melhorar ainda mais a qualidade dos vinhos.

Para muitos críticos e especialistas de vinhos europeus, um vinho da Quinta do Côtto representa, atualmente, um vinho produzido e engarrafado em um determinado terroir, com uvas selecionadas com muito cuidado pelos enólogos e com uma garantia de qualidade, personalidade e autenticidade - características indispensáveis para a produção de bons vinhos.

 


Produtor

Quinta do Monte d’Oiro

A Quinta do Monte d’Oiro está localizada em Lisboa e sua história remonta ao século XVII, época em que já produzia vinhos notáveis. Em 1986, foi adquirida pelo conaisseur gastronómico José Bento dos Santos, responsável pelo replantio das melhores parcelas do vinhedo, visando o cultivo de castas que dão origem aos melhores vinhos do mundo, no estilo europeu. Para isso, dedicou-se por vários anos a estudar as condições climáticas e outras características da área, entendendo quais variedades melhor se adaptariam para esse propósito.

A premissa de José Bento é elaborar vinhos requintados e gastronômicos, que tivessem o perfil ideal para harmonizar com pratos da culinária regional, cozinha clássica e alta cozinha. Para garantir a alta qualidade e riqueza enológica dos vinhos elaborados, a adega optou por uma produção de baixos rendimentos, em que se tem o controle total desde o cultivo até o envasamento.

A adega conta com 42 hectares e apenas 15 foram replantados com as variedades Sirah, Viognier e Petit Verdot, originárias de suas regiões originais na França, além das castas nacionais Touriga e Tinta Roriz.

Após consolidar-se como uma vinícola consistente, com vinhos grandiosos, a Quinta do Monte d’Oiro passou a incorporar a agricultura biológica em meados de 2006, entrando em uma nova fase de sua bem-sucedida história.

Seu melhor vinho, o “Homenagem a Antônio Carquejeiro”, foi o grande campeão de uma série de degustações com os melhores vinhos tintos ibéricos, organizadas em Portugal e na Espanha, reunindo os melhores e mais famosos vinhos da península.

O Quinta do Monte Reserva 2000 tem um elegante estilo que lembra os ótimos Côte-Rôtie, do Rhône, uma vez que usa um corte de Syrah (96%) e Viognier (4%). O delicioso Vinha da Nora Reserva é o caçula da família, um concentrado corte de Syrah (95%) e Cinsault (5%).

Com seus maravilhosos vinhos tintos e seus grandes sucessos em degustações, a Quinta do Monte d’Oiro conseguiu se consagrar em pouco tempo como um dos grandes nomes de Portugal, façanha nada pequena. É mais uma novidade que a Mistral traz para você em primeira mão.

Produtor

Quinta do Vale Meão

A Quinta do Vale Meão é um fantástico produtor que, em pouco tempo, se tornou um dos maiores nomes de Portugal. Chamado de “Barca Nova”, pois é produzido com uvas dos mesmos ótimos vinhedos que produziam o Barca Velha.

Recentemente, foi considerado pela Revista de Vinhos como o melhor vinho tinto de Portugal, em uma prova na qual participaram 27 dos maiores tintos lusitanos. Quinta do Vale Meão também merece as mais altas notas da Wine Spectator para vinhos portugueses como os 97 pontos para a safra 2004 e os 95 pontos para 2003, entre as mais altas notas para vinhos tintos do mundo. Raro e disputadíssimo, é um ícone de minúscula produção.

O profundo e intenso Meandro é grande destaque do produtor português, de classe e estirpe inacreditáveis para sua faixa de preço. Recebeu nada menos que 92 pontos da revista Wine Spectator, que definiu o exemplar como “refinado e poderoso”.

Em 1971 a Quinta do Vale Meão usou os decursos da desapropriação da Barragem da Valeira para o plantio de uvas autóctones, privilegiando a Touriga Nacional, que não época havia sido quase abandonada na região do Douro devido à sua baixa produtividade. Hoje, a Touriga Nacional é uma das castas mais emblemáticas de Portugal e as vinhas já antigas da Quinta do Vale Meão são um patrimônio invejável para produção de grandes vinhos. 

A diversidade do solo nos vinhedos da Quinta do Vale Meão proporciona elevada variabilidade de terroirs, garantindo complexidade aos vinhos portugueses elaborados com uvas que são cultivadas em xisto, granito e aluvião.

Revitalizando a Adega dos Novos e a Adega da Barca velha, a Quinta do Vale Meão foi capaz de unir as novas técnicas de produção aos modelos tradicionais da vitivinicultura. A Adega da Barca Velha, por exemplo, ganhou novos equipamentos, mas permanece como a casa dedicada ao armazenamento dos reputados Vinhos do Porto.

A Quinta do Vale Meão elabora 3 tipos de vinhos tintos, os vinhos de corte Meandro Tinto e Quinta do Vale Meão e o vinho varietal “Monte Meão - Touriga Nacional”. Além disso o produtor elabora também o vinho de corte Meandro Branco, que é produzido com as uvas Arinto e Rabigato, em iguais proporções.

O vinho do porto desse produtor é o “Quinta do Vale Meão Porto Vintage”, que leva pelo menos 5 tipos de uva em sua composição. Esse vinho é colorido e intenso, com bom envelhecimento apresentará notas de frutas frescas.  

Produtor

Campolargo

Campolargo, este brilhante produtor da Bairrada, voltou a elaborar vinhos para o mercado em meados dos anos 1990, quando iniciaram testes de vinificação com as diversas castas que já possuíam plantadas em sua propriedade. Foi então que, em 2000, realizaram a primeira colheita e, somente em 2004, construíram uma nova adega.

Porém, o sucesso foi tanto que em 2005, Campolargo foi eleito o “Produtor do Ano” pela Revista de Vinhos e em 2006 pela Revista Blue Wine. Os vinhos maravilhosos e originais elaborados pelo inventivo Carlos Campolargo também foram todos muito premiados pela imprensa especializada portuguesa este ano. Seus Calda Bordalesa, Vinha da Costa e Termeão foram indicados entre os melhores vinhos da Bairrada, enquanto o Entre II Santos foi eleito “A Melhor Compra” em Portugal.

Atualmente, Carlos e Jorge Campolargo – terceira geração da família – são os responsáveis pela vinha que já começa a ter sangue novo da quarta geração, Joana Campolargo, que também apoia a família na administração dos negócios e relações externas.  

As vinhas da Campolargo são compostas por duas propriedades, a Quinta de São Mateus, na Freguesia de São Lourenco do Bairro, e a Quinta de Vale de Azar, na Freguesia de Arcos. Nelas estão plantadas boas quantias da uva Touriga Nacional, Baga, Pinot Noir, Tinta Barroca, Cabernet Sauvignon e Trincadeira da Bairrada (Periquita). As castas brancas são: Arinto, Bical, Cerceal e Verdelho.

Na Freguesia de Arcos se encontra a velha “adega do Sr. Gaudêncio”, citada pela primeira vez em uma publicação em 1867, na obra Memória dos Processos de Vinificação, do autor António Augusto de Aguiar. É dela que vêm as uvas para os vinhos tintos Quinta de Vale de Azar e Valdazar, bem como o espumante Campolargo na versão Bical, Arinto e Cerceal.

Em São Mateus estão plantadas as castas Castelão Nacional, Touriga Nacional e Souzão (substituindo a Cabernet Sauvignon). Além destas, são cultivadas também as uvas Syrah, Merlot e Tinta Roriz, com as quais são feitos os vinhos Vinha da Costa e Os Corvos da Vinha da Costa. Na chamada parte velha são mais abundantes as variedades brancas: Sauvignon Blanc, Verdelho, Bical e Viognier.

Um dos grandes achados de Campolargo, de excelente relação qualidade e preço, é o Entre II Santos branco 2010, um vinho fresco e pleno, com grande tipicidade e agradável presença de boca. A base dele é a casta Sauvignon Blanc. Mereceu muitos elogios da Revista de Vinhos e envelhece muito bem ganhando corpo e complexidade.

Produtor

Graham’s

Graham’s é, simplesmente, a melhor e mais reputada casa de Porto na opinião de Robert Parker, Michael Broadbent, Clive Coates e da revista Wine Spectator, entre outros. Segundo o crítico Robert Parker, trata-se do “melhor produtor de Porto do pós-Guerra”. Campeã absoluta de medalhas de ouro acumuladas no International Wine Challenge, essa vinícola tem prestígio e qualidade incomparáveis.

Seu maravilhoso Vintage 2000 foi o melhor da safra, segundo a Wine Spectator, e foi indicado para a lista dos “100 Melhores Vinhos” da revista, com 98 pontos. Já seu Porto 10 Anos é o melhor dentre todos, segundo a Wine Spectator (92 pontos) e a Decanter (5 estrelas).

Trata-se da história de duas famílias ao longo de três séculos, onde por quase 200 anos W & J Graham tem sido um negócio familiar totalmente independente, conhecida por produzir alguns dos melhores vinhos do Porto do mundo.

A propriedade foi uma das primeiras empresas do Porto a investir em seus próprios vinhedos na região portuguesa do Vale do Douro desde 1890. Apesar das modernizações empregadas nas técnicas vinícolas, Graham’s permanece fiel às suas tradicionais técnicas, contribuindo para a elevada qualidade dos vinhos.

A região do Douro, local onde a vinícola Graham’s se localiza, possui um terroir como nenhum outro. Seu terreno montanhoso e íngreme cria microclimas e, por consequência, vinhos portugueses únicos, de grande equilíbrio e complexidade. Graham’s possui cinco vinhas cultivadas em algumas das melhores áreas vinícolas do Douro, cada uma com a classificação de grau máxima “A”.

A vinícola foi adquirida pela família Symington em 1970, onde o vinho Porto Vintage da safra de 1970 foi produzido, considerado por muitos como um dos maiores vinhos do século. Graham’s é também a única empresa que independe de outras propriedades para a produção dos seus exemplares, o que torna todos os processos que lá são realizados controlados rigorosamente.

O Graham’s Vintage Port, elaborado com um corte de castas autóctones provenientes de vinhas velhas, recebeu notas impressionantes de toda a imprensa especializada. O Vintage 2007 foi consagrado como o mais premiado da safra mais cultuada dos últimos anos. Na safra de 2003 o Graham’s Vintage Port recebeu 95 pontos de Robert Parker, 96 pontos da Wine Enthusiast e 94 pontos da Wine Spectator.

Produtor

Palácio do Buçaco

Um dos maiores ícones do vinho português, o vinho Buçaco é uma verdadeira lenda no seu país e ao redor do globo, agradando aos mais diferentes paladares, desde importantes críticos até os mais variados amantes de bons vinhos. Raríssimo e histórico, esse vinho é produzido no belo Palácio do Bussaco, nas serras ao norte de Coimbra, e desde sua origem tem sido venerado como um vinho de exceção.

Tanto o vinho tinto quanto o branco são considerados excepcionais e incrivelmente longevos, capazes de durar muitas décadas — relíquias de uma outra era, em estilo completamente tradicional e fascinante. Tais exemplares merecem envelhecer alguns anos em garrafa antes de serem apreciados.

Estas raridades tradicionalmente são vendidas apenas no hotel, e não são exportadas, mas felizmente nós, da Mistral, conseguimos trazer algumas poucas garrafas, como única exceção no mundo, especialmente para você!

São vinhos completamente avessos a modernismos, e que merecem o respeito de toda a imprensa especializada internacional. Hugh Johnson lhe confere suas máximas quatro estrelas, dizendo: “esta é uma especialidade lendária do Palace Hotel do Buçaco, perto de Coimbra, não encontrada em qualquer outro lugar. Em sua melhor forma, é uma experiência, merecedora da viagem até lá”.

O raríssimo Buçaco Vinha da Mata Reservado é, sem dúvidas, um dos melhores vinhos tintos do produtor. Trata-se de um vinho elaborado com uvas de um único vinhedo cultivado próximo ao hotel Palace Bussaco. Até os dias de hoje, apenas duas safras desse exemplar foram produzidas, em 2001 e 2010, um vinho de conhecedores e que não irá decepcionar os apreciadores dos maravilhosos vinhos do Buçaco.

Já o Buçaco Reserva Branco é incrivelmente aromático, fino e reputado, considerado um dos melhores e mais longevos vinhos brancos de toda Península Ibérica. Tal exemplar sempre foi tratado com o máximo de respeito perante a crítica especializada, em especial, a inglesa, que aprecia a singularidade deste maravilhoso vinho branco seco.

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