franceCountryBanner

Espanha

Região

Priorato

A mais festejada região espanhola da última década, o Priorato tem produzido vinhos tintos verdadeiramente espetaculares, extremamente potentes, concentrados e longevos, mas que exigem paciência. São vinhos de baixíssima produção, alguns difíceis de encontrar mesmo na Espanha.

Em geral, isso ocorre porque as uvas do Priorato apresentam um cultivo bastante reduzido, sobretudo pelas condições climáticas da região, que reúnem características bem marcadas - verões longos, secos e quentes e invernos frios, apresentando geadas intensas e até mesmo queda de granizo.

Além disso, os vinhedos da região do Priorato são influenciados pelos baixos índices pluviométricos e pela proximidade com a cadeia de montanhas, o que faz com que sejam plantados a uma altitude de 500 a 700 metros e em posição inclinada para garantir uma boa exposição das uvas ao Sol, bem como às temperaturas frias durante a noite.

Os tipos de uva encontrados com maior frequência nessa que é uma das regiões vinícolas mais quentes e secas da Espanha são a Garnacha Tinta e a Cariñena, responsáveis pela elaboração do clássico vinho tinto Priorato, marcado por aromas que remetem ao alcaçuz e à cereja com conhaque.

O solo da área, por sua vez, apresenta ardósia vermelha permeada por partículas de quartzo, formando uma composição singular conhecida como llicorella, que auxilia no amadurecimento das uvas por meio da retenção de calor. Outra particularidade dessa composição de solo é sua capacidade de armazenar quantidade suficiente de água para que as vinhas cresçam saudáveis e não sejam prejudicadas pelo tempo seco.

Os vinhos espanhóis desta região têm coloração intensa, ótima textura e taninos finos. A maioria dos exemplares é envelhecida em carvalho por pelo menos doze meses e seguem com a graduação de 3 níveis que destaca características distintas de cada rótulo. Sem dúvidas, o Priorato é uma região de vinhos com grande apelo e representatividade entre os maiores nomes da Espanha.

Produtor

Hidalgo

A vinícola Hidalgo é a última palavra quando se trata de tradicionais bodegas familiares da Espanha. Fundada em 1792 por José Pantaleón Hidalgo e ainda comandada pelo seu tetraneto, a Hidalgo mantém sua produção de vinhos exclusivos numa área há muito tempo dominada por grandes produtores e vinícolas mais comerciais.

Todas as uvas utilizadas na Hidalgo vêm de seus mais de 200 hectares de vinhedos próprios da família, plenos da variedade Palomino e localizados em Balbaína, Jerez e Sanlucar, na região de Miraflores, onde o rio Guadalquivir encontra o oceano.

Lá, a brisa constante do Atlântico e a umidade que ela carrega torna possível a formação de uma levedura benéfica chamada flor. Ela protege os frutos e traz características únicas aos vinhos Hidalgo.

Um verdadeiro ícone da bodega é o Jerez Manzanilla La Gitana, provavelmente o mais conhecido da Espanha e de todo o mundo. É o mais leve e seco Jerez, perfeito como aperitivo ou acompanhando tapas. Com seu aroma rico, marcado por avelãs, o La Gitana é considerado o melhor Manzanilla em sua faixa de preço, tendo sido eleito o Vinho da Semana por Jancis Robinson, que o chamou de uma deliciosa bebida de verão. Para Victoria Moore, do The Guardian, trata-se de uma das melhores relações entre qualidade e preço do mundo.

Também são produzidos os ótimos Amontillado Napoleón, cujo envelhecimento complexo resulta em um dos melhores vinhos do Marco de Jerez. O processo de envelhecimento inclui uma primeira fase sob a “flor del vino”, o véu de leveduras naturais e autóctones específicas da região, seguido por uma fase de envelhecimento oxidativo em barricas de carvalho americano, sob o sistema de criaderas e soleras.

De acordo com os métodos tradicionais, o Amontillado é feito a partir da variedade Palomino Fino, cuidadosamente cultivada em solos Albariza branca, altamente indicado para a criação de frutos que gerem mostos de qualidade muito fina. Perfeito para ser tomado como aperitivo devido ao seu caráter seco e complexidade aromática e gustativa.

Produtor

Vega Sicilia

Vega Sicilia é um dos melhores produtores de toda a Espanha, situada na região de Ribera del Duero, ao lado de uma rodovia no leste de Valladolid. A propriedade é formada por, cerca de, 1.000 hectares, dos quais aproximadamente 250 são destinados ao cultivo das vinhas.

A vinícola espanhola foi fundada em 1864 por Don Eloy Lecanda y Chaves, que chegou da região de Bordeaux com vinhas das uvas locais – Cabernet Sauvignon, Malbec e Merlot – plantando-as, ao lado da variedade ícone do país, a uva Tinto Fino – clone da Tempranillo –, nos áridos solos da região.

A reputação da vinícola começou a ser criada a partir de 1903, sob o domínio de Antonio Herrero, conquistando inúmeros prêmios e comercializando também seus vinhos espanhóis internacionalmente. A propriedade mudou de donos diversas vezes antes da atual aquisição pela família Alvarez, em 1982.

Vega Sicilia adotou processos meticulosos durante a produção dos seus vinhos. Nas vinhas, os rendimentos são controlados rigorosamente, onde ocorre também uma colheita e uma seleção de uvas precisas.

Já na adega os vinhos espanhóis passam por enormes barris de carvalho, antigos e novos, que, apesar do envelhecimento prolongado, como o vinho Único envelhecimento por mais de 15 anos, apresentam sabores e aromas complexos – provando a excelente qualidade das matérias-primas de Vega Sicilia.

O maior, mais prestigioso e mais lendário vinho espanhol. Este é o Vega Sicilia Único, vinho que dispensa apresentações. De elegância e classe incomparáveis, ele é único também em seu estilo, ao qual vem se mantendo fiel ao longo das décadas. Um dos maiores vinhos do mundo, e o mais emblemático da Espanha.

O grande Valbuena "5º" é outro vinho tinto superlativo da Espanha, de muita classe, extremamente complexo, saboroso e sedutor. Trata-se de um exemplar que envelhece menos tempo em carvalho que o Único, sendo lançado cinco anos após a colheita.

Produtor

Alión (Vega Sicilia)

Imagine uma combinação perfeita entre o melhor da Espanha e o melhor do Novo Mundo. Um vinho intenso, rico e moderno, de grande prestígio, assinado pelos autores do Vega Sicilia. Este é o vinho espanhol Alión: extremamente saboroso, rico e exuberante.

Ele é elaborado no melhor estilo da região de Ribera del Duero, com toda a experiência e minimalismo das Bodegas Vega Sicilia, e busca ser a expressão máxima da uva Tinto Fino, recebendo o título de “Vinho Tinto do Ano” para a Revista Gula.

Alión, referente a área de León, onde o patriarca da família Álvarez nasceu, localiza-se a 15 quilômetros de distância da prestigiada vinícola Vega Sicilia, em Ribera del Duero. Apesar das primeiras safras do vinho espanhol Alión serem feitas nas instalações de Vega Sicília, esse exemplar possui personalidade única, além de mostrar as virtudes dos terroirs, clima e variedades típicas da região.

Criada em 1993, Alión já apresentava uma produção de 350 mil garrafas, número que variou nos próximos anos de acordo com as possibilidades oferecidas pelas características de cada vintage. Em 1996, 310 mil garrafas de vinho espanhol Alión foram produzidas, graças as novas áreas de cultivo que entravam em produção. As uvas obtidas nessas plantações, de alto padrão de qualidade, davam origem aos vinhos Alión de maior prestigio da vinícola.

Com o sucesso mundial dos vinhos espanhóis em 2000, Vega Sicilia alcançou excelentes resultados com a fermentação em tanques de carvalho. Essa prática foi adotada em Alión, onde os resultados começaram a ser vistos a partir da colheita de 2001.

Um verdadeiro clássico da Espanha, Alión é um colecionador das altas notas da crítica especializada de prêmios. Caracterizado como um vinho tinto intenso e rico, Alión é elaborado a partir da uva Tempranillo cultivada em Ribera del Duero. A safra de 2004 recebeu nada menos do que 96 pontos do renomado Robert Parker, enquanto a safra de 2011 recebeu 94 pontos do crítico.

Produtor

Pérez Pascuas

Uma das maiores referências do vinho espanhol, Pérez Pascuas foi fundada em 1980 por três irmãos convencidos das possibilidades de um vinhedo familiar na elaboração de grandes vinhos. Desde então, Benjamín, José Manuel e Adolfo Pérez Pascuas produzem Crianzas, Reservas e Gran Reservas premiados, de grande potência, concentração, equilíbrio e complexidade, em um estilo bem particular. 

A regularidade de sua qualidade é reconhecida mundialmente e este ano rendeu ao produtor um lugar no ranking das Top 100 vinícolas do mundo da revista Wine & Spirits. Os célebres Viña Pedrosa são sempre destaques entre a crítica. O Viña Pedrosa Crianza é, segundo Robert Parker, um clássico que dificilmente encontra semelhantes por sua ótima relação qualidade/preço. A safra 2010 recebeu 92 pontos do jornalista americano que considerou o tinto um ótimo Crianza, muito bem balanceado. O exigente crítico e jornalista espanhol Victor de la Serna, do jornal El Mundo, considera o Viña Pedrosa Reserva um dos maiores tintos de Ribera del Duero, ao lado de ícones como Vega Sicilia e Pingus. 

Nos 135 hectares de vinhedos antigos na DO Ribera del Duero, a variedade local Tinta del País (Tempranillo) é a grande protagonista, representado 90% da plantação - os 10% restantes são cultivados com a Cabernet Sauvignon. A média de idade das videiras é superior aos 35 anos e as parreiras mais velhas têm 80 anos. José Manuel Pérez é o enólogo responsável pela vinificação e maturação dos vinhos - esta última etapa é feita em barricas de carvalho americano e francês. Das 500 mil garrafas produzidas anualmente, cerca de 43% é exportada para mais de 38 países. 


Produtor

Dehesa La Granja

Nova propriedade pertencente a Alejandro Fernández, enólogo e dono do Pesquera e do Condada de Haza, em Ribera del Duero. Por estar apenas parcialmente dentro de Toro, é denominado "Vino de la Tierrade Castilla y León". Este ótimo tinto é produzido com Tempranillo de velhas vinhas e maturado em barricas novas de carvalho americano.

O Vino de la Tierra de Castilla y León é produzido no ambiente ideal: uma extensa caverna, esculpida na pedra durante o século XVIII. O silêncio, a escuridão, a temperatura e a umidade equilibradas e constantes resultam em um vinho nobre e intenso, "que se recusa a abandonar a nossa boca e nossa memória". Caracteriza-se por seu envelhecimento durante 24 meses em barricas de carvalho americano e 12 meses de repouso na garrafa.

Como todos os vinhos feitos na propriedade que a família possui em Rivera Fernández Zamora, este vinho envelhece em cavernas subterrâneas escavadas na pedra, que conferem as condições de temperatura e umidade perfeitas.

O Dehesa La Granja Roble Francés Seleccion 2002 é um exemplar que Alejandro Fernández gosta de poupar para sua coleção pessoal, envelhecido em barricas de carvalho francês. Este excelente vinho é o resultado do domínio da viticultura e enologia que adquiriu a família Fernández Rivera ao longo de seus mais de 40 anos de história de vinificação.

Já o Dehesa La Granja 2006, excelente vinho da região de Toro, foi produzido com vinhas velhas de Tempranillo, um tipo de uva que produz tintos encorpados, com coloração intensa e longo retrogosto, perfeitos para o enevelhecimento em barris de carvalho. Apesar de excelentes para serem degustados sozinhos, os vinhos originários dessa casta são perfeitamente harmonizáveis com queijos moles, paleta de cordeiro com ervas e carnes grelhadas e defumadas. Poderoso, concentrado e rico em aromas, é um vinho espanhol com uma das melhores relações entre qualidade e preço.

Produtor

Bodega Lanzaga (Telmo Rodriguez)

Lanzaga é simplesmente a mais premiada vinícola da Rioja dos últimos anos. Os prêmios incluem as cobiçadas notas 100 de Robert Parker e James Suckling para o cultuado Las Beatas, além de dezenas de notas superiores a 95 pontos. Com a Bodega Lanzaga, Telmo Rodriguez resgatou os vinhos da Rioja que expressam o terroir de cada parcela, nos mesmos moldes dos vinhos da Borgonha. Puros e precisos, os Riojas de Lanzaga combinam uma grande pureza, profundidade de fruta com um estilo elegante e fácil de gostar. Além dos raríssimos e cultuados vinhos de parcela, a vinícola também elabora alguns dos vinhos de melhor relação qualidade/preço do Velho Mundo.

Telmo Rodriguez retornou à Rioja em 1998 decidido a elaborar vinhos na Rioja que resgatassem os vinhos produzidos na região no séc. XVIII. A ideia era de produzir vinhos com diversas castas diferentes, que expressassem cada pequena parcela do rico terroir desta região e que fossem companhias perfeitas para uma refeição. Quando a filoxera atacou os vinhedos de Bordeaux no final do séc. XIX, a Rioja estruturou suas vinícolas no mesmo modelo dos grandes châteaux de Bordeaux, combinando uvas de diversas áreas para fazer vinhos que mostrassem o estilo das vinícolas e que fossem capazes de suprir a demanda internacional por vinhos de qualidade. O sucesso do novo modelo de vinhos da Rioja foi tão grande que os vinhos de parcela praticamente desapareceram da região. No final do séc. XX, surgiram vinhos de vinhedos únicos, mas o estilo muito concentrado, que estava em moda na época, não permitia aos vinhos que mostrassem a “assinatura” de cada micro-região. Telmo estudou minuciosamente seus vinhedos em Lanciego e dividiu as pequenas parcelas, mostrando assim uma Rioja que havia ficado esquecida no tempo. Além dos vinhos de parcela, foram criados vinhos leves e gastronômicos, que ficam ainda mais deliciosos quando acompanhados por comida.

Os vinhos Corriente, LZ e Lanzaga estão entre os maiores achados do vinho espanhol. Elaborados com técnicas tradicionais, como a fermentação em tanques de concreto e maturados em barricas de carvalho de diversos tamanhos, mostram um pouco da riqueza da região de Lanziego de Álava. A agricultura orgânica e a mínima intervenção na vinificação resultam em vinhos limpos, frescos e deliciosos, com ótima complexidade.

Os vinhos de parcela de Lanzaga são verdadeiras raridades, se esgotando em poucos meses na Europa e nos Estados Unidos. O Las Beatas é um vinhedo de 1,9 hectare em Labastida, no extremo nordeste de Rioja Alavesa. O solo é arenoso, com blocos de calcário argiloso (marga). O íngreme vinhedo está distribuído em 10 terraços, de diferentes orientações, plantados com 9 castas diferentes, com predominância da Tempranillo. Tabuérniga é uma parcela de 2,7 hectares em Labastida que origina vinhos austeros, profundos e elegantes. La Estrada é uma minúscula parcela de 0,67 hectare em Lanziego plantada nos anos 1940. O vinho é incrivelmente elegante e equilibrado, lembrando o estilo de um vinho da Borgonha segundo o editor da Wine Spectator Matt Kramer.

A Bodega Lanzaga elabora uma coleção de vinhos simplesmente imperdível para qualquer enófilo que deseja descobrir um pouco mais sobre a mágica região da Rioja.

Produtor

Granja Remelluri

Com 154 hectares (dos quais 105 são plantados com vinhas) a Fazenda Remelluri foi fundada em 1967 e localiza-se na base da Serra de Tolono. Granja Remelluri tem como premissa a bem-sucedida união dos materiais modernos, como as cubas de aço inox por exemplo, com a tradicional vinificação em barris de carvalho.

A Granja Remelluri é uma das vinícolas mais importantes da Rioja, famosa e tradicional região vinícola da Espanha que produz alguns dos melhores vinhos tintos e brancos do país e do mundo. É uma vinícola de estilo incomum na região por ser uma adega de única propriedade, que não tem como característica principal as vinícolas no estilo “chateau”.

Parker considera Remelluri como um de seus Rioja favoritos. É bem encorpado, com bastante fruta, aveludado, muito longevo e menos marcado pelo carvalho do que a maioria dos vinhos tintos da região. O Remelluri 95, na realidade um Rioja Reserva, recebeu 92 pontos de Parker e 3 estrelas da Decanter.

Entre os excepcionais exemplares desse produtor, o Lindes de Remelluri se destaca e foi considerado "outstanding" por Neal Martin, colaborador de Robert Parker no The Wine Advocate, com nada menos que 90 pontos em sua classificação. Trata-se de um corte de Tempranillo, Garnacha, Graciano e Viura de vinhas com 40 anos de idade, pertencentes a pequenos produtores vizinhos à Granja Remelluri. É um tinto de excelente relação custo-benefício.

Nos vinhos brancos, é imprescindível citar o Remelluri Bianco, um dos mais famosos e disputados brancos da Espanha, com uma minúscula produção por temporada. Esse exemplar traduz o caráter único deste produtor e o talento do enólogo Telmo Rodriguez. Trata-se de um corte de 9 castas (não divulgadas pelos produtores) que revela notas de fruta cítrica e de pêssego no nariz, com toques de amêndoa e gengibre. Arrematou 93 pontos de Neal Martin, o que confirma a grandiosidade desse vinho.

Produtor

Bodegas Valdemar

Produtor

Cvne

Produtor

Imperial

Imperial é uma das mais celebradas vinícolas da Espanha. Desde as primeiras safras, no inicio dos anos 1920, os vinhos faziam muito sucesso no exigente mercado inglês e o nome Imperial é uma referência ao tamanho das garrafas usadas para engarrafar os vinhos no início – a “Imperial Pint” , de 510ml.

As uvas vêm de um vinhedo excepcional, de 28 hectares, localizado na Rioja Alta. Para garantir a qualidade dos vinhos, as vinhas usadas para produção tem ao menos 20 anos. O terroir da Rioja Alta e os baixos rendimentos resultam em vinhos concentrados, perfeitos para serem envelhecidos em barricas de carvalho.

O monumental Gran Reserva já foi eleito o “Melhor Vinho do Mundo” pela Wine Spectator. O encorpado Reserva, por sua vez, também é produzido apenas em safras excelentes. O Real de Asúa é um raro e maravilhoso Rioja elaborado em um estilo moderno e sedoso. São todos grandes vinhos, que não podem faltar na coleção de qualquer enófilo.

Produtor

Viña Real

Sempre um dos mais emblemáticos nomes da Rioja, a Viña Real foi fundada pela centenária Compañía Vinícola del Norte de España nos anos 1920, sendo a primeira vinícola da Rioja a maturar seus vinhos em barricas de carvalho. O nome é uma referência à antiga Estrada Real, que cruzava a Rioja Alavesa próxima à vinícola. Os vinhos de Viña Real são elaborados em uma vinícola totalmente operada por gravidade, projetada pelo famoso arquiteto francês Philippe Maziéres, foi construída no formato de um tanque tradicional de fermentação.

Os vinhedos plantados da Serra Cantrabia até o rio Ebro desfrutam do melhor terroir da Rioja Alavesa. As uvas Tempranillo, combinadas com pequenas parcelas de Garnacha, Graciano e Mazuelo, são colhidas a mão e os vinhos maturam em uma combinação de barricas de carvalho americano e francês, que conferem aos vinhos maciez e complexidade. São vinhos de grande estirpe: complexos, mas fáceis de gostar.

Produtor

El Vinculo

A região de Ribera del Duero era conhecida por dois fatores: uma grande vinícola, a Vega Sicilia, que produzia um dos vinhos mais bem avaliados do mundo; e seus outros produtores, que lançavam no mercado vinhos de qualidade inferior.

Porém, a partir de 1970, Alejandro Fernández descobriu a região como uma das mais apropriadas para o cultivo no mundo e fundou a Pesquera, que produz vinhos concentrados e não filtrados. A complexidade desses vinhos foi imediatamente reconhecida na Espanha e também no concorrido mercado internacional.

Após a Pesquera, Alejandro Fernández vem aumentando seu raio de ação para outras regiões hispânicas, formando um conjunto de quatro vinícolas, que produzem cerca de 1,8 milhões de garrafas ao ano: Pesquera, originária de Ribeira del Duero, na pequenina cidade de Pesquera del Duero; Condado de Haza, também em Ribeira del Duelo, Dehesa la Granja, produtora dos vinhos Castilla y León; e El Vinculo, localizada na região de La Mancha.

O tinto El Vinculo Crianza 2009 representa um desejo inovador de Alejandro em produzir um grande vinho totalmente originário da região de La Mancha, onde antes predominava vinhos com pouca personalidade e grande quantidade de produção. A localidade dispõe de excelentes vinhas de
Tempranillo situadas no Campo de Criptana, com solos arenosos e argilosos, muito bem aclimatadas às condições locais. As cepas são amadurecidas por 18 meses em barricas, seguidos de mais 6 meses em garrafas. Com estrutura poderosa, o tinto resultante dessa produção apresenta notas condimentadas e notáveis aromas de frutas, alcaçuz e especiarias, com taninos maduros.

Alejandro foi o idealizador de um estilo inconfundível, batizado de
“estilo Ribera del Duero”, em que o carvalho deixa de ser o componente principal para dar lugar aos aromas das frutas, exuberantes em seus vinhos. Muitos produtores da região seguiram os passos pioneiros de Alejandro, fabricando vinhos de qualidade compatível com as exigências desse exigente mercado.

Produtor

Gran Feudo

Gran Feudo é um dos nomes de maior sucesso no vinho espanhol. Esta famosa bodega pertence ao grupo Julian Chivite, cuja tradição em produção de vinhos de alta qualidade na Navarra remonta ao século XVII!

A bodega atual onde são produzidos os vinhos Gran Feudo foi construída por Claudio Chivite em 1872, em Cintruénigo, no coração da D. O. Navarra vinícola, que faz fronteira com a Rioja Baja. São vinhos de extraordinária relação qualidade e preço e muita tradição.

O prestígio e a qualidade dos vinhos da família Chivite perdura por mais de 4 séculos, reconhecidos tanto na Espanha quanto internacionalmente. Gran Freudo tem produzido vinhos no norte da Espanha bastante apreciados pela crítica especializada.

O Gran Feudo Rosado é um clássico, o mais famoso e consagrado vinho rosado da Espanha, merecedor de inúmeros prêmios e combinação perfeita para paella e tapas (petiscos da Espanha). O exemplar é seco, fresco e delicado, produzido com a uva Garnacha, que faz jus à fama da região de Navarra pela elaboração dos melhores vinhos rosés espanhóis. Segundo Robert Parker, "é um rosado ‘vibrante".

Os vinhos tintos também são excelentes e premiados, sendo que o Reserva foi eleito recentemente pela revista Decanter como uma das melhores relações qualidade e preço de todo o mundo, classificado como “outstanding” e com “um palato de estrutura elegante e notas doces e de especiarias no final de boca”.

O Gran Freudo Reserva, um tinto elaborado a partir de um corte da uva Tempranillo, Merlot e Cabernert Sauvignon, estagia por 18 meses em barris de carvalho francês e americano. Além disso, é um exemplar macio e elegante, com um preço atraente.

O Gran Feudo Biológico é elaborado com uvas Merlot de cultivo orgânico e apresenta incrível frescor. O vinho Viñas Viejas tem ainda mais complexidade, enquanto o Gran Feudo Blanco vem de Rueda e é elaborado a partir da uva Verdejo. São todos excelentes compras.

Produtor

Clos Mogador

O Clos Mogador é um dos maiores vinhos espanhóis, o vinho tinto lendário que consagrou o Priorato como uma das maiores regiões produtoras da Espanha. Ele sempre merece notas altíssimas de todos os autores e frequentemente é indicado como o melhor vinho tinto espanhol por diversos guias. Trata-se de um vinho de incrível concentração, corpo e riqueza, com enorme potencial de envelhecimento. Um grande clássico, obra-prima do genial René Barbier. Foi indicado simplesmente como o quarto melhor vinho do mundo pela Wine Spectator em 2003, com 95 pontos.

Clos Mogador é uma propriedade localizada na região do Priorato, conhecido por seus tradicionais vinhos tintos elaborados a partir das uvas Carignan e Grenache. A propriedade foi fundada em 1979 pelo catalão-francês René Barbier, mas o primeiro vinho apareceu apenas depois do ano de 1989, em uma versão conjunta com nove outros produtores, que recebeu grande sucesso.

René Barbier liderou o movimento original Priorat, provando que vinhos únicos e emocionantes poderiam ser feitos nesta área “esquecida” da região. Na vinícola Clos Mogador ele cuidou das velhas vinhas abandonadas que foram plantadas em encostas íngremes no solo de xisto, dando origem a uvas bastante concentradas e intensas.

Rapidamente a propriedade se firmou como a principal vinícola da denominação de origem. O crítico Robert Parker afirmou que os vinhos de Clos Mogador são “impressionantes exemplos do que a Espanha pode produzir, mas tão raramente faz”. Ao contrário de outras vinícolas espanholas, Clos Mogador apresenta excelente complexidade e concentração, mas também demonstra em seus vinhos características únicas e marcantes.

Além do tradicional e icônico vinho Clos Mogador, a vinícola dá origem também ao vinho Clos Manyetes, elaborado com as uvas Cariñena, Garnacha, Cabernet Sauvignon e Syrah. Trata-se de um estupendo vinho tinto de René Barbier, que demonstra muita complexidade e classe, em um conjunto totalmente harmônico. Deliciosamente saboroso e frutado, o Clos Manyetes 2008 recebeu 93 pontos de Robert Parker e em 2005, nada menos do que 94 pontos do Guia Peñin.  

Produtor

Alvaro Palacios

O produtor Alvaro Palacios é considerado um dos "monstros sagrados" da Espanha, integrante da lista dos melhores e mais talentosos enólogos do país. Um dos vinhos mais conhecidos produzidos por Alvaro Palacios é o vinho tinto L’Ermita, um dos vinhos mais disputados e comentados do mundo.

Os vinhos Finca Dofí têm grande classe, profundidade e concentração, e estão sempre em todas as listas dos melhores vinhos espanhóis. Já o O Les Terrasses é um verdadeiro achado, um tinto incrivelmente saboroso, cheio de charme e fruta madura, uma das melhores opções nesta faixa de preço em nosso catálogo.

Herdeiro de uma tradicional família de produtores de vinho do Rioja, Alvaro Palacios estudou enologia em Bordeaux e assumiu, na década 1980, os vinhedos de uma antiga propriedade vinícola em Priorato, abandonada desde a crise da filoxera. O talento do enólogo junto ao terroir, às colinas íngremes e terraços do da propriedade, que fica a 600 milhas de Barcelona, resultou na produção de vinhos de grande sucesso e repercussão em toda a Espanha e no mundo.

Alvaro Palacios adquiriu o vinhedo de Finca Dofí, em 1990, localizado na região do Priorato. Após alguns anos, adquiriu um vinhedo de Garnacha, cultivado em solo de xisto bem drenado e que teve seu plantio iniciado entre os anos de 1900 e 1940. Palacios renomeou este vinhedo como “L’Ermita” em referência a uma pequena capela localizada nas redondezas. Anos mais tarde, Alvaro Palacios decidiu avançar seus negócios, adquirindo outro vinhedo na região de Bierzo, em conjunto com seu primo Ricardo Pérez, dando origem a vinícola Descendientes de J. Palacios.

Dentre os vinhos Alvaro Palacios, o vinho L’Ermita é considerado uma lenda, o mais importante vinho espanhol. A sua composição contém 80% de Garnacha, 15% de uva Cabernet Sauvignon, e 5% de Carineña. O vinho é amadurecido por 20 meses em barris franceses e engarrafado sem filtro, marcado pela concentração intensa e grande profundidade, resultando em um vinho tinto complexo e apreciado pelos mais diferentes paladares ao redor do mundo.

Produtor

Clos Figueras

Uma das mais celebradas vinícolas da região do Priorato, Clos Figueras está localizada em um terroir excepcional, escolhido para Christopher Cannan por René Barbier de Clos Mogador em 1997, quando alguns dos melhores vinhedos desta fantástica zona ainda não haviam sido descobertos.

As vinhas antigas de Garnacha e Cariñena e parcelas de Cabernet Sauvignon, Syrah e Mourvèdre são plantadas em terraços de puro xisto, como os melhores vinhos do Priorato. René Barbier cuida dos vinhedos e da vinificação com o seu habitual perfeccionismo, dando origem a vinhos grandiosos e apreciados por diversos críticos, especialistas e amantes do mundo do vinho.

A região do Priorato está localizada na antiga capital romana da Península Ibérica, que atualmente, é chamada de Tarragona, local onde os vinhedos existem há mais de 2 mil anos. Na década de 1980, René Barbier se encantou pela região e estabeleceu ali os seus negócios na vinícola Clos Mogador.  Em 1997, por fim, a vinícola Clos Figueras foi fundada, e Barbier – considerado o fundador da vinicultura moderna no Priorato – a deixou sob a administração do exportador de vinhos Christopher Cannan.

Apesar de ser relativamente nova e pequena, a vinícola Clos Figueras tem se destacado na região do Priorato. A atuação de Christopher Cannan foi essencial para o desenvolvimento da companhia, dando origem a vinhos com qualidade cada vez maior.

Após anos exaltando as virtudes da região do Priorato, Cannan decidiu investir em um vinhedo abandonado ao norte da cidade de Gratallops, e com a ajuda de Barbier replantou a propriedade de 10 hectares nos famosos solos licorella, compostos por ardósia e xisto, e responsáveis pela produção dos poderosos vinhos minerais que a região é famosa.

A companhia cultiva as prestigiadas uvas Cabernet Sauvignon, Grenache, Carignan e Syrah, com as quais produz bons vinhos brancos e excelentes vinhos tintos, capazes de agradar a diferentes paladares.

Produtor

Celler de Cérvoles

Em 1997, depois de uma intensa busca por propriedades e microclimas adequados para a implantação de novas vinhas dentro de Costers del Segre, os proprietários da vinícola bicentenária Castell del Remei descobriram as excelentes características das vinhas de La Pobla Cérvoles, adquirindo a  propriedade atualmente chamada de Cérvoles Celler.

As diversas áreas que compõem a fazenda, localizada entre 700 e 750 metros de altitude, têm orientações diferentes e uma média de 450 mm de precipitação anual. A textura do solo é franco (argilosa-franca) com diferentes níveis de cascalhos. A permeabilidade desse cascalho subterrâneo proporciona boa drenagem, enquanto a argila, também presente no solo, preserva a umidade. Esse conjunto de fatores forma um equilíbrio ideal para o cultivo das vinhas com alta qualidade.

Os vinhos Cérvoles fazem parte do grupo exclusivo Grandes Pagos de Espanha, uma associação de propriedades produtoras de vinho da Espanha para defender e promover a cultura de "Vino de Pago", produzido em um terroir específico, a fim de refletir a personalidade única do solo e do clima da região.

Fruto dessas características, os vinhos desse produtor são obtidos com um ótimo equilíbrio entre o teor de álcool e acidez, cor intensa e uma personalidade pronunciada. O acompanhamento minucioso em todo processo, realizado através de um eficiente trabalho em equipe, reforça ainda mais esse compromisso com a qualidade que levou Cérvoles ao reconhecimento constante e regular de especialistas, conquistando todos os anos prestigiados prêmios internacionais.

Atualmente, cerca de 80.000 garrafas são produzidas anualmente, sendo comercializadas através de lojas especializadas e atingindo os mais exigentes apreciadores ao redor do mundo.

A combinação de todas estas características especiais, além do ambiente silvestre de cultivo, dão origem ao Celler Cérvoles, um vinho único e excepcional. A safra de 2005, por exemplo, é um delicioso corte das uvas Tempranillo, Cabernet Sauvignon, Grenache e Merlot, recebeu 91 pontos da The Wine Advocate, que o descreveu como “encorpado, maduro, complexo e equilibrado”.

Produtor

Bodegas Santo Cristo

Um dos pioneiros da região Campo de Borja, as Bodegas Santo Cristo produzem vinhos tintos consistentes de ótima qualidade e preço, utilizando uma seleção de uvas dos melhores vinhedos, com idade média de 40 anos, como o Selección Garnacha, um vinho tinto delicioso, fácil de gostar, com cerejas e toques de alcaçuz e de chocolate e final de boca vibrante, além de um toque mineral agradável. Stephen Tanzer concedeu 88 pontos à safra 2011 – uma nota muito boa para a sua faixa de preço.

O Amphora Garnacha também é muito saboroso, um vinho tinto puro, sem passagem por madeira, repleto de fruta madura, com notas florais e minerais. São duas ótimas novidades da Espanha, excelentes escolhas para o dia a dia.

Campo de Borja é uma região D.O. em Aragon, norte da Espanha. Esta área, extremamente árida, situa-se ao sul do rio Ebro e ao norte do rio La Huecha, e faz fronteira com os trechos do sul da região vinícola de Navarra. É centrado em Borja, uma cidade pequena carregada com história, tendo sido fundada em 5 BC pelos Celtibéricos (povo originado da combinação do povo ibérico e celta). Curiosidade: a família Borgia, famosa pelo poder que alcançou na Itália durante o Renascimento e produziu dois Papas, era de origem Borja.

Campo de Borja atingiu o status de D.O. em 1980 e a designação é administrada por um Conselho Regulador local. As Bodegas de Santo Cristo, assim como outros produtores da região, vêm elaborando vinhos desde a época dos romanos e a casta Garnacha reina na região, sempre dando origem a vinhos concentrados, poderosos e muito aromáticos.

Atualmente, graças a investimentos realizados nos últimos anos, as Bodegas Santo Cristo ganharam em tecnologia e capacidade de produção em vinhos de qualidade superior, recebendo reconhecimento nacional e internacional. O sucesso veio graças à competência de profissionais cada vez mais capacitados e de um compromisso de qualidade que alia tradição e inovação.

Sem dúvida, os vinhos oferecidos pelas Bodegas Santo Cristo são exemplares que valem a pena serem conferidos. São ótimas novidades da Espanha e excelentes escolhas para o seu dia a dia.

Produtor

Bodegas Celaya

Fundada em 1927 na região espanhola de Castilla- La Mancha, Bodegas Celaya elabora vinhos que provam que o Velho Mundo pode também dar origem a algumas das melhores pechinchas. Seu grande destaque são os ótimos tintos Bayanegra, produzidos com a casta Tempranillo. O Black Label tem uma pequena passagem por carvalho, enquanto o Tempranillo mostra esta uva sem nenhuma influência de madeira. Ambos entregam muito mais do que custam — repletos de suculentas notas de frutas maduras e cheios de caráter. O Bayanegra rosado, frutado e com uma deliciosa acidez, é uma excelente opção para o dia a dia. O Bayanegra Blanco, fresco e delicado, é elaborado com a casta Airén, a uva mais plantada em todo o mundo. 

Produtor

Outros Produtos

Produtor

Bodega Alvarez De Toledo

Produtor

Apollonia-4 Kilos

Produtor

Belondrade Y Lurton

Produtor

La Ina

Produtor

Bodegas Mano A Mano

Produtor

Luzón

Considerada pelo El Mundo uma fonte sólida de vinhos de grande complexidade, Bodegas Luzón firmaram-se como uma das maiores referências da região de Jumilla. A fundação da bodega remonta ao ano 1916, mas foi a partir de 2005 que ela se modernizou, sem poupar investimentos, e atualmente elabora tintos e brancos que conquistaram seu lugar de destaque entre os grandes achados da Espanha, de excepcional relação qualidade/preço. A base dos vinhos é a casta Monastrell (a mesma que a Mourvèdre) de vinhedos antigos, que origina vinhos suculentos, com cativantes de notas de frutas maduras – características do efeito do clima árido da região de Jumilla –, mas sempre combinadas por um frescor que aporta um apetitoso apelo gastronômico. Os vinhos são elaborados meticulosamente pelo talentoso enólogo Joaquín Gálvez Bauzá, responsável por alguns dos mais emblemáticos vinhos de Ribera del Duero. Uma grande descoberta!

Produtor

Dominio de Pingus

Indiscutivelmente um dos maiores ícones do mundo do vinho, o grandioso Pingus veio a ser reverenciado e ansiosamente esperado em todo o mundo antes mesmo de ser lançado. Trata-se de um original vinho de garagem produzido em minúsculas quantidades. Pingus é, ao lado de Vega Sicilia, o maior expoente da Ribeira del Duero e do vinho espanhol.

Dominio de Pingus localiza-se na região de Ribera del Duero, Espanha, e encontram-se entre alguns dos melhores produtores do país. Estreando em 1995, conquistou, imediatamente, o status de cult após os elogios de Robert Parker na Wine Advocate. Atualmente, é considerado como um dos maiores vinhos feitos na Espanha, muito procurado e com uma relação justa entre qualidade e preço. Seus vinhos espanhóis são constantemente celebrados pela elegância, densidade, aromas concentrados de frutas pretas e caráter mineral, entre outras qualidades.

A propriedade é formada por pequenas vinhas velhas, espalhadas por diversos locais da região. Seu vinho mais importante, o Pingus, é elaborado com uvas vindas de parreiras plantadas no ano de 1929, em solo predominantemente de cascalho e areia, com subsolos de argila, calcário e rendimentos baixíssimos. Os exemplares são fermentados em cubas e, em seguida, envelhecidos em barricas de carvalho, por 20 a 22 meses em média. Sua produção não passa de 6 mil garrafas por ano e a safra 2012, por exemplo, recebeu pontuação máxima de 100 pontos de Robert Parker e também de James Suckling. 

Já o Flor de Pingus, o magnífico segundo vinho da propriedade, tem produção maior e é feito com uvas de 16 parcelas colhidas manualmente e vinificadas separadamente. Trata-se de um vinho de grande elegância, que merece ser decantado para mostrar todas as suas qualidades. A safra 2012 mereceu 93 pontos de Robert Parker, que elogiou seu estilo harmonioso e elegante, de proporções clássicas, com carvalho perfeitamente integrado e maravilhoso equilíbrio.

O vinho espanhol Psi, talhado para expressar o terroir da Ribera del Duero, é um projeto impressionante de Peter Sisseck. Ele ajudou diversos pequenos produtores a recuperarem vinhedos muito antigos na região, cujas uvas puderam produzir um grande vinho. A safra de 2012 foi apontada como um verdadeiro triunfo por Robert Parker, que o descreveu como delicioso, concedendo-lhe 92+ pontos.

Produtor

Pazo de Señorans

Pazo Señoráns é considerado o maior especialista da deliciosa casta galega Abariño, conhecida em Portugal como Alvarinho. Robert Parker lhe confere altas notas, chamando-o de "a resposta espanhola para Condrieu". Para o jornalista, é um vinho "altamente complexo, sedutor, refrescante e puro". Ele foi o vinho branco espanhol a receber a maior nota do reputado Guia de Vinos Gourmet. O Seleccíon de Añada é ainda melhor, produzido apenas em anos excepcionais.

O edifício principal do Pazo Señoráns é um antigo palácio convertido em adega, localizado em Rías Baixas, a alguns quilômetros de Santiago de Compostela. Um magnífico representante das casas solariegas, que datam do século XVI, Pazo Señoráns tornou-se oficialmente um produtor de vinhos em 1989, embora o cultivo de vinhas pelo casal Marison Bueno e Javier Mareque já ocorria alguns anos antes.

Os vinhedos de Pazo Señoráns são cultivados, unicamente, com a tradicional uva Albariño, em um sistema chamado pérgula. As vinhas encontram-se espalhadas por diferentes áreas próximas ao mar e, devido a composição do solo que possui alta capacidade de drenagem, é responsável pela produção de uvas com excelente frescor e aroma.

Os vinhos Pazo Señoráns refletem as características da região e as peculiaridades da uva Albariño. Todos os anos, há investimentos em melhorias para o cultivo e colheita das uvas, visando aumentar a qualidade dos exemplares, tornando-os capazes de agradar aos mais diversos paladares. "Nós elaboramos vinhos honestos, que dão à boca o que prometem ao nariz e que expressam a máxima qualidade de cada vintage", garantem os enólogos da vinícola.

Com identidade e características únicas, o cenário em Pazo Señoráns é composto por terras baixas, situadas em alturas médias de 300 metros, próximas ao mar e a zonas inferiores de rios. Além disso, as condições climáticas na região são bastante favoráveis, marcadas por temperaturas amenas, elevado índice pluviométrico e períodos secos durante o verão. Os solos, raros e típicos de Rías Baixas, são compostos por granito rachado, graças a umidade intensa da região, adicionando aos vinhos notas minerais e florais.

Produtor

Pesquera

Pesquera é um dos grandes nomes do vinho espanhol, um dos pioneiros e mais respeitados de Ribera del Duero, com 5 estrelas de Robert Parker. Segundo diversos críticos internacionais, chega a rivalizar com o lendário Vega Sicilia. Dispensa apresentações, elaborando alguns dos melhores e mais consagrados vinhos tintos da Espanha.

As quatro bodegas que compõem o Grupo Pesquera - e o legado de Alejandro Fernández - têm em comum a história de amor pela vinicultura, que só fica maior com o passar do tempo. O vínculo com a terra natal se materializa na marca do grupo: a imagem tradicional “del Arco y de la Torre de Pesquera de Duero”, característico de seus míticos vinhos Tinto Pesquera.

Numerosos são os prêmios que garantem às bodegas Pesquera o reconhecimento por mais de 40 anos de experiência em vinho. Definitivamente um sonho realizado para Alejandro Fernández cuja máxima era ter uma adega e fazer grandes vinhos. Suas vinícolas e seus vinhos são reconhecidos e apreciados em todo o mundo.

A propriedade foi fundada em 1972, antes de Ribera del Duero ficar famosa, e encontrou sucesso imediato, seguindo os passos de seu vizinho Vega Sicilia, alcançando o reconhecimento de D.O. para Ribera del Duero, em 1982.

Os 200 hectares de vinhedos estão espalhados ao longo das margens sul do rio Duero em uma variedade de solos, que são principalmente baseados em terra arenosa, cascalho sobre calcário e argila. Estes vinhedos estão cerca de 600 e 700 metros acima do nível do mar e possuem clima continental, com dias quentes e noites frescas.

Os vinhos da Tinto Pesquera são feitos num edifício de pedra do século XVI. Uma mistura cuidadosamente considerada de barricas francesas e americanas é usada para envelhecer os vinhos - o Crianza por um mínimo de 18 meses e o Reserva por até três anos. O Gran Reserva e o Janus Gran Reserva são envelhecidos de 36 a 48 meses antes da liberação. Os vinhos são engarrafados não refinados e não filtrados. 

Produtor

Cosecheros y Criadores (Martinez Bujanda)

Cosecheros y Criadores é a mais nova bodega dos donos do tradicional produtor Martinez Bujanda, com dois ótimos vinhos tintos envelhecidos em carvalho americano, bastante concentrados e muito saborosos, com uma incrível relação entre qualidade e preço.

O nome “Cosecheros y Criadores” é um termo histórico que simboliza a diferença histórica entre os produtores de vinho para consumo rápido, geralmente vendidos a granel para grandes negociantes engarrafarem e os produtores que elaboram e amadurecem seus vinhos, engarrafando suas próprias criações. Com a modernização do estilo de Rioja, durante a segunda metade do século XIX, a região adotou o modelo inspirada nos Châteaux de Bordeaux da guarda de vinhos para amadurecer na própria vinícola.

Em 1951 a família Martinez Bujanda funda em Oyon a vinícola Cosecheros y Criadores, uma adega projetada desde o início com o objetivo de exportar vinhos da mais alta qualidade e, atualmente, é anfitriã às indicações Viños de la Tierra de Castilla e Viños de España.

A adega é composta por instalações modernas para o processamento de um invejável volume de barricas de carvalho francês e americano para o envelhecimento dos vinhos, a fim de que os tintos e brancos adquiram características únicas e marcantes, bem como satisfaça os gostos desde os consumidores clássicos até os mais modernos.

Os vinhos elaborados em Cosecheros y Criadores possuem diferentes estilos e apresentações, agradando aos mais diferentes tipos de paladares. A vinícola possui três linhas de vinhos – Copa Real, Infinitus e Posadas Viejas.

As linhas Copa Real são vinhos destinados ao público que prefere exemplares mais cheios de fruta, mas com excelente complexidade, visto que a maturação em barris de carvalho auxilia nesta característica. Já a linha Infinitus engloba uma gama de vinhos modernos, com uma grande seleção de uvas onde a garrafa é acompanhada por um design moderno.

O Infinitus Cabernet Sauvignon/Tempranillo é um saboroso vinho tinto que foi afinado em barris de carvalho americano, resultando em um vinho extremamente envolvente e macio, com uma boa relação entre qualidade e preço. Ideal para ser degustado no dia a dia ou harmonizando-se com pratos encorpados com carne ou cordeiro.

Os Posadas Viejas são vinhos de ótima relação qualidade preço, que comprovam que os vinhos europeus podem competir com as maiores pechinchas do Novo Mundo.

Produtor

Viña Bujanda

Viña Bujanda é o mais novo projeto do enólogo Martinez Bujanda, uma das maiores autoridades em vinhos na região de Rioja. Esta promissora propriedade possui vinhedos localizados em Rioja Alavesa e Rioja Alta, incluindo uma parcela excepcional - “El Seminário”, próxima a Logroño.

Os vinhos são elaborados exclusivamente com a casta Tempranillo de vinhedos antigos e vinificados com uma abordagem moderna, que deixa os vinhos macios e cheios de fruta, além de uma impressionante relação qualidade/preço.

Criada em 2009 na pequena aldeia de Oyon, Viña Bujanda é comandada pelos irmãos Carlos e Pilar Martinez Bukanda Irribaria, cujas tradições na cultura vinícola remontam desde 1889. As velhas videiras da família apresentam, cerca de, 20 e 60 anos, onde são cultivadas em diferentes microclimas e tipos de solos.

Os vinhedos de Viña Bujanda estão localizados dentro das denominações de origem Rioja Alta e Rioja Alavesa – ambas apresentam solos com composições equilibradas e estruturadas entre areia, cal e argila, proporcionando o exitoso cultivo das uvas. Tais combinações singulares entre as características geográficas e climáticas das sub-regiões contribuem para a elaboração de vinhos com qualidade excepcional.

Embora o início do século XXI tenha anunciado a modernização e novas técnicas de vinificação, a família Martinez Bujanda manteve-se fiel ao objetivo principal de Joaquin Martinez Bujanda. O patriarca afirmava que o controle da vinha é essencial para a elaboração de vinhos complexos e, dessa maneira, cada geração vem procurando utilizar o melhor local – levando em conta altitude, microclimas, solos e características do terroir – com a intenção de produzir vinhos que capturem a melhor essência de Rioja.

A família Martinez Bujanda continua utilizando técnicas que foram passadas de geração para geração, empregando métodos de vinificação tradicionais e modernos, a fim de produzir vinhos da melhor qualidade possível. O objetivo de Viña Bujanda é dar origem a vinhos frescos, versáteis e, principalmente, com valor excepcional.

Produtor

Castell del Remei

Castell del Remei é uma tradicional bodega espanhola fundada em 1870, produzindo excelentes vinhos na denominação de origem de Costers del Segre, um dos destaques da Catalunha.

O fabuloso Castell del Remei 1780 é um “crianza”, elaborado com 70% de Cabernet Sauvignon, 20% de Tempranillo e 10% de Garnacha, que passa 6 meses em tanques e 12 meses em carvalho. Já o excelente Castell del Remei Gotim Bru é um “crianza” produzido com 80% Tempranillo, 10% Cabernet Sauvignon e 10% Merlot, maturando por 12 meses em barricas.

Por fim, o Cérvoles é a joia na coroa deste produtor. Trata-se de um vinho elaborado com as uvas Tempranillo, Cabernet Sauvignon e Garnacha de vinhedos situados a uma altitude de 700 metros. O seu vinho branco também é delicioso.

A propriedade de Castell del Remei é composta por 400 hectares em uma excelente localização. Trata-se de uma vinícola formada por notáveis edifícios, incluindo o castelo, a adega, o restaurante e uma igreja. Nos dias de hoje, Castell del Remei administra 140 hectares, dos quais 70 são destinados a vinhedos, aproveitando da melhor maneira a riqueza e a diversidade da denominação de origem. Os outros 70 hectares pertencem a produtores locais, que recebem aconselhamento e supervisão durante o ano todo.

Localizado no distrito de La Noguera, a uma altitude de, aproximadamente, 250 metros, Castell del Remei cultiva suas vinhas, principalmente, em solos de calcário, apesar da área possuir uma enorme diversidade de solos – que contribui para as nuances típicas dos seus vinhos.

As videiras apresentam uma média de idade de 20 anos, onde as principais variedades cultivadas são as uvas Sauvignon Blanc, Macabeo, Pinot Noir, Syrah, Chardonnay, Tempranillo, Garnacha, Merlot e Cabernet Sauvignon. Os rendimentos dessas vinhas são baseados na teoria de que as plantas devem fornecer mínimos rendimentos para que seus vinhos sejam de alta qualidade – cada uma produz em torno de 6 mil kg/hectare.

A vinícola é responsável pela produção de 800 mil garrafas por ano, vendidas tanto para o mercado interno quanto para o externo. Os vinhos produzidos em Castell del Remei desfrutam de ampla reputação nacional e internacional, tendo recebido inúmeros prêmios e elogios da crítica especializada.

Produtor

Celler de Capçanes

Capçanes é um vilarejo escondido nas colinas do interior da D.O. Montsant (antiga Terragona, sub-região de Falset). Vizinha do Priorato, a região é fonte de ótimos vinhos e dona de uma longa história relacionada ao crescimento do vinho.

O Celler de Capçanes, ou Adegas de Capçanes, utiliza a cepa Garnacha que, quando de velhas videiras e baixo rendimento, dá origem a grandes vinhos. Apresenta uma extensa e ótima lista de vinhos tintos, inclusive um kosher e um doce. O melhor vinho tinto é o Cabrida, de Garnacha, cujo 1996 foi considerado por Tim Atkin, na Decanter, como o vinho mais prazeroso que bebeu na vida.

Antes da praga Phylloxera, que aconteceu na virada do século XIX, seus vinhedos eram densamente cultivados, mas após a devastação causada por este inseto, apenas cerca de 1/5 das plantações originais foi replantado predominantemente com Garnacha que era a variedade de uva popular na época. Algumas dessas vinhas, com cerca de 100 anos de idade, ainda existem e estão em produção, com os rendimentos baixos.

Em 1933, para competir no mercado do vinho era necessária uma mudança e foi então que as cinco famílias da aldeia se uniram para estabelecer uma Cooperativa que iria manipular grandes quantidades de uvas de forma mais econômica e eficiente. A fundação da Cooperativa levou a uma mudança nas perspectivas comerciais de Capçanes; de repente eles podiam oferecer grandes volumes de vinho a preços competitivos para as vendas a granel.

No entanto, as mudanças reais começaram em 1995, quando a qualidade das uvas começou a melhorar significativamente. O impulso para a mudança surgiu quando a comunidade judaica de Barcelona negociou com a Capçanes a produção de um vinho kosher.

Isso exigiu a instalação de novos equipamentos permitindo aos vinicultores identificar, isolar e vinificar em condições controladas chamada de "Mevushal" (“cozido” em hebraico). O terreno foi estabelecido para a produção não só de vinho kosher, mas também para quantidades limitadas de uma gama de vinhos de frutos de alta qualidade. O vinho Kosher foi um sucesso e o rótulo Flor de Primavera, passou a ter grande reputação entre os mais altos vinhos do mundo.

O desenvolvimento contínuo mostra que Capçanes não só tem a matéria-prima para produzir vinhos de classe mundial, mas também as instalações e os talentos para isso. E, aqui na Mistral, você tem acesso aos melhores exemplares deste e de outros excelentes produtores. Aproveite!  

Produtor

Macán (Vega Sicilia & Rothschild)

O que se pode esperar de um empreendimento conjunto entre a família Rothschild e Vega Sicília, duas das mais extraordinárias vinícolas de todo o mundo? Quando inaugurada, Macán foi apontada como "o projeto mais aguardado dos últimos anos" pelo crítico Robert Parker e sua revista The Wine Advocate. 

Após mais de uma década de pesquisa desde que, no início de 2000, decidiram formar esta joint venture, estas duas veneráveis vinícolas finalmente fundaram em 2009 a Bodega Benjamin de Rothschild & Vega Sicília. Os maravilhosos vinhos resgatam a elegância dos Rioja das décadas de 1960 e 1970, conservando sua pureza e precisão, mas sem a opulência encontrada nos Rioja mais modernos.

Com a ajuda do expert Fernando Remírez de Ganuza, os parceiros compraram vinhedos de excelente localização, com plantas antigas e de baixos rendimentos -- incluindo alguns plantados em 1920! Quatro safras experimentais foram vinificadas e o vinho foi lançado ao mercado somente após ter maturado mais de três anos em garrafa -- quando estava, enfim, pronto para ser vendido, bem ao estilo de Vega Sicília.

Resultado entre uma parceria de duas grandes vinícolas, entre Pablo Alvarez e Benjamin de Rothschild em 2003. Naquela época, Benjamin estava à procura de ajuda para investir e produzir vinhos na Espanha, então, Pablo concordou em tornar-se um parceiro no novo empreendimento.

A região escolhida foi Rioja, onde ambos reconheceram o grande potencial da área, admirando muitos dos vinhos produzidos lá. Após alguns anos, os dois compraram vinhas nos melhores locais de Rioja, produzindo dois vinhos ícones da casa, no estilo clássico de Bordeaux - Macán e Macán Clásico.

A filosofia de Macán é produzir vinhos que reflitam as particularidades do lugar. O Macán , segundo Jancis Robinson, "mostra a pureza e a elegância que encontramos nos vinhos 'viciantes'". Trata-se de um vinho tinto elaborado com a uva Tempranillo que, logo na primeira safra, recebeu notas impressionantes de toda crítica especializada. O Macán Clássico, elaborado para ser bebido mais cedo, é indiscutivelmente uma das melhores compras dos vinhos espanhóis.


Produtor

Terra de Falanis (Ánima Negra)

Terra de Falanis é um empolgante projeto dos proprietários de Ánima Negra. A ideia de Miquel A. Sardá e Pere Obrador é produzir vinhos em diferentes microclimas mediterrâneos, que combinem a cultura catalã com diferentes altitudes e continentalidade, sempre marcados pela influência marítima.

Os vinhos são belas expressões dos terroirs de Mallorca e Montsant e foram apontados pelo crítico José Peñin como “vinhos de ótimo preço. Jovens, saborosos e fáceis de beber”. Os rótulos com nomes formados por onomatopeias e as ilustrações do artista plástico Pere Joan são uma atração à parte!

As uvas utilizadas na produção dos vinhos espanhóis Terra de Falanis, bem como as utilizadas na elaboração dos outros vinhos da Ánima Negra, são cultivadas em cerca de 135 localidades (próprias ou de parceiros da produtora) em um raio de 10 quilômetros da vinícola. Essas áreas de cultivo contam com vinhas entre 50 e 85 anos de idade.

Os vinhos produzidos pela vinícola Terra de Falanis possuem distinções marcantes entre si: o Plic, Plic, Plic vem de vinhedos da região de Montsant e é um vinho jovem e moderno, em que se destacam o frescor e a textura macia. Tal exemplar é produzido com a uva Carignan, uma variedade com casca grossa, amplamente cultivada na França. Normalmente, a Carignan é misturada com as uvas Grenache e Cinsault, produzindo vinhos de mesa com coloração escura, taninos pronunciados e alto teor alcoólico.

O vinho Muac, com características mediterrâneas, conta com uma cor rica e brilhante, aroma frutado e toques de sotobosque e especiarias. É produzido a partir da uva Callet, variedade que dá origem a vinhos fortes e de cor profunda, além de bom potencial para envelhecimento.

Já o Bla Bla Bla, o único vinho branco da família, é produzido 100% com a uva Premsal, cultivada na região de Felanitx. Tal rótulo conta com características únicas, frescor e potência, cortado por uma acidez viva, bem como importante equilíbrio com os aromas frutados.

Produtor

Telmo Rodríguez

O genial Telmo Rodríguez é um dos mais talentosos enólogos da Espanha. Além de enólogo e sócio da Remelluri, um reputado Rioja, ele vem explorando o rico terroir espanhol, elaborando ótimos e premiados vinhos em diversas regiões produtoras: Ribera del Duero, Toro, Cigales, Navarra, Rueda, Rioja, Alicante e Málaga. São todos vinhos excelentes, de muita personalidade, e com uma relação qualidade e preço imbatível. É a "Bodega do Ano" de 2003 na Espanha, segundo a revista do Guia Peñin.

A ideia de produzir os próprios vinhos surgiu em 1994, quando Telmo Rodríguez se juntou a outros dois enólogos para elaborar um vinho, consagrado com o nome Alma, a partir de velhas vinhas cultivadas em Navarra. Os três iniciaram, então, a Compañía de Vinos de La Granja, no entanto, com o decorrer dos anos, o nome foi alterado para Compañía de Vinos Telmo Rodríguez, de modo a aproveitar a fama de um dos sócios, bem como o pioneirismo de Telmo com o trabalho na viticultura espanhola.

Desde o início, a companhia possui como objetivo utilizar as uvas tradicionais da Espanha na elaboração dos seus vinhos, além de reaproveitarem constantemente os vinhedos antigos e abandonados da região, recuperando o cultivo e contribuindo para a sustentabilidade local.

A filosofia da Compañía de Vinos Telmo Rodríguez é encontrar e aproveitar os melhores locais para o cultivo das castas, como as tradicionais uvas Tempranillo, Tinto Fino, Tinta de Toro, Garnacha, Monastrell, Mencia, Verdejo, Viura e Godello. Na região de Málaga, surgiu o excelente vinho branco Molino Real, enquanto os vinhedos cultivados em Cerberos, deram origem aos prestigiados vinhos tintos Pegaso.

Atualmente, a vinícola Telmo Rodríguez trabalha em nove propriedades, localizadas em diferentes regiões da Espanha. São sete áreas mais ao norte do país – Cigales, Rioja, Galicia, Ribera, Toro, Avila e Málaga; e outras duas mais ao sul, bem próximas ao Mar Mediterrâneo – Alicante e Rueda.

Os vinhos da Compañía de Vinos Telmo Rodríguez recebem elevado destaque e notoriedade perante os críticos, amantes e especialistas, marcando presença em diversos países ao redor do mundo. 

Produtor

Viñedos del Contino

Um dos raros produtores a receber cinco estrelas de Parker. Um vinho fino, de rico bouquet e grande classe. Um dos três tintos espanhóis recomendados por Hugh Johnson para 1997 (os outros foram Remelluri e Viña Pedrosa).

Produtor

Descendientes de J. Palacios

Em um magnífico cenário no caminho de peregrinação para Santiago de Compostela, nas altas terras de León, Álvaro Palácios e seu sobrinho Ricardo Pérez elaboram vinhos soberbos com uvas de 128 minúsculos vinhedos, localizados em terrenos íngremes de puro xisto, alguns com mais de 100 anos de idade.

A rara uva Mencía é a grande estrela da vinícola, e foi resgatada por Palácios com muito sucesso. Em poucas safras, o genial enólogo mostrou que a casta Mencía cultivada em velhos vinhedos pode produzir vinhos incrivelmente complexos e elegantes, com muita personalidade.

Os vinhos elaborados por Álvaro Palácios e Ricardo Pérez, são frescos, com ótimas fragrâncias e profundos, produzidos a partir das melhores uvas. São vários níveis de produção, como o vinho regional Petalos ou o vinho Colluron, que recebe o nome de uma das principais cidades da região, onde encontram-se as melhores propriedades de viticultura. Outros quatro vinhos podem ser destacados por serem feitos de vinhedos únicos: San Martin, Moncerbal, Las Lamas e La Faraona, cada um com sua expressão distinta e especial, bem como notável terroir.

A história de Álvaro Palácios na produção de vinhos é anterior a criação da vinícola Descendientes de J Palacios e, em 2015, foi eleito o “Homem do Ano” pela revista Decanter. Seu trabalho como produtor independente começou em meados de 1990, quando elaborou ótimas safras em Priorat.

A cultura de vinhos está em seu sangue, já que Álvaro é descendente da família dona da Bodegas Palácios Remondo. Após o sucesso inicial na região do Priorat, Palácios decidiu investir no cultivo da uva Mencía, em Bierzo, sobre a qual hoje é especialista.

No fim dos anos 1990, Palácios e seu primo Ricardo Pérez, fixaram-se em Villafranca del Bierzo. O nome da vinícola Descendientes de J Palácios é uma homenagem ao pai de Álvaro – José. A filosofia dos dois renomados enólogos é a de produzir excelentes vinhos com uvas de antigos vinhedos.

São cerca de 130 vinhedos, cada qual com características e altitudes distintas, além de possuírem solos com composições diferentes, adicionando maior singularidade aos vinhos.

Produtor

Julian Chivite

Fundada em 1647, Julián Chivite é uma das mais tradicionais e emblemáticas bodegas da Espanha. A reputação de seus ótimos tintos, brancos e rosados transcende a da própria Navarra, sua região de origem, e a coloca entre os maiores nomes do vinho espanhol. O produtor é um dos preferidos do rei da Espanha e costuma merecer inúmeros prêmios e elogios da imprensa especializada - já foi eleito várias vezes a melhor bodega do país pela Wine & Spirits.

A revista inglesa Decanter afirma, para não deixar dúvidas: "O maior nome da Navarra é Chivite. Os vinhos dessa histórica bodega ficaram melhores e melhores ao longo dos últimos 15 anos. Seu Colección 125 se estabeleceu como o grande vinho da Navarra". Robert Parker também é fã dessa linha. Classificou com 93 pontos o Colección 125 Blanco 2014, um branco barricado "elegante e borgonhês de Chardonnay, um dos melhores em sua classe". Os mais acessíveis Gran Feudo também têm uma merecida reputação de consistência e de fantástica qualidade pelo preço - o rosado é o mais famoso de toda a Espanha, sempre citado como um best buy.

Julián Chivite também é proprietário da conhecida vinícola Viña Salceda, localizada
na Rioja Alavesa. Além dos ótimos e premiados Crianza e Reserva, o grande destaque é o tinto Conde de Salceda Reserva, um Tempranillo de imenso prestígio.

Produtor

Ànima Negra

Anima Negra é um estupendo produtor de Mallorca, da região de Felanitx, região que alcançou o status de “cult wine” na Espanha. A minúscula produção, de pouco mais de 3 mil garrafas por ano do Ànima Negra (An), é muito disputada pela comunidade de Mallorca e da Espanha.

Os vinhos são produzidos com base na uva nativa Callet, que tem rendimentos absurdamente baixos, chegando a apenas 300 g de uva por vinha. Na safra de 97, o Anima Negra foi eleito “Vinho do Ano” pelo conceituado El Mundo, de Victor de la Serna. Expressões como “impressionante”, “excepcional” e “grande vinho” são frequentemente utilizadas pela imprensa espanhola para descrever esse vinho poderoso e concentrado, de caráter singular.

O segundo vinho da bodega, o AN/2 é produzido no mesmo estilo, com um assemblage que inclui outros tipos de uva, como a Syrah, Merlot e Cabernet Sauvignon.

As uvas utilizadas na elaboração dos vinhos Anima Negra são cultivadas em mais de 135 localidades próprias ou de parceiros. Todas essas áreas de cultivo estão em um raio de 10 Km da vinícola e contam com vinhas de 50 a 85 anos de idade.

Anima Negra produz quatro vinhos de excepcional qualidade: An, An/2, Quíbia e Son Negre. O vinho tinto An é elaborado com a casta Callet, são utilizadas vinhas de diferentes idades, de 50 a 60 anos, seu envelhecimento é prolongado por 18 meses em barris de carvalho franceses, seguido de 2 meses de amadurecimento em tanque antes do engarrafamento.

Já o An/2 é um vinho tinto espanhol que envelhece por apenas 13 meses em barris de carvalho franceses (80% da colheita) e americanos (20%). Esse exemplar é um blend das uvas nativas de maior reputação, a Callet, Mantonegro e Fogoneu.

O único vinho branco elaborado pela Anima Negra é o Quíbia, um vinho de corte elegante e fresco elaborado com as uvas nativas – colhidas a mão - Callet e Premsal. O quarto vinho da Anima Negra é o exemplar tinto Son Negre, elaborado com a Callet colhida das 3 vinhas mais antigas de Son Negre (sub-região de Mallorca).

Para que o Son Negre seja comercializado, ele deve atender a algumas condições, a primeira delas requer que, após o envelhecimento durante 20 meses em barris de carvalho, o vinho seja dotado de excelente qualidade, o que leva à segunda condição: o exemplar deve expressar características das 3 parcelas de idades diferentes da uva Callet utilizada em sua composição. A minúcia empregada no cultivo, seleção e elaboração, tem feito desses vinhos exemplares bastante disputados em todos os cantos.

Produtor

Bodegas Pintia

Um dos melhores e mais disputados vinhos da Espanha, Pintia é nada menos que o espetacular vinho tinto elaborado por Vega Sicília na região de Toro. Logo em sua primeira safra, já mereceu nada menos que 95 pontos de Robert Parker, que o descreve como “espetacular, com maravilhosos aromas, intensamente concentrado, mas não exagerado, voluptuosamente denso e rico, com ótima acidez e taninos finos e bem integrados. Suntuoso!”.

Steven Spurrier, da Decanter, também elogia muito sua “grande concentração, seu toque luxuriantemente rico no palato, com taninos muito firmes - um verdadeiro ‘punho de aço em luvas de seda’, um vinho inacreditavelmente bom”. O Pintia foi eleito o “Melhor Tinto com Madeira” pelo Guía Gourmets 2006. Da mesma forma como Alión, Pintia é um vinho "único", considerado como o melhor vinho possível que pode ser preparado de acordo com as condições naturais da colheita.

Em 1995, com o projeto de Alión em curso e a bem-sucedida joia do grupo, Vega Sicília, a família Alvarez deu início a Bodegas Pintia, com o intuito de ampliar seus horizontes perante o mundo do vinho. Da mesma forma como ocorreu com Vega Sicília, as zonas vinícolas foram cuidadosamente estudadas chegando à conclusão de que a região do Toro era a melhor área de instalação para o novo projeto.

Os quatro anos seguintes renderam inúmeras experiências para descobrir a potência dos vinhos elaborados em Toro. Quase uma centena de opções foram consideradas antes da escolha final e, chegou-se à conclusão de que existe um estilo de vinhos singular na região, onde o aspecto mais importante reside na conservação do sabor frutado das uvas. Todo o processo de vinificação deveria estar focado em preservar essa característica singular, adicionando maior elegância aos vinhos elaborados em uma região tão austera como Toro.

Em 2006, após o término das obras, a Bodegas Pintia tornou-se um local extremamente moderno e prático, a fim de que nenhum detalhe intervenha na obtenção da alta qualidade dos vinhos. Com a elaboração de diversos vintage, já é possível afirmar que Pintia atingiu seu principal objetivo: alcançar a máxima elegância possível em uma área rústica como Toro. Aplicando meticulosos cuidados durante todos os processos, desde a colheita até o descanso dos vinhos antes de serem comercializados.

Produtor

Viña Tondonia

É uma grande honra podermos apresentar em nosso catálogo os tradicionalíssimos vinhos de López de Heredia, verdadeiro monumento do vinho espanhol. Fundada em 1877, a célebre Viña Tondonia é uma das mais tradicionais bodegas da Rioja, conhecida por seus tintos e brancos em estilo único, hoje sem equivalente no mundo do vinho. 

São todos vinhos de muito caráter e personalidade, elaborados à moda antiga, com um longo envelhecimento em carvalho, aptos a durar décadas. 

Os tintos são muito elegantes e aveludados, de coloração clara, em um estilo que prima mais pela finesse do que pela concentração, lembrando por vezes bons Borgonhas. Os Viña Tondonia e Viña Bosconia são grandes ícones que nunca se curvaram a modernismos.

Os brancos são extraordinários e disputados, extremamente amadurecidos depois de um longo envelhecimento. São lançados ao mercado apenas muitos anos depois da colheita, as quantidades são sempre muito restritas. Apesar da idade e da coloração mais escura, mantém um maravilhoso frescor e mineralidade. São todos vinhos de conhecedores.

Viña Tondonia oferece ainda visitas que duram em média, cerca de, 2 horas ao emblemático vinhedo Tondonia, que possui mais de 100 hectares e foi adquirido no início de criação da adega por Dom Rafael López de Heredia. Além disso, a vinícola é aberta ao público desde 1886, onde apresentam-se as instalações da adega e, ao término, ocorre a degustação dos incríveis vinhos da casa.

Produtor

Tomàs Cusiné

Esta excelente nova bodega catalã pertence ao talentoso Tomàs Cusiné, um dos proprietários do Castell del Remei, grande nome da região de Costers del Segre. Os estilosos vinhos da casa são elaborados no melhor estilo catalão, com muita concentração de fruta, intensidade, frescor e charme.

O maravilhoso Geol, produzido com 65% Merlot, 27% Cabernet, 8% Cariñena, mereceu comentários entusiásticos do crítico Robert Parker, que apontou o vinho tinto como “o melhor Merlot espanhol que eu já provei; de cair o queixo, encorpado, com tremenda intensidade e pureza”.

Por sua vez, o Vilosell, elaborado com 50% da uva Tempranillo, 26% Cabernet Sauvignon, 9% Garnacha, 5% Syrah e 10% Merlot, mereceu 91 pontos de Parker nas safras de 2005 e 2006, para quem é “elegante mas substancial, com uma estrutura de Bordeaux e uma personalidade pura, de clima frio (…) uma fabulosa pechincha”. Uma das grandes compras entre os saborosos vinhos da região Costers del Segre e de toda a Catalunha.

Já o Auzells, um vinho branco seco, é elaborado com as uvas Macabeu, Parellada, Sauvignon Blanc, Chardonnay, Müller-Thurgau, Riesling, Albariño e Muscat. Auzells foi selecionado por Jancis Robinson como um dos vinhos brancos favoritos para o verão, “trata-se de um vinho multifacetado”.

Com mais de 30 hectares de vinhas cultivadas em uma altitude de 700 metros, a vinícola Tomàs Cusiné se localiza na aldeia de El Vilosell, no extremo sul de Costers del Segre, uma crescente zona de altitude na metade sul da Catalunha.

A monitoração cuidadosa das uvas antes da colheita e durante o amadurecimento das castas são essenciais para que as mesmas atinjam o ápice qualitativo. O equilíbrio entre a acidez, grau de maturidade das peles e das sementes são os principais fatores para a elaboração de vinhos com qualidade excepcional.

Nos vinhedos de Tomàs Cusiné encontram-se mais de dez variedades de uvas cultivadas, entre elas, a uva Müller-Thurgau, Cabernet Blanc, Chardonnay, Riesling, Merlot, Albariño/Alvarinho, Syrah/Shiraz e Cabernet Franc.

Produtor

Marqués de Vargas

Marqués de Vargas é um extraordinário produtor de vinhos da Rioja, elaborando vinhos que combinam elegância e profundidade, em um estilo ao mesmo tempo intenso e tradicional. Segundo Victor de la Serna, é “um dos ótimos produtores de Rioja em estilo tradicional”.

Seus vinhos clássicos e complexos são elaborados com grande perfeccionismo, com lugar cativo entre os mais premiados por todos os guias espanhóis. Para maturá-los — além uma pequena parte de barricas francesas e americanas — a bodega encomendou à famosa tonaleria francesa Seguin Moreau barricas de carvalho russo, mais delicado que o francês, para preservar o caráter aromático dos vinhos.

Todos os vinhos Riojas da vinícola são Reservas, mostrando o comprometimento de Marqués de Vargas com a qualidade. O Marqués de Vargas Reserva mereceu 90 pontos de Robert Parker na safra de 2004, sendo descrito como “elegante e complexo, com excelente profundidade e equilíbrio”.

O Conde de San Cristobal, exemplar elaborado com um blend das uvas Tempranillo, Tinto, Cabernet Sauvignon e Melort, na safra de 2004 recebeu nada menos do que 91 pontos do crítico Robert Parker, que o descreveu como um exemplar “com camadas de frutas, excelente sabor e textura sedosa”.

O vinho Reserva Privada é ainda melhor, elaborado com uvas de vinhedos antigos dos pagos “El Consul”, “La Misela” e Terrazas”. “Potente, estruturado, carnudo e cheio de fruta” segundo o Guía Peñin, mostra “elegância, com um caráter terroso e mineral”. Além disso, para o crítico Robert Parker lembra “um vinho de Graves”, em Bordeaux. Com tonalidade profundade de cereja preta, o Reserva Privada possui combinados taninos de estrutura de carvalho e sabores frutados, notas de um amplo aspecto de sabores e frutas.

Já o Hacienda Pradolagar é um dos maiores vinhos da Espanha e uma das grandes referências entre os vinhos da Rioja na atualidade. A safra de 2001 recebeu nada menos que 95 pontos de Robert Parker, que destacou “a soberba concentração e equilíbrio” do tinto, que “consegue ser elegante e potente ao mesmo tempo”. Ele foi eleito como um dos melhores vinhos da Espanha pela revista Vinos de España, pelo Guía Campsa 208 e pelo Guía Peñin 2008. Um ícone.

messageWhite
Nossas Lojas Representantes por estado Atendimento
messageWhite
Nossas Lojas Representantes por estado Atendimento

POR TELEFONE

De segunda a sexta-feira das 9h às 18h
Sábados das 9h às 13h - exceto feriados

Está com alguma dúvida ou problema? (11) 3130-4646

Deseja comprar por telefone? (11) 3174-1000

POR E-MAIL info@mistral.com.br

Reprentantes por estado

SÃO PAULO

Mistral Bela Vista
  • Rua Rocha 288 - Bela Vista - São Paulo (Estacionamento grátis conveniado nos números 299 ou 302)
  • Tel: (11) 3174-1000
  • Horário De Funcionamento: Segunda à sexta - 10h - 19h Atendimento por telefone: até 20h
  • Sábados: 10h - 14h
Shopping Iguatemi, Piso 1
  • Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232 - Jardim Paulistano - São Paulo
  • Tel: (11) 3037-7001
  • Horário De Funcionamento: Segunda a sábado - 10h - 21h Atendimento por telefone: até 20h
  • Domingos e feriados: 14h - 20h

RIO DE JANEIRO

MISTRAL RIO DE JANEIRO

BELO HORIZONTE

MISTRAL BELO HORIZONTE
  • Rua Claudio Manoel, 723 - Savassi - Belo Horizonte (Estacionamento no local)
  • Tel: (31) 3115-2100
  • Horário De Funcionamento: Segunda a sábado - 10h - 19h
  • Sádos: 10h - 14h

BRASÍLIA

MISTRAL BELO HORIZONTE
  • SHIS/ Sul QI 09 bloco J Lojas 03 e 04 - Brasília
  • Tel: (61) 3701-1000
  • Horário De Funcionamento: Segunda a sábado - 10h - 19h
  • Sádos: 10h - 14h

GOIÂNIA

MISTRAL GOIÂNIA
  • Parceria Casa Baru - Avenida República do Líbano, 2519 - Quadra 8, Lote 04/06 - Setor Oeste - Goiânia - GO (Estacionamento no Local)
  • Tel: (62) 3638-0400
  • Horário De Funcionamento: Terça a sábado - 9h - 21h
  • Domingos: 9h - 16h

Representantes em São Paulo

Ribeirão Preto

Paulo Francisco Bolonha

(16) 3402-2294

(16) 99156-8142

Bauru
Bragança Paulista e Regiões

Isabela Barreto

(19) 99214-5440

Campinas
Piracicaba
Litoral Norte e Vale do Paraíba

Flávio Queiroz

(12) 98142-8181

Litoral Sul e Grande ABC

José W. Weisshaupt Bibar

(11) 99628-0151

Catálogo Mistral

Bem-vindo(a)!

Você precisa ter mais de 18 anos de idade para acessar este site.

Você tem mais de 18 anos?

Sim Não

Ao acessar este site, você concorda com nossos Termos de uso. Beba com moderação. Não compartilhe com menores de 18 anos.

Catálogo Mistral

Bem-vindo(a)!

Desculpe, mas você precisa
ser maior de 18 anos para
acessar este site.

Ao acessar este site, você concorda com nossos Termos de uso. Beba com moderação. Não compartilhe com menores de 18 anos.