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Áustria

Região

Áustria

A Áustria produz ótimos vinhos brancos, alguns mais sérios, encorpados e complexos e outros mais leves e aromáticos, ótimos com peixes e frutos do mar.

Surpreendentemente, produz também alguns vinhos tintos saborosos e frutados. O grande destaque, no entanto, fica por conta dos extraordinários vinhos de sobremesa de Alois Kracher, o "Château d’Yquem do mundo germânico".

Esse país da Europa Central, com clima continental, produz vinhos extremamente interessantes. Apesar de uma tradição vinícola muito antiga, a Áustria passou por uma revolução vinícola há menos de três décadas, onde foram implementadas modernas técnicas de vinificação e duplicando a proporção de vinhos tintos produzidos. O resultado dessas mudanças é que, nos dias de hoje, o país produz vinhos ainda mais conceituados e elogiados.

Na Áustria, a uva nativa que mais se destaca é a branca Grüner Veltliner, responsável por ocupar mais de um terço do total dos vinhedos. Esta variedade é responsável pela produção de um vinho seco, único, com nível de acidez marcante e picante como pimenta branca.

Apesar disso, no país são cultivadas mais de 35 uvas – 22 brancas e 13 tintas – oficialmente regulamentadas para a elaboração de vinhos de qualidade. Além das nativas Neuburger, Roter Veltliner, Zweigelt, St. Laurent e Blauer Wildbacher, o país também possui incríveis solos para o cultivo das cepas internacionais Pinot Blanc, Sauvignon Blanc, Riesling, Pinot Noir, entre outras.

Os vinhos com indicação geográfica protegida são distinguidos pelo termo “land wine”, que se encontram em um patamar acima dos vinhos de mesa, em termos de critérios de qualidade. Esses vinhos são divididos em três regiões austríacas: Steirerland, Weinland e Bergland.

Já os vinhos que estão sob o sistema de denominação de origem da Áustria, ou DAC (Districtus Austriae Controllatus) são rotulados como Qualitätswein. No país, a origem de um vinho indicada de onde vêm as uvas e não onde a vinícola se localiza.

Uma curiosidade sobre os vinhos austríacos: apesar da forte influência que recebem dos vinhos da Alemanha, são considerados mais parecidos com os exemplares produzidos na Alsácia.

Produtor

Bollinger

Verdadeira lenda no mundo do vinho, Bollinger é um dos maiores nomes da região de Champagne, dispensando apresentações. Fundada em 1829, é uma das poucas vinícolas a receber as máximas cinco estrelas do crítico Robert Parker, que indica a Maison entre os melhores produtores do mundo todo, em seu livro “The World’s Greatest Wine Estates”. É também um dos únicos dois produtores a merecerem as máximas e raras três estrelas do guia Bettane & Desseauve.

Bollinger produz apenas duas assemblages: a Special Cuvée e a Grande Année. A famosa Spécial Cuvée Brut é talvez a melhor dentre todas as cuvées não-safradas de Champagne, merecendo nada menos do que 93 pontos da Wine Spectator (único Champagne indicado entre os “100 Melhores Vinhos do Mundo” pela revista no ano passado). Por sua vez, a reputadíssima Grande Année, de minúscula produção, é incrivelmente complexa e refinada, elaborada apenas nos grandes anos.

O cultuado e poderoso R.D. (Récemment Dégorgé) é um vinho francês à parte, realmente raríssimo — um Grande Année que matura durante muitos anos com as borras, antes de ser degolado, combinando a complexidade de um Champagne maduro com o frescor da juventude. Indicada como “número 1 em Champagne” pela conceituada revista Revue du Vin de France, Bollinger é o Champagne preferido de James Bond, aparecendo em diversos de seus filmes.

Bollinger criou alguns dos vinhos espumantes de maior prestígio ao redor do mundo, com excelente caráter e que se distinguem pela elegância e complexidade que apresentam, desde 1829. Champagne Bollinger são resultados de uma rigorosa atenção aos detalhes.

As vinhas de Bollinger abrangem, cerca de, 160 hectares – a maioria classificada em Grand ou Premier Crus. A uva Pinot Noir predomina na região, variedade exigente e com caráter intenso, demonstrando bem a personalidade dos vinhos franceses elaborados na vinícola.

O produtor possui uma excepcional coleção com mais de 700.000 garrafas Magnum reserva, tornando Bollinger a única casa de Champagne com uma vasta e precisa paleta de aromas para seus blends. Além disso, os exemplares da casa amadurecem o dobro de tempo exigido pela denominação, isso porque, segundo Bollinger, grandes vinhos precisam de tempo para desenvolver seu caráter completo.

Produtor

Bordeaux - Brancos Doces

Talvez a mais celebrada e conhecida região vinícola do mundo, Bordeaux é a terra dos grandes Châteaux que, em geral, fazem jus à fama de produzir vinhos muito elegantes, longevos, encorpados e cheios de classe. Os melhores são realmente excepcionais, enquanto os mais acessíveis apresentam boa relação qualidade e preço, embora sejam um pouco menos encorpados.

O segredo do sucesso dos vinhos de Bordeaux está basicamente apoiado em três pilares: diversidade, qualidade e quantidade. A maioria são vinhos tintos secos, de corpo médio, mas seus brancos de qualidade excepcional são considerados verdadeiras iguarias no mundo dos vinhos. Principalmente os doces da sub-região de Grave, a mais continental, que abriga AOCs muito prestigiadas como Cérons, Barsac e Sauternes, este considerado por muitos como o maior vinho branco doce do mundo.

Sauternes fica a 65 quilômetros ao sul da cidade de Bordeaux e é um vilarejo famoso por seus vinhos brancos doces de alta qualidade. Cercado por vinhas, é lá que são produzidos alguns dos mais caros e prestigiados vinhos de sobremesa do mundo, reconhecidos por sua ótima capacidade de envelhecimento.

Os clássicos exemplares de Sauternes tem uma cor intensa e dourada, mais escura do que os outros vinhos brancos de sobremesa. A medida em que envelhecem na própria garrafa, se transformam em vinhos com coloração âmbar profundo e aromas frutados com um toque de flor madressilva - marca registrada dos vinhos botritizados (a chamada podridão nobre) – equilibram doçura e acidez com a mesma elegância que combinam frescor e intensidade.

Dificilmente um Bordeaux branco, seco ou doce, será feito com apenas uma cepa, pois são essencialmente vinhos de corte elaborados a partir das castas Sémillon, Sauvignon Blanc, Muscadelle e, em menor quantidade, da Ugni Blanc e Colombard.

"Lindamente equilibrado, com grande profundidade e precisão" para Robert Parker, o Château Suduiraut 2007 é um dos grandes vinhos de Sauternes. Rico e doce, com grande presença de botritis, é um dos mais aclamados vinhos de sobremesa da França.

Produtor

Giuseppe Quintarelli

O lendário Giuseppe Quintarelli é simplesmente o melhor produtor de Amarone della Valpolicella e um dos maiores nomes do mundo do vinho. Seus vinhos grandiosos são elaborados no estilo clássico e maturados por vários anos em grandes cascos de carvalho esloveno, ostentando uma elegância impressionante. Totalmente avesso a modismos, Quintarelli elabora vinhos extremamente tradicionais e cheios de personalidade, difíceis de encontrar até mesmo na Itália.

O famoso Valpollicella Quintarelli é completamente diferente dos outros vinhos desta denominação — “simplesmente único e inimitável” para o Gambero Rosso, que lhe concedeu os máximos “tre bicchieri” na última safra avaliada. Segundo Robert Parker, o vinho tinto “tem mais qualidade que a maioria dos Amarones”.

O Rosso del Bepi é o inigualável Amarone de Quintarelli quando desclassificado nas safras em que o perfeccionismo do produtor não permitiu que ele fosse chamado de Amarone. Com uma “gloriosa explosão de fruta e um final soberbo” para Robert Parker, é um dos melhores vinhos tintos da Itália.

O Amarone della Valpolicella Ca’ Paletta é um dos maiores ícones do mundo do vinho, merecendo os “tre bicchieri” do Gambero Rosso, que classifica o vinho tinto como “uma lição de estilo, que tanto produtores quanto consumidores deveriam provar”.

O Alzero, por sua vez, é para muitos o melhor varietal da uva Cabernet Franc de todo o mundo, chamado de “obra-prima” por Robert Parker, que classificou a última safra avaliada com nada menos que 97 pontos. Todos são vinhos fora de série, em estilo único.

Além do excelente Amarone, pode-se destacar também o excelente vinho branco seco Bianco Secco, elaborado com cortes da prestigiosa uva Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Corvina, rotulado como Primo Fiore – frutos da inovação de Giuseppe Quintarelli.

Localizada em Veneto, a vinícola italiana foi fundada em 1924. No entanto, o sucesso só veio após meados dos anos 1950, quando Giuseppe Quintarelli – Bepi – assumiu o comando da adega, dando origem a vinhos mundialmente famosos.

Em uma época em que produzir em grandes quantidades era mais importante que a atenção aos detalhes, Quintarelli optou por elaborar vinhos com alta riqueza e complexidade, utilizando métodos de trabalho intensivo e extrema atenção aos detalhes das vinhas. Não à toa, Giuseppe Quintarelli é reconhecido como um dos maiores produtores de vinho do mundo atual.

Produtor

Biondi Santi

Verdadeira lenda do vinho italiano, Biondi Santi é o criador e consagrador do grande Brunello di Montalcino, e um dos maiores nomes da Itália e de todo o mundo. Historicamente, Biondi Santi é um dos produtores de maior reputação e importância no desenvolvimento e consagração internacional do vinho italiano. Ferruccio Biondi Santi foi o criador do reputado Brunello di Montalcino — que hoje sem dúvida é um dos maiores tintos da Itália — e o primeiro a engarrafá-lo com este nome, em 1888.

Desde sua origem, o Brunello di Montalcino Biondi Santi tem sido considerado um dos maiores, mais extraordinários e mais raros vinhos da Itália. Até o fim da Segunda Guerra Mundial, Biondi Santi era o único produtor a engarrafar Brunello di Montalcino com este nome, que foi criado pela família.

Recentemente, o respeitado Master of Wine Nicholas Belfrage conferiu sua nota máxima para a safra de 1891, com mais de 100 anos de idade. Os vinhedos “Il Greppo”, de Biondi Santi, possuem uma das mais privilegiadas localizações da Toscana, resultando em vinhos tintos únicos que demandam anos para mostrarem todas suas qualidades e que figuram entre os maiores e mais famosos vinhos de todo o mundo.

O celebrado Brunello di Montalcino Biondi Santi Riserva 1955, por sua vez, foi eleito como um dos “12 Melhores Vinhos do Século” pela Wine Spectator, ao lado de maravilhas como Château Margaux 1900, Hermitage La Chapelle 1961 e Penfolds Grange 1955. A revista acrescenta: “O primeiro grande vinho italiano veio da Toscana. Onde estaria a Itália sem os grandiosos e antigos vinhos de Biondi Santi? A família toscana foi a primeira a provar ao mundo que os vinhos italianos merecem ser comparados aos melhores do mundo.

Eles produziram estupendos Brunello em diversas safras, mas o 1955 permanece sendo o melhor (…) Ele continua sendo um fabuloso vinho tinto para beber até hoje. Possui uma opulência de frutas maduras e uma elegância de taninos aveludados que, mesmo hoje em dia, muito poucos dos melhores vinhos da Toscana podem equiparar. A simetria dos taninos, fruta e acidez é próxima da perfeição para um Sangiovese”. Para o inglês Michael Broadbent, considerado o palato mais experiente do mundo, os Brunello di Montalcino de Biondi Santi podem ser comparados aos melhores vinhos de Bordeaux.

Para o Gambero Rosso, “os Brunello Il Greppo podem ser considerados os arquétipos da denominação”. O guia premiou com os máximos “3 bicchieri” o sensacional Riserva da safra de 1999. São vinhos de longuíssima guarda e de enorme estrutura, que podem durar um século (como comprovam as referências acima) e que demandam tempo para amadurecer e mostrar todas suas qualidades únicas. Biondi Santi está no topo do estilo tradicional e aristocrático de Brunello di Montalcino — criado pela família, mais de um século atrás — e produz alguns dos mais cultuados, reverenciados e colecionados tintos de toda a Itália.

Na Itália e no mundo, muitos dos admiradores da casa compram os reputados Riserva safra após safra, deixando-os amadurecer na adega por um longo tempo — por vezes décadas. As safras mais antigas costumam alcançar preços altíssimos em leilões. Biondi Santi também é responsável por vinhos italianos modernos, carnudos e saborosos, que encantam a todos, como o consagrado Sassoaloro, de ótima relação qualidade/preço. Trata-se de um vinho de enorme sucesso e muito apelo, altamente recomendado. Biondi Santi é sem dúvida de uma das maiores e mais célebres referências de toda a Itália, que com muito orgulho acolhemos em nossa seleção de vinhos.

Produtor

Lungarotti

Giorgio Lungarotti, com seus antológicos Rubesco Riserva 1971 e 1975 — que sempre foram comparados aos grandes vinhos de Bordeaux — literalmente colocou a Umbria no mapa da enoviticultura mundial, demonstrando que a região pode produzir alguns dos melhores e mais interessantes vinhos da Itália.

Com a morte de Giorgio, as filhas Teresa e Chiara assumiram a propriedade, que passou a ser a primeira grande vinícola da Itália sob o comando exclusivo de mulheres. Segundo o Gambero Rosso, o trabalho impecável desenvolvido pelas irmãs Lungarotti — que apresentaram rótulos “extraordinariamente fascinantes” — “trouxe de volta o encanto sem fim que colocou esta propriedade em Torigiano entre as mais prestigiosas vinícolas não só da Itália, mas de todo o mundo”.

Na edição de 2010 do guia — que concedeu mais um “tre bicchieri” ao “fantástico” Rubesco Riserva Vigna Monticchio — os editores afirmam textualmente: “Lungarotti mudou para sempre os vinhos da região”. Todos os vinhos combinam grande personalidade com um inegável acento regional.

O saboroso Rubesco, elaborado com as castas Sangiovese e Colorino, é um vinho perfeito para combinar com massas, sendo especialmente recomendado para lasanha, segundo a associação italiana de sommeliers.  O Rubesco Vigna Monticchio, por sua vez, é impressionantemente elegante, lembrando um grande Borgonha para Lettie Teague, editora da revista Food&Wine e correspondente de Robert Parker. Verdadeira instituição da região da Umbria, o vinho tinto quase sempre recebe os máximos “tre bicchieri”, com a estrela de ótima relação qualidade e preço, do Gambero Rosso e os “cinque grappoli” do Duamilavini.

O grandioso San Giorgio, criado em 1977, foi a resposta da Umbria para os recém lançados “supertoscanos”. Este corte de Cabernet Sauvignon, Sangiovese e Canaiolo é potente e elegante — “impressionante”, nas palavras de Robert Parker — e merece os cobiçados “cinque grappoli” do Duamilavini na safra de 2004. Por sua vez, o branco Torre di Giano Il Pino é um impressionante corte de Trebbiano e Grechetto, e foi o primeiro vinho branco italiano, ainda nos anos 70, a ser maturado em barricas de carvalho. A safra de 2007 foi para a final dos “tre bicchieri” do Gambero Rosso, que destacou a impressionante relação qualidade/preço do vinho tanto na versão “Il Pino” quanto Torre di Giano “normal”.

O Aurente é um sofisticado Chardonnay fermentado em pequenas barricas de carvalho. Em sua nova propriedade em Montefalco, Lungarotti vem talhando vinhos de grande tipicidade que têm merecido grandes elogios do Gambero Rosso. Utilizando como base as castas autóctones italianas, os vinhos mostram ótima fruta e muita personalidade, com um estilo perfeito para acompanhar comida e preços inacreditáveis por sua grande qualidade.

Produtor

Dehesa La Granja

Nova propriedade pertencente a Alejandro Fernández, enólogo e dono do Pesquera e do Condada de Haza, em Ribera del Duero. Por estar apenas parcialmente dentro de Toro, é denominado "Vino de la Tierrade Castilla y León". Este ótimo tinto é produzido com Tempranillo de velhas vinhas e maturado em barricas novas de carvalho americano.

O Vino de la Tierra de Castilla y León é produzido no ambiente ideal: uma extensa caverna, esculpida na pedra durante o século XVIII. O silêncio, a escuridão, a temperatura e a umidade equilibradas e constantes resultam em um vinho nobre e intenso, "que se recusa a abandonar a nossa boca e nossa memória". Caracteriza-se por seu envelhecimento durante 24 meses em barricas de carvalho americano e 12 meses de repouso na garrafa.

Como todos os vinhos feitos na propriedade que a família possui em Rivera Fernández Zamora, este vinho envelhece em cavernas subterrâneas escavadas na pedra, que conferem as condições de temperatura e umidade perfeitas.

O Dehesa La Granja Roble Francés Seleccion 2002 é um exemplar que Alejandro Fernández gosta de poupar para sua coleção pessoal, envelhecido em barricas de carvalho francês. Este excelente vinho é o resultado do domínio da viticultura e enologia que adquiriu a família Fernández Rivera ao longo de seus mais de 40 anos de história de vinificação.

Já o Dehesa La Granja 2006, excelente vinho da região de Toro, foi produzido com vinhas velhas de Tempranillo, um tipo de uva que produz tintos encorpados, com coloração intensa e longo retrogosto, perfeitos para o enevelhecimento em barris de carvalho. Apesar de excelentes para serem degustados sozinhos, os vinhos originários dessa casta são perfeitamente harmonizáveis com queijos moles, paleta de cordeiro com ervas e carnes grelhadas e defumadas. Poderoso, concentrado e rico em aromas, é um vinho espanhol com uma das melhores relações entre qualidade e preço.

Produtor

Vasse Felix

Vasse Felix é o grande pioneiro de Margaret River, a região australiana que, segundo Jancis Robinson, "é, sem sombra de dúvida, uma das pouquíssimas regiões do mundo que a Cabernet Sauvignon realmente se sente em casa". Classificada com as máximas 5 estrelas do premiado escritor e crítico de vinhos australiano James Halliday, Vasse Felix elabora pequenas quantidades de vinhos incrivelmente elegantes e complexos. Segundo a revista Decanter, "sob o comando de uma mulher muito talentosa" -- a premiada enóloga Virginia Willcock -- "a vinícola está no mais alto ponto de qualidade da região". Para a publicação inglesa, o estilo dos vinhos "potentes e elegantes" de Vasse Felix é "simplesmente estonteante". Os vinhos da vinícola estão sempre entre os rótulos mais premiados da Austrália. O Heytesbury Chardonnay 2018, "Best of the Best" para James Halliday, recebeu 98 pontos, enquanto o Chardonnay arrematou 96 pontos. Para a revista Decanter, "é difícil encontrar uma compra que seja melhor que o Vasse Felix Chardonnay", enquanto o Sauvignon Blanc/Semillon é "uma pedida inteligente, por um preço convidativo". A linha Filius é um dos maiores achados do país, recebendo sempre recomendações dos especialistas australianos. O fantástico Tom Cullity, por sua vez, é simplesmente um dos melhores vinhos da Austrália. O corte de Cabernet Sauvignon, Malbec e um toque de Petit Verdot, com eram os grandes vinhos de Bordeaux antes da filoxera, recebeu 97 pontos de James Halliday na safra 2016, sendo coroado o melhor vinho do país baseado na casta Cabernet Sauvignon. São todos vinhos imperdíveis, com fruta exuberante e uma irretocável elegância. 

Produtor

Ridge Vineyards

“Há muito tempo uma das maiores referências do vinho californiano”, segundo Robert Parker, Ridge Vineyards é simplesmente um dos melhores produtores de todo o mundo para o crítico, que aponta seus vinhos como “candidatos aos vinhos mais longevos da Califórnia”.

Para a Wine Spectator, Ridge “desbravou o caminho para o surgimento dos ‘cult wines’ californianos”, “inspirando mais pessoas talvez do que qualquer outra vinícola no mundo”. Segundo Jancis Robinson, “Ridge é uma notável exceção às vinícolas californianas que produzem vinhos alcoólicos, doces e macios, que mais se parecem com chocolate do que com Cabernet Sauvignon”.

Sob a batuta do incansável enólogo Paul Draper — um dos mais importantes de todos os tempos na Califórnia — Ridge criou vinhos lendários, lançando na região, ainda nos anos 1960, o conceito de vinhos de terroir, elaborados com uvas de um único vinhedo. Segundo Robert Mondavi, “Paul Draper foi um dos visionários pioneiros que insistiu em elaborar vinhos de forma extremamente natural, muito antes dos recentes modismos”.

O grandioso Monte Bello, inspirado no Châteu Latour, “está entre os maiores e mais admirados vinhos de todo o mundo” segundo a Wine Spectator. Incrivelmente longevo, o tinto da safra de 1971 foi o grande vencedor isolado da segunda edição da famosa Prova de Paris, desbancando os melhores vinhos tintos de Bordeaux e da Califórnia, tanto na degustação realizada na Europa, com críticos europeus, quanto na realizada nos Estados Unidos.

Na prova original, em 1976, o mesmo vinho já havia assombrado o mundo, arrematando a segunda posição e ficando atrás apenas do Cabernet Sauvignon de Stag’s Leap Wine Cellar. Jancis Robinson recomenda “todas” as safras do “estonteante” tinto, enquanto Robert Parker classifica o tinto como “realmente excepcional”.

Elaborado com um corte de Cabernet Sauvignon e uma pequena parcela de Merlot e Petit Verdot, é rico, complexo e elegante, podendo evoluir por mais de 20 anos em garrafa. O grande perfeccionismo na seleção das uvas que são destinadas ao Monte Bello faz com que menos de 40% dos bagos sejam selecionados para o “grand vin”, originando um espetacular segundo vinho, o Santa Cruz Mountains Estate, chamado por Jancis Robinson de “uma verdadeira pechincha”, por sua alta qualidade. A safra de 2006 do tinto “longo, rico e encorpado”recebeu 91 pontos de Robert Parker.

O Geyserville e o Lytton Springs são elaborados com base na uva Zinfandel, mas com mais finesse e menor teor alcoólico do que a grande maioria dos vinhos elaborados com esta variedade, mostrando uma impressionante riqueza de nuances e aromas. A versão 2007 do Lytton Springs foi classificada com 92 pontos por Parker, enquanto o “elegante e classudo” Geyserville arrematou 91 pontos da Wine Spectator.

Entre os brancos, o “maravilhosamente perfumado” Chardonnay Monte Bello — um dos grandes vinhos californianos elaborados com esta casta — mereceu nada menos que 95 pontos da Wine Spectator na safra de 2006, enquanto o “Altamente Recomendado” Santa Cruz Mountains Estate Chardonnay recebeu a impressionante nota 93 da revista.

São todos vinhos realmente impressionantes, que somados a nomes como Caymus, Stag’s Leap Wine Cellar, Paul Hobbs, Spottswoode e Seghesio fazem da seleção de vinhos californianos da Mistral a melhor e a mais completa do Brasil.

Produtor

Bodegas Uxmal

Produzindo vinhos de fantástica relação entre qualidade e preço, as Bodegas Uxmal são o novo projeto do genial Nicolás Catena Zapata, grande nome do vinho argentino, em Mendoza. O nome “Uxmal” é uma referência às belíssimas construções maias da península de Yucatán, declaradas “Patrimônio da Humanidade” pela Unesco.

Os excelentes vinhos da propriedade são elaborados com uvas dos vinhedos de Nicolás Catena, plantados em altitude, em ótimas localizações de Mendoza. O grande conhecimento técnico e a chancela de Catena Zapata garante vinhos ricos e cheios de personalidade, entre os melhores do mundo em sua faixa de preço.

Localizada no departamento de Rivadavia, a vinícola está inserida em uma das regiões mais férteis da província de Mendoza para o cultivo de videiras. Inaugurada em 2003, possui uma superfície de 12.170 m² e conta modernos equipamentos para produção, garantindo a fabricação de até 8 milhões de litros destinados ao mercado doméstico e exportação para até 20 países (especialmente Brasil e diversas regiões da Europa).

A característica mais marcante dos vinhos Uxmal é a suavidade, resultado da maturação perfeita de taninos das uvas utilizadas. Entre as produções da vinícola, podemos destacar Alto Uxmal Cabernet - Merlot (80% Cabernet- 20% Merlot), que apresenta coloração vermelho-rubi intensa com reflexos violetas, aroma frutado (frutos negros e vermelhos), além de especiarias e  notas de baunilha, café e chocolate. Sabor impactante, bom corpo e equilíbrio, com um longo final na boca são suas principais características. Pode ser perfeitamente combinado com carnes vermelhas, cozinha argentina (empanadas criollas e locros) e ensopados.

Entre os varietais, o Uxmal Cabernet Sauvignon apresenta intenso sabor de fruta madura com toques de baunilha, café e especiarias, adquiridas na passagem pelo carvalho. É complexo e longo na boca, com taninos intensos e redondos. Harmoniza com carnes assadas, carnes de caça, comidas crioulas e queijos fermentados e azuis.

Único vinho branco da família, o Uxmal Chardonnay apresenta cor amarela com reflexos verde-claros e aromas de frutos tropicais maduros e notas minerais que refletem a amplitude térmica da zona de cultivo, aos pés da Cordilheira dos Andes. Possui sabor fresco e intenso e excelente acidez, sendo ideal para acompanhar peixes assados, molhos de frutos do mar, massas recheadas, carnes brancas e de caça.

Produtor

Vallontano

Com muita dedicação e perseverança, a pequena Vallontano busca produzir quantidades limitadas dos vinhos que melhor reflitam o terroir e o clima de seus ótimos vinhedos, localizados em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul.

Sua filosofia é muito parecida com a dos pequenos produtores europeus representados pela Mistral. O talentoso enólogo Luis Zanini produz vinhos em estilo próprio, que buscam a tipicidade e a identidade regionais, sem tentar copiar os vinhos tintos de outros países da América do Sul. Segundo Zanini “Vinho é arte, é poesia, é expressão da personalidade. Para ser um vinhateiro é preciso sensibilidade, é preciso humanidade”.

Fundada em 1999, a gaúcha Vallontano elabora atualmente mais de 60 mil garrafas de vinhos espumantes e finos por ano. Tais bons exemplares são reflexo do solo, clima e tratos culturais que a vinícola aplica em seus vinhedos, demonstrando o vinho brasileiro em sua identidade própria, ressaltando-se sempre pela elegância, refinamento e extensa capacidade de harmonizar com uma ampla variedade de comida.

A ideia principal de Vallontano é a de utilizar métodos não intervencionistas, preservando as singularidades das uvas que são adicionadas pelo clima e pelo solo dos seus vinhedos, prezando assim, seu terroir. Além disso, a prestigiada vinícola prima pelo conhecimento e pela técnica em detrimento da tecnologia.

Entre os tintos, seu Tannat é muito reputado, tendo sido escolhido um dos cinco melhores vinhos brasileiros por Ed Motta. O saboroso Cabernet Sauvignon é o vinho tinto mais acessível da casa, enquanto os Reserva Cabernet Sauvignon e especialmente o ótimo Reserva Merlot, ambos envelhecidos em carvalho por 12 meses, são exemplos do que a Serra Gaúcha pode produzir de melhor. São todos vinhos de produção muito pequena, com garrafas numeradas.

Por sua boa acidez — característica do clima e do solo — são vinhos talhados para acompanhar comida, assim como os tradicionais vinhos do Velho Mundo. A casa produz dois ótimos espumantes: o Espumante Brut, seco e elegante, um corte de Chardonnay e Pinot Noir; e o Espumante Moscatel, delicadamente adocicado.

Produtor

Paul Hobbs Winery

Produtor

Clos De L Oratoire Des Papes

Produtor

Chanson Pere E Fils

Produtor

Domaine François Carillon

Produtor

Quinta da Ponte Pedrinha

Quinta da Ponte Pedrinha é uma pequena e admirável propriedade do Dão, proprietária de alguns excelentes vinhedos, que produz alguns vinhos tintos muito saborosos e tradicionais, extremamente bem elaborados, com bastante caráter e excelente relação entre qualidade e preço.

Um surpreendente produtor que representa incrivelmente uma das regiões mais tradicionais de Portugal. Os vinhos produzidos por Maria de Lourdes Mendes Oliva Nunes Osório são o Dão em seu mais puro estado. Com mais de 30 anos, a propriedade conta com um terroir privilegiado que garante um nível elevadíssimo aos seus rótulos.

A quinta já pertence à família de Maria de Lourdes há quatro séculos e faz questão de manter a tradição, em perfeita comunhão com a natureza, aliando tecnologia ao modo antigo e rústico de se fazer vinhos. Os solos são graníticos e se encontram na sub-região da Serra da Estrela, de onde também vem o famoso queijo português. São apenas 50 hectares de vinhas replantadas e mais 7 plenos de vinhas antigas, com mais de 400 anos de existência.

Na Quinta da Ponte das Pedrinhas, paciência é a palavra-chave. Os ritmos, tempos e processos naturais – essenciais para a elaboração de ótimos vinhos – são respeitados e levados muita à sério. Nenhuma etapa é acelerada ou descartada e a diversidade de castas é também uma constante.

As brancas Encruzado, Cercial, Malvasia Fina, Bical e Verdelho estão sempre presentes, dando origem a vinhos brancos complexos, aromáticos e frutados e cheios de frescor, assim como as tintas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Jaén e Alfrocheiro, dando origem a vinhos muito encorpados e palatáveis, complexos e de grande potencial para envelhecimento, graças aos bons taninos que apresentam.

O Quinta da Ponte Pedrinha é delicioso, um verdadeiro achado, enquanto o Reserva é ainda mais concentrado e profundo. Trata-se de um corte de Touriga Nacional, Alfrocheiro Preto e Jaén. Segundo João Paulo Maritns, “daqueles vinhos consensuais, que é bom saber que ainda existem”.

Produtor

Fattoria Fèlsina

Um “exemplo de classe e elegância”, segundo o Gambero Rosso — com nada menos que 24 “tre bicchieri” do famoso guia — a Fattoria di Fèlsina é um dos ícones do vinho italiano e uma das maiores referências em Chianti Classico.

Domenico Poggiali comprou a propriedade de Fèlsina em 1966 e, num ato corajoso para a época, quando a viticultura italiana passava por um momento difícil, decidiu investir na qualidade dos vinhos e no talento de alguns jovens enólogos.

Apaixonados pelo universo dos vinhos e grandes empreendedores, Domenico e seu filho Giuseppe Poggiali modernizaram as diretrizes da propriedade sem deixar de lado as tradições. Em alguns anos, os hectares cultivados se multiplicaram e transformaram toda a organização e a alma dos negócios da Fattoria.

Em meados dos anos de 1970, Giuseppe Mazzocolin, genro de Domenico, se uniu ao time da vinícola com a missão de desenvolve-la comercialmente. Sua base e cultura humanista e consciência da responsabilidade e papel das pessoas nos afazeres da empresa contribuíram para o crescimento e propagação da cultura italiana do vinho pelo mundo, obtendo grande reconhecimento internacional.

A amizade com Luigi Veronelli e a colaboração com o enólogo Franco Bernabei traçaram os caminhos que norteariam a empresa rumo ao futuro. Com grande coerência em seus exemplares, a Fattoria chegou ao ano de 1983 lançando os rótulos Fontalloro e Rancia, que seguem até hoje entre seus melhores vinhos.

Em 1998, Giovanni (neto de Domenico) e seu pai Giuseppe Poggiali inovam mais uma vez e investem na tecnologia de vinificação em tanques de aço inoxidável, técnica que permite um trabalho muito mais preciso de enólogos e viticultores em matéria de equilíbrio, coerência e estilo. Essa grande transformação na forma de elaborar e envelhecer os vinhos e a colaboração constante com grandes enólogos e técnicos não influenciaram na tradição da cantina, mas trouxeram ainda mais qualidade à produção.

Qualidade que se sente ao provar um Fèlsina Chianti Classico 2010, um dos mais belos exemplares desta denominação, profundo e repleto de notas de fruta madura segundo Robert Parker. Uma das mais saborosas e encantadoras expressões da casta Sangiovese, combina um frutado cativante com um belíssimo frescor perfeito para acompanhar comida.

Produtor

Castello di Farnetella (Fèlsina)

Castello di Farnetella é a segunda propriedade do dinâmico Giuseppe Mazzocolin, da Fattoria di Fèlsina, localizada na região de Colli Senesi, quase na fronteira da zona do Vino Nobile de Montepulciano.

A propriedade de Castello di Farnetella é formada por 432 hectares, onde deste total, 56 são destinados ao cultivo das vinhas na comuna de Sinalunga, na província de Siena. Comprado em 1981 pela família Poggiali, proprietários da Fèlsina, a vinícola encontra-se em um nicho bem distinto – a sudeste da zona de Chianti Classico e ao norte de Montalcino. Desse modo, a propriedade encontra-se totalmente dentro de uma DOCG.

Além de vinhas, Castello di Farnetella possui também alguns olivais, cultivados perto da Aldeia Medieval, em altitudes que variam entre 220 e 560 metros. As vinhas mais representativas, que expressam melhor as qualidades do terroir estão situadas em um planalto bem exposto, com elevação de 520 a 540 metros. Seus solos são compostos por arenitos estratificados, com índices também de argila misturada com sedimentos marinhos ricos em minerais, aumentando ainda mais a qualidade das uvas.

A partir do início dos anos 80, as vinificações foram aprimoradas com o objetivo de extrair todo o potencial da uva Sangiovese – variedade ícone da região que transmite impressões de alcaçuz. As vinhas da propriedade foram reestruturadas para uma plantação mais densa e com novas técnicas de poda, a fim de reduzir a quantidade por hectare.

Estas mudanças possibilitaram que a uva Sangiovese crescesse com uma qualidade superior, em um caráter único, que poderia ser encontrado apenas na área de Sinalunga. O compromisso de Castello di Farnetella é desenvolver ainda mais as qualidades e o potencial de vinificação desta casta. Apesar da Sangiovese ser a estrela da casa, cultivam-se também as uvas Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah, Chardonnay, Pinot Noir e Sauvignon Blanc que encontraram em Farnetella suas condições de crescimento ideais.

Produtor

Mendocino

Mendocino é uma AVA (denominação de origem ou “American Viticultural Area”) da região da Califórnia famosa por originar alguns dos melhores “Best Buys” dos Estados Unidos.

Mendoncino Wine Co é uma empresa formada por três amigos que acreditaram no potencial da região para produzir vinhos de ótima qualidade, cultivando suas vinhas por meio da agricultura orgânica e sustentável. Dentre os grandes achados da Mendoncino Wine Co, Parducci é fonte segura de algumas das maiores pechinchas do Novo Mundo.

A Wine Enthusiast, que frequentemente coloca os vinhos tintos e brancos de Parducci em sua restrita lista de “Best Buys”, aponta o produtor como “uma fonte segura de boas pechinchas, todas elaboradas utilizando agricultura sustentável — simplesmente deliciosas”.

São todos vinhos macios e cheios de fruta, em um estilo de grande apelo e fácil de gostar. Graças a seu terroir mais fresco, o moderno e exuberante Zig Zag Zinfandel não é tão alcoólico como alguns vinhos elaborados com esta casta, tendo merecido o título de “Melhor Zinfandel do Ano” e “Melhor Compra” de acordo com a revista Wine & Spirits.

O Zinfandel Parducci é incrivelmente convidativo, com notas exuberantes de frutas maduras e com delicioso frescor, o que o torna bastante palatável e gastronômico. O vinho permanece em processo de maturação por 20 meses em barricas de carvalho (em geral são utilizadas barricas em segundo uso). Ótimo para harmonização com massas, pizza e hambúrguer.

Já o Chaedonnay Parducci, um dos incríveis brancos produzidos em Mendocino, tem como princípio fazer com que apenas 40% do vinho passe por barricas de carvalho para que ele mostre todo seu potencial nas notas de frutas brancas típicas da Chardonnay.

A linha Paul Dolan é elaborada com uvas de cultivo biodinâmico, mostrando grande profundidade e muito frescor. São todas ótimas descobertas para quem gosta de vinhos norte-americanos!

Produtor

Wilhelm Bründlmayer

Wilhelm Bründlmayer é o grande nome da região de Kamptal e um dos grandes produtores de toda a Áustria. Seu “Ried” (vinhedo) mais famoso é o Zöbinger Heiligenstein, plantado apenas com a prestigiada uva Riesling. Além disso, a uva Saint Laurent é considerada a melhor dentre as uvas tintas nativas cultivadas pelo produtor.

Um dos mestres da casta Grüner Veltliner, Wilhelm Bründlmayer produz um excelente Chardonnay, sendo o primeiro exemplar do país a ser fermentado em barricas de carvalho. Os seus ótimos vinhos tintos também são barricados, representando um terço da produção total da vinícola Wilhelm Bründlmayer.

A uva mais importante do produtor Wilhelm Bründlmayer é a Grüner Veltliner, nativa da região ao redor do Langenlois. É uma variedade com características altamente diversas, indo do leve e seco aos crus mais complexos, como o Käferberg ou Lamm. Dificilmente outra casta é capaz de expressar tão bem o caráter de uma vinha classificada como a Grüner Veltliner.

Apesar da prestigiada uva Grüner Veltliner ser a mais notável da região, encontram-se também as castas Riesling, Chardonnay, Pinot Gris, Pinot Blanc e Pinot Noir cultivadas. Estas últimas são beneficiadas pelo clima de ar seco da região, responsável por impedir o apodrecimento natural das uvas, permitindo que sejam colhidas mais tardiamente e adquiram total expressividade das suas principais características.

O clima da região austríaca de Kamptal é marcado por dias quentes e noites frias, possibilitando que as uvas se beneficiem de tais temperaturas e os vinhos adquiram características únicas e marcantes. Também é aplicada alta tecnologia na adega, que fica aberta ao público durante quase todo o ano com degustações de vinhos. Experimente!

Produtor

D’Alessandro

Luigi D’Alessandro produz alguns dos melhores, mais elegantes e mais profundos Syrahs da Itália, na árida DOC Cortona, na Toscana. Sem dúvida um produtor excepcional, que merece ser conhecido!

Para o guia Gambero Rosso, “o trabalho intensivo, realizado na vinícola para obtenção da mais alta qualidade, está acima de qualquer suspeita, bastando uma simples visita à cantina ou aos vinhedos – impecavelmente cuidados – para comprovar”.

A grande estrela da vinícola é o fantástico Il Bosco, frequentemente premiado com os máximos “3 Bicchieri” do Gambero Rosso. Na última safra avaliada pela Wine Spectator, recebeu nada menos que 94 pontos, sendo classificado como um dos 15 melhores vinhos de todo o mundo para a revista, para quem é “comparável a um grande Hermitage”. Robert Parker apontou o vinho tinto como “um dos poucos exemplos de Syrah de alto nível produzidos na Itália”, classificando a safra de 2004 com 92 pontos.

Para Jancis Robinson, Il Bosco é há muito tempo o melhor Syrah da Itália, mostrando uma qualidade que a maioria dos vinhos do norte do Rhône não têm – “um toque de fruta doce combinado com uma grande estrutura”. A jornalista elegeu o segundo vinho da vinícola, o saboroso Cortona Syrah, elaborado com uvas de vinhedos mais jovens, como “Vinho da Semana”, ressaltando que o tinto recebe o mesmo tratamento aristocrático do Il Bosco, mas permanece apenas 8 meses em barricas de carvalho.

O Fontarca é um ótimo e aromático vinho branco, elaborado com uma deliciosa combinação das uvas Chardonnay e Viognier, merecendo 89 pontos da Wine Spectator na safra de 2003. Já sua safra de 2007, elaborado 100% com a uva Viognier, de produção limitada, foi apontado como um belíssimo vinho e uma ótima expressão varietal pelo crítico Robert Parker. O exemplar é um vinho branco aromático, extremamente interessante e rico.

Já a safra de 2010 do tinto Borgo Syrah Vecchievigne recebeu 93 pontos de Robert Parker, que o classificou como um vinho “fantástico, repleto de qualidade”. Esse vinho é elaborado a partir de uma seleção especial das vinhas antigas dos vinhedos de onde vêm as uvas para o renomado Borgo Syrah. Além disso, o exemplar é maturado durante 22 meses em barricas de carvalho francês.

Produtor

Marqués de Vargas

Marqués de Vargas é um extraordinário produtor de vinhos da Rioja, elaborando vinhos que combinam elegância e profundidade, em um estilo ao mesmo tempo intenso e tradicional. Segundo Victor de la Serna, é “um dos ótimos produtores de Rioja em estilo tradicional”.

Seus vinhos clássicos e complexos são elaborados com grande perfeccionismo, com lugar cativo entre os mais premiados por todos os guias espanhóis. Para maturá-los — além uma pequena parte de barricas francesas e americanas — a bodega encomendou à famosa tonaleria francesa Seguin Moreau barricas de carvalho russo, mais delicado que o francês, para preservar o caráter aromático dos vinhos.

Todos os vinhos Riojas da vinícola são Reservas, mostrando o comprometimento de Marqués de Vargas com a qualidade. O Marqués de Vargas Reserva mereceu 90 pontos de Robert Parker na safra de 2004, sendo descrito como “elegante e complexo, com excelente profundidade e equilíbrio”.

O Conde de San Cristobal, exemplar elaborado com um blend das uvas Tempranillo, Tinto, Cabernet Sauvignon e Melort, na safra de 2004 recebeu nada menos do que 91 pontos do crítico Robert Parker, que o descreveu como um exemplar “com camadas de frutas, excelente sabor e textura sedosa”.

O vinho Reserva Privada é ainda melhor, elaborado com uvas de vinhedos antigos dos pagos “El Consul”, “La Misela” e Terrazas”. “Potente, estruturado, carnudo e cheio de fruta” segundo o Guía Peñin, mostra “elegância, com um caráter terroso e mineral”. Além disso, para o crítico Robert Parker lembra “um vinho de Graves”, em Bordeaux. Com tonalidade profundade de cereja preta, o Reserva Privada possui combinados taninos de estrutura de carvalho e sabores frutados, notas de um amplo aspecto de sabores e frutas.

Já o Hacienda Pradolagar é um dos maiores vinhos da Espanha e uma das grandes referências entre os vinhos da Rioja na atualidade. A safra de 2001 recebeu nada menos que 95 pontos de Robert Parker, que destacou “a soberba concentração e equilíbrio” do tinto, que “consegue ser elegante e potente ao mesmo tempo”. Ele foi eleito como um dos melhores vinhos da Espanha pela revista Vinos de España, pelo Guía Campsa 208 e pelo Guía Peñin 2008. Um ícone.

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